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UTOPIA ANIMAL

“Sem defesa, sem voz e sem protesto, os animais vão sumindo, um a um, abatidos, baleados , encurralados em becos sem saída, banidos até os limites dos campos habitáveis.
Antes que tudo se perca, é necessário acordar do pesadelo para que possamos continuar sonhando.
Trabalhar com o inconsciente, compreender a verdade profunda dos instintos e da alma, perceber a presença do divino dos olhos de um animal.
Essa talvez seja a última utopia pela qual ainda possa valer a pena dedicar uma vida de estudo e trabalho”.
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Sociólogo Roberto Gambini
Sexta-feira, 10 DE Janeiro DE 2014

Diarreia colectiva

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publicado por LauraBM às 22:57
Quinta-feira, 10 DE Janeiro DE 2013

Quem ajuda e quem não ajuda

"Por que não vão defender as crianças com fome?"

 

Questão interessante. Vamos ver se essa eu consigo responder de modo didático.

 

1) Quem faz esta pergunta admite que existem dois tipos de pessoas no mundo:  

                        

As Pessoas Que Ajudam e as Pessoas Que Não Ajudam.

 

Além disso, admite também que faz parte das Pessoas Que Não Ajudam, afinal, do contrário,  diria  "Por que não me ajudam a defender as crianças com fome?", ou "Venham defender comigo as crianças com fome!", ou "Não, obrigada, vou defender as crianças com fome". Então ela se coloca claramente através de sua escolha de palavras como uma Pessoa Que Não Ajuda.

 

É curioso a Pessoa Que Não Ajuda, não faz nenhum esforço para ajudar, mas, sim, para tentar dirigir as ações das Pessoas Que Ajudam. É bastante interessante. Se eu fosse até sua casa organizar sua vida financeira sob a alegação de que eu sei muito mais sobre administração familiar eu estaria interferindo, mas ela se sente no direito de interferir nas ações que uma pessoa resolve tomar para aliviar os problemas que ela encontra ao seu redor.

É uma Pessoa Que Não Ajuda, mas ainda assim quer decidir quem merece ajuda das Pessoas Que Ajudam e o nome disso é "prepotência".

 

2) Pessoas Que Ajudam nunca vão ajudar às "crianças com fome". Nem tampouco aos "velhos", aos "doentes" ou os "despossuídos". E sabe por que? Porque "crianças com fome" ou "velhos" ou qualquer outro destes é abstrato demais. Não têm face, não são ninguém. São figuras de retóricas de quem gosta de comentar sobre o estado do mundo atual enquanto beberica seu uisquezinho no conforto de sua casa. Pessoas Que Ajudam agem em cima do que existe, do que elas podem ver, do que lhes chama atenção naquele momento. Elas não ajudam "aos velhos", elas ajudam "aos velhos do asilo X com 50,00 reais por mês". Elas não ajudam "às crianças com fome", elas ajudam "às crianças do orfanato Y com a conta do supermercado". Elas não ajudam "aos doentes", elas ajudam o "Instituto da Doença Z com uma tarde por semana contando histórias aos pacientes".

 

Pessoas Que Ajudam não ficam esperando esses seres vagos e difusos como as "crianças com fome" baterem na porta da sua casa e perguntar se elas podem ajuda-los.

Pessoas Que Ajudam vão atrás de questões muito mais pontuais.

Pessoas Que Ajudam cobram das autoridades punição contra quem maltrata uma cadela indefesa sem motivo.

Pessoas Que Ajudam dão auxílio a um pai de família que perdeu o emprego e não tem como sustentar seus filhos por um tempo.

Pessoas Que Ajudam tiram satisfações de quem persegue uma velhinha no meio da rua.

Pessoas Que Ajudam dão aulas de graça para crianças de um bairro pobre.

Pessoas Que Ajudam levantam fundos para que alguém com uma doença rara possa ir se tratar no exterior.

Pessoas Que Ajudam não fogem da raia quando vêem QUALQUER COISA onde elas possam ser úteis. Quem se preocupa com algo tão difuso e sem cara como as "crianças com fome" são as Pessoas Que Não Ajudam.

 

3) Pessoas Que Ajudam são incrivelmente multitarefa, ao contrário da preocupação que as Pessoas Que Não Ajudam manifestam a seu respeito. (Preocupação até justificada porque, afinal, quem nunca faz nada realmente deve achar que é muito difícil fazer alguma coisa, quanto mais várias).

O fato de uma Pessoa Que Ajuda se preocupar com a punição de quem burlou a lei e torturou inutilmente um animal não significa que ela forçosamente comeu o cérebro de criancinhas no café da manhã. Não existe uma disputa de facções entre Pessoas Que Ajudam, tipo "humanos versus animais".

Geralmente as Pessoas Que Ajudam, até por estarem em menor número, ajudam várias causas ao mesmo tempo. Elas vão onde precisam estar, portanto muitas das Pessoas Que Ajudam que acham importante fazer valer a lei no caso de maus-tratos a um animal são pessoas que ao mesmo tempo doam sangue, fazem trabalho voluntário, levantam fundos, são gentis com os menos privilegiados e batalham por condições melhores de  vida para aqueles que não conseguem fazê-lo sozinhos.

 

Talvez você não saiba porque, afinal, as Pessoas Que Ajudam não saem alardeando por aí quando precisam de assinaturas para dobrar a pena para quem comete atrocidades contra animais, que estão fazendo todas estas outras coisas, quase que diariamente. E acho que é por isso que você pensa que se elas estão lutando por uma causa que você "não curte", elas não estão fazendo outras pequenas ou grandes ações para os diversos outros problemas que elas vêem no mundo. Elas estão, sim. E se fazem ouvir como podem, porque sempre tem uma Pessoa Que Não Ajuda no meio, para dar um pitaco.

Então, como dizia meu avô, "muito ajuda quem não atrapalha". Porque a gente já tem muito trabalho ajudando pessoas e animais que precisam (algumas até poderiam ser chamadas tecnicamente de "crianças com fome", se assim preferem os que não ajudam).

(Este texto pode e deve ser reproduzido) Escrito em 13.04.2005

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Francisco José Papi

  

O Halem Guerra do Ecosul complementa:

 

Esta pergunta é típica de quem não faz nada por ninguém nem por causa alguma.

Como dizia o Barão de Itararé, “de onde menos se espera é que não sai nada mesmo".

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publicado por LauraBM às 23:05
Terça-feira, 10 DE Janeiro DE 2012

Os animais, nossos irmãos

Quando nascem, despertam a atenção e o carinho dos humanos. Sãoengraçadinhos, frágeis, tão pequenos.
Cãezinhos de raças diversas são requisitados pelas crianças que desejam fazer deles seu brinquedo.
E assim, eles são levados para casa. Por vezes, adquiridos a alto preço, pelo pedigree, pela pureza da raça.
Enquanto pequenos, tudo é levado à conta de peraltices próprias de quem está descobrindo o mundo ao seu redor.
A criança o leva para todo lugar, e o cãozinho a segue, sempre fiel.
Não é raro que durmam juntos e, à mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa à boca.
Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.
A criança nem sempre é suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do cão, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.
O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agressão, mesmo involuntária.
Pulam, saltam, correm um atrás do outro, enquanto as horas vão somando os dias...
Cresce o animal. Agora, já não é tão engraçadinho assim. Ele solta pêlo por todo lugar e, porque ninguém lhe ensinou o que ele podia e o que não podia fazer, é castigado porque arranhou o sofá da sala.
Porque mordeu o chinelo recém comprado.
Porque rasgou a bola, com os dentes.
E, até mesmo, porque as suas necessidades fisiológicas foram feitas em lugares inapropriados.
A criança também cresce. Os interesses mudam.

E, um dia, o animal que vivia em uma família, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confiança doméstica, se vê colocado no quintal.
Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele é preso a uma coleira e uma corda.
Ao menos fosse em lugar confortável. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, à chuva, ao vento. Preso.
Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro
chegando; a algazarra das crianças vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no chão, na mão, no muro...
Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que alguém se lembre dele, outra vez.
Finalmente, chega um dia em que ele é colocado no carro da família. Vai alegre.
A viagem é longa, por estradas que não acabam nunca. Então, o veículo estaciona.
Ele corre para fora, esperando que alguém o chame, que corra atrás dele.
Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.
Ele corre, tenta alcançar. Por que eles não param? Por que o esqueceram?
Indesejável, foi abandonado.
A partir daí, sua vida será um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, à cata de comida, água, um lugar para morar.
Cachorro sem dono. Não chegue perto. Ele pode morder. Não toque nele. Deve estar doente. Veja como está magro.
Cachorro de ninguém.
Seus dias acabarão logo mais, sob as rodas de um automóvel, ou por enfermidade ou tristeza.
* * *
Pensemos, olhando nossos animais de estimação, como os estamos tratando.
São seres vivos: têm fome, sede. Sentem cansaço, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de atenção.
Os animais estão sob a guarda e proteção dos homens.
Assim dispôs a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.
Não percamos de vista este dever para com nossos irmãos inferiores, os animais.
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www.reflexao.com.br

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publicado por LauraBM às 00:09
Quarta-feira, 21 DE Dezembro DE 2011

Natal 2011

No dia em que
os gorilas puderem
enviar ao homem este gesto,
aí será NATAL!

---------

Laura

 

 

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publicado por LauraBM às 22:06
Segunda-feira, 21 DE Novembro DE 2011

Espécies em vias de extinção

 

Nova Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas revela crise de extinção mundial.
Ambientalistas dizem que governos falharam nas metas de proteção das espécies.
Do G1, em São Paulo

AFP

Apenas 7.300 exemplares de orangotango de Sumatra restaram no mundo
Gorilas e orangotangos são os animais mais em risco do planeta, segundo a nova Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas, divulgada nesta quarta-feira (12) pela União para a Conservação Mundial (IUCN na sigla em inglês).

 

Ao todo, das mais de 41 mil espécies analisadas, mais de 16 mil estão ameaçadas. As principais causas são a perda de hábitat, a caça e as mudanças climáticas -- tudo culpa da atividade humana.

 

De todos os animais sob ameaça do planeta, apenas um pode comemorar uma melhoria em sua situação neste ano: o periquito-das-Ilhas-Maurício (Psittacula echo). Ainda assim, ele apenas deixou a condição de "criticamente ameaçado" para a de apenas "ameaçado", ao subir de 50 exemplares para 300.

 

Ao todo, 70% das plantas correm risco de desaparecer, assim como um em cada quatro espécies de mamíferos, um em cada três anfíbios e um em cada oito pássaros.

 

Com uma redução de 60% em sua população nos últimos 25 anos, causada pela caça e pelo vírus Ebola, o gorila sobe da categoria "ameaçado" para a "criticamente ameaçado". Em áreas protegidas, cerca de um terço dos exemplares da espécie desapareceu. Em outras áreas, a devastação atinge até 95% da população.

 

A situação é pior para o orangotango de Sumatra, que já estava "criticamente ameaçado". A perda na população nos últimos 75 anos passa dos 80%. Apenas 7.300 exemplares da espécie restaram -- e esses ainda têm que lidar com perda de hábitat para plantações e estradas.

 

Direto para a extinção
O levantamento de 2007 foi o primeiro a levar em conta os corais, que são essenciais para o ecossistema marinho. Os pesquisadores se mostraram preocupado porque muitos corais entraram direto na lista dos "extintos". Um trabalho mais profundo que será realizado pela IUCN estima que entre 30% e 40% dos corais está ameaçado.

 

O golfinho chinês, segundo a entidade, é o melhor exemplo da falha dos esforços de conservação: ele é considerado "criticamente ameaçado, possivelmente extinto". Neste ano, a China registrou apenas uma observação não confirmada de um exemplar da espécie, mas ainda assim os ambientalistas não estão convencidos. Como ninguém consegue provar que viu um desde 2002, eles acreditam que esse tipo de golfinho provavelmente não existe mais.

 

Compromisso não-cumprido
AFP

 

Analisados pela primeira vez, muitos corais foram direto para a lista de "extintos" .
Os governos do mundo se comprometeram a controlar a perda de biodiversidade até 2010 na Convenção da ONU sobre Diversidade Biológica, de 1992, mas a IUCN afirma que há falta de vontade política para transformar o objetivo em realidade.

 

A diretora-geral da entidade, Julia Marton-Lefevre, afirmou que os esforços feitos até agora "não são o suficiente".

"A taxa de perda de biodiversidade está aumentando e precisamos agir agora para reduzi-la significativamente e controlar esta crise global de extinção", afirmou.

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publicado por LauraBM às 21:54
Sábado, 15 DE Outubro DE 2011

Presságio

Olha, amiga, os humanos não gostam de animais, não têm coração.

 

Vê lá: matam-nos para nos transformarem em sapatos, malas, e diversos objectos que poderiam confeccionar com outros materiais.

 

O futuro não me parece risonho para nenhum de nós.

 

Não tenho coragem para fugir mais.

 

Acho que vou desistir antes que me cacem.

 

E tu, minha amiga, alinhas ou confias na sorte? 

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publicado por LauraBM às 17:42
Terça-feira, 11 DE Outubro DE 2011

HISTÓRIA VERDADEIRA - APÓS O TORNADO

A história começa quando os voluntários encontraram um pobre cão a quem deram o nome de Ralphie. Ralphie, assustado e esfomeado, juntou-se aos seus salvadores
Pensávamos que nada sobreviveria após isto... mas estávamos enganados.
Uma pequena "senhorita", (cadela), também sobreviveu à desgraça e foi acomodada no carro - assustada mas segura.
Eles já não estão sozinhos.
Ficam amigos instantaneamente, confortam-se um ao outro no carro enquanto adicionavam mais dois cães beagles encontrados.

 

E vem também um gato!
E agora então, um novo viajante para juntar à turma...
(nota: o gato entra directo para o banco traseiro, como que necessitando aconchego...)
e agora, como é que isto vai funcionar??? Cães e o gato juntos???
(e lembrem-se : eles são todos estranhos uns aos outros)

Uau! As coisas que nós aprendemos com estes nossos amigos...
Se a humanidade pudesse aprender lições tão valiosas como esta.
Lições de amizade instantânea - de paz e solidariedade.
De harmonia pela via do respeito mútuo, sem olhar a cor, raça ou religião! 
Estes bichinhos nos dizem: "o que interessa é que estamos vivos e não estamos sós".
Sim, é com certeza isso!
Por isso... vive, ama, rí. 
 

Nota de Luiza De Resende Braga:

Vivemos numa região de tornados constantes. Na porta da nossa geladeira temos um lembrete aos salva-vidas para salvarem nossas gatinhas: Honey e Cassey.
A vida é um presente... desembrulha-o!  
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5/12/2007

Castelo dos Sonhos

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publicado por LauraBM às 18:41
Terça-feira, 13 DE Setembro DE 2011

Foie Gras ( Patê de Ganso: Como se obtém)

Poucas pessoas sabem o que se passa por trás deste alimento tão caro e requintado.

O foie gras (foie – fígado, gras – gordura), ou patê de fígado de ganso, é na verdade o resultado de uma prática desumana, que mostra a que ponto a crueldade do homem pode chegar.

Os inocentes patos e gansos, a quem os fígados em questão pertencem, são submetidos a um processo que pode ser melhor classificado como tortura, com o objectivo de tornar seus fígados anormalmente engrandecidos e doentes, para que então alguns poucos possam saborear o resultado desta arte grotesca.

A criação do paté  é feita durante os primeiros quatro meses de vida dos animais. É então que eles são levados para as pequenas gaiolas que serão suas acomodações durante as próximas e últimas semanas de sua curta vida.

 

Um espaço de um metro por dois metros pode acomodar até doze animais. O motivo do confinamento é evitar que o pássaro se movimente, o que certamente seria um desperdício para o criador, pois sua intenção não é que o pássaro utilize o alimento que lhe está sendo dado para gastar energia com coisas tão fúteis como poder ao menos esticar suas asas ou dar um passo, mas sim que este alimento seja armazenado no organismo do animal na forma de gordura.

Outra “vantagem” do confinamento é que o manuseio dos animais é facilitado.

 

 

A ave é segura é entre as pernas do manipulador com seu pescoço estendido, permitindo a inserção de um grosso tubo de metal que chega a medir quarenta centímetros em comprimento.

 

 

 

 

 

 

Durante o processo, as aves tentam escapar de forma frenética o que pouco lembra um ambiente natural, onde qualquer ave corre em direcção a um alimento que lhes é oferecido ou atirado.

 

Como resultado, as aves sofrem de variados problemas de saúde, como disfunções cardíacas, intestinais e rompimento das membranas celulares hepáticas. Muitos tornam-se incapazes de andar ou até mesmo ficar em pé. A introdução do tubo pode machucar o esófago e causar deformidades nos bicos.

 

 

 

 

Na verdade, foie gras não passa de uma doença do fígado voluntariamente produzida em animais inocentes. O fígado dos animais submetidos a este processo não são exactamente saudáveis. A coloração normal do fígado é avermelhada e pesa cerca de 120 gramas. O fígado consumido por aqueles que apreciam tal atrocidade é amarelo e lustroso, de aparência gordurosa, e pode pesar até 1.300 gramas, mais de dez vezes o peso normal.

Além disto, um “bom” foie gras deve ter as marcas deixadas pela pressão que as costelas exercem contra o fígado visíveis no órgão, garantindo assim que o animal sentiu imensa dor durante os últimos dias de sua breve vida. A ave é abatida no mesmo local onde é criada, visto que esta provavelmente não sobreviveria ao transporte. Quando o fígado, estômago e intestinos são removidos, vê-se que o espaço por estes ocupado era muito maior que aquele planejado pela natureza, pressionando o coração e os pulmões e dificultando assim a respiração.

 

 

Trazendo 85% de suas calorias na forma de lipídeos, em sua maioria gorduras saturadas (ácido palmítico, o foie gras não é um alimento saudável, nem sequer é um alimento de primeira necessidade, trata-se apenas de um aperitivo.

 

Só lhe faz mal à saúde. ACABE COM O SOFRIMENTO DOS ANIMAIS!!!
Pare para reflectir um pouco, imagine se lhe fizessem uma crueldade destas e não tivesse meios para se defender.

 

PREFIRA PATÉS DE VEGETAIS

http://www.lpda.pt/01campanhas/foie_gras.htm

 

George S. G. Guimarães

Fonte: Jornal Segunda Opinião

Textos sobre Alimentação Natural

http://www.syntonia.com/textos/textosnatural/textosalimentacao/foiegras.htm

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publicado por LauraBM às 17:05
Terça-feira, 09 DE Agosto DE 2011

É apenas um cão!

De vez em quando oiço alguém me dizer: - Pára com isso! “É apenas um cão”!
Ou, então: Mas é muito dinheiro para se gastar com ele! “É apenas um cão”!
Estas pessoas não sabem do caminho percorrido, do tempo gasto ou dos custos que significam “Apenas um cão”!
Muitos dos meus melhores momentos foram-me trazidos por “Apenas um cão”!
Por muitas horas, na minha vida, minha única companhia era “Apenas um cão”!
E eu não me senti desprezado.
Muitas das minhas tristezas foram amenizadas por “Apenas um cão”!
E, naqueles dias sombrios, o toque gentil de “Apenas um cão” me deu conforto e motivo para seguir em frente.
E se você também é daqueles que pensam que ele é “Apenas um cão”, com certeza deve entender bem expressões como “apenas um amigo”, apenas “um nascer do sol”, “apenas uma promessa”...

“Apenas um cão” deu à minha vida a verdadeira essência da amizade, da confiança, da pura e irrestrita felicidade.
“Apenas um cão” faz aflorar a compaixão e a paciência que fazem de mim uma pessoa melhor.
Porque pra mim... e para as pessoas como eu... não se trata de “Apenas um cão”, mas da incorporação de todos os sonhos e esperanças do futuro, das lembranças afectuosas do passado; da pura felicidade do momento presente.
“Apenas um cão” faz brotar o que há de bom em mim e dissolve os meus pensamentos e as preocupações do meu dia.

Eu espero que algum dia, as pessoas entendam que não é “Apenas um cão”, mas aquilo que me torna mais humano e me permite não ser “apenas um homem”...
Então... da próxima vez que você escutar a frase “Apenas um cão”, apenas sorria para estas pessoas porque elas apenas não entendem...

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publicado por LauraBM às 21:42
Segunda-feira, 25 DE Julho DE 2011

Vizinhos inconscientes - poema

Um dos vizinhos caçou

dois cágados, distraídos,

num campo onde os encontrou. 

Tais vizinhos, só punidos!

 

São animais engraçados,

não fazem mal a ninguém; 

mas, não conseguem escapar

à fúria que o homem tem.

 

Eles não podem correr,

e nem conseguem fugir.

Dentro d'água é que são mais

difíceis de perseguir.

 

São bichinhos pachorrentos,

vagarosos no andar.

Nem servem para comer;

muito menos pra brincar.

 

Pra quê, trazer animais,

retirá-los do seu meio?

Metê-los dentro de casa

pra nosso gáudio? Recreio?

 

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14/03/2003

Laura B. Martins
Soc. Port. Autores n.º 20958

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Sexta-feira, 15 DE Julho DE 2011

Que bom seria!...

Que bom seria.
Se não houvesse carcaça
E nem  houvesse fumaça,
Nem brasa na churrasqueira.
Os nossos irmãos animais
Sem dores e medos reais
Vivendo suas vidas inteira.
 
Que bom seria.
Não ver o sangue correr,
Nenhum animal perecer
Aves, suínos, ruminantes.
Sem urros e sem gemidos,
Sem animais perecidos
No fio de um aço cortante.
 
Que bom seria.
Sem nada de  violência,
Sem nenhuma desavença
Somente uma via plena.
Entre os seres racionais
E também entre animais
A paz reinasse serena.
 
Que bom seria.
Se isso não fosse utopia,
Nem mesmo uma  fantasia
Na tão  sonhadora  ilusão,
Mas me entristece a maldade,
Mesquinhos poder que invade
Os descendentes de adão.
 
Que bom seria,
Sem animais  como detentos,
Em grandes  confinamentos
Criados pra serem abatidos.
De maneira tão desumana
Feitos por mentes insanas,
De Humanos embrutecidos.
 
Que bom seria,
Se só houvesse  luz e beleza,
Que desse a nós a certeza
Que a paz é a doce vivencia.
Tudo na terra seria candura,
As almas seriam mais puras
Com uma vida sem violência.
 
Que bom seria.
Sem a nossa mesquinhez,
Sem nenhuma  estupidez
Ao tratar nosso semelhante.
Os nossos irmãos menores,
Já provaram e são melhores
Que a nossa mente arrogante.
 
Pra que serve a inteligência,
Que só nos causa carência
Na vivencia  do dia a dia
Fico pensando desolado,
Dizendo a mim mesmo calado,
Que bom seria, que bom seria.
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25/04/2011
Paulo Luiz Mendonça
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Sexta-feira, 10 DE Junho DE 2011

Precisa dizer mais alguma coisa?

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Terça-feira, 10 DE Maio DE 2011

Nova moda na China - chaveiros vivos

Os vendedores ambulantes dos metrôs chineses comercializam um produto que está virando febre no país – os chaveiros vivos.
 
Contendo pequenas tartarugas ou peixes, eles são considerados amuletos que trazem boa sorte.
Mas, para os grupos de proteção animal, é simplesmente uma forma criminosa de tratar os bichinhos.
Afinal, eles ficam confinados em um espaço mínimo de plástico lacrado.
 
Segundo os vendedores do produto, como a água colorida tem nutrientes, os bichinhos podem viver no plástico por vários meses.
Mas vale lembrar que não há entrada de oxigênio, então não dá para esperar que o seu chaveiro continue vivo por muito tempo.
 
Ativistas protestam contra esse tipo de produto, mas a lei de proteção aos animais na China se estende apenas para animais selvagens.
Como esses bichos são criados em cativeiro, a lei não os protege.
Claro que a maioria das pessoas compra os chaveiros esperando ter boa sorte.
Mas há uma pequena parcela que compra os chaveiros apenas para furar o plástico e dar liberdade aos bichinhos.
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6/04/2011
Luciana Galastri
 
Eu nem queria acreditar no que estava a ler e a ver.
Será que ainda há mais crimes que se possam cometer contra os animais?
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Laura
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Terça-feira, 26 DE Abril DE 2011

Não, não é de peluche!

Uns enxotam-nos e maltratam-nos, enquanto outros os levam para todo o lado pois não prescindem da sua companhia.

 

  

 

 E não, não é de peluche!    hihihihihi

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Quinta-feira, 10 DE Março DE 2011

Vereador-Rio de Janeiro aprova boa Lei

Eu só queria saber quantos casos já foram encontrados, denunciados, sancionados, etc. desde que esta Lei entrou em vigor desde 2007, no Brasil.
(Se for como em Portugal, onde existem as Leis mas não se cumprem porque ninguém as faz cumprir nem fiscaliza o seu cumprimento...)
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Laura B. Martins

LEI N.º 4.685 DE 23 DE OUTUBRO DE 2007
Estabelece multa para maus-tratos a animais e sanções administrativas a serem aplicadas a quem os praticar, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, no âmbito do Município do Rio de Janeiro e dá outras providências.
Autor: Vereador Cláudio Cavalcanti

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1.º Fica estabelecida multa para maus-tratos e crueldade contra animais e sanções administrativas a serem aplicadas a quem as praticar, sejam essas pessoas físicas o  jurídicas, munícipes ou estabelecimentos comerciais, industriais, instituições de ensino, laboratórios ou instituições de pesquisa.
Parágrafo único. Entenda-se por animais todo ser vivo animal não humano, inclusive:
I - fauna urbana não domiciliada: felinos, caninos, eqüinos, pombos, pássaros, aves;
II - animais de produção ou utilidade: ovinos, bovinos, suínos, muares, caprinos. aves;
III - animais domesticados e domiciliados, de estimação ou companhia;
IV - fauna nativa;
V - fauna exótica;
VI - animais remanescentes de circos;
VII - grandes e pequenos primatas, anfíbios e répteis;
VII - pássaros migratórios;
IX - animais que componham plantéis particulares constituídos de quaisquer espécies e para qualquer finalidade.

Art. 2.º Define-se como maus-tratos e crueldade contra animais ações diretas ou indiretas capazes de provocar privação das necessidades básicas, sofrimento físico, medo, stress, angústia, patologias ou morte.
§ 1.º Entenda-se por ações diretas aquelas que, volitiva e conscientemente, provoquem os estados descritos no caput, tais como:
I - abandono em vias públicas ou em residências fechadas ou inabitadas;
II - agressões diretas ou indiretas de qualquer tipo tais como:
a) espancamento; b) lapidação; c) uso de instrumentos cortantes; d) uso de instrumentos contundentes; e) uso de substâncias químicas; f) fogo; g) uso de substâncias escaldantes; h) uso de substâncias tóxicas.
III - privação de alimento ou de alimentação adequada à espécie;
IV - confinamento inadequado à espécie;
V - coação à realização de funções inadequadas à espécie ou ao tamanho do animal;
VI - abuso ou coação ao trabalho de animais feridos, prenhes, cansados ou doentes;
VII - torturas.
§ 2.º Entenda-se por ações indiretas aquelas que provoquem os estados descritos no caput através de omissão, omissão de socorro, negligência, imperícia, má utilização e/ou utilização por pessoa não capacitada de instrumentos ou equipamentos.

Art. 3.º Maus-tratos e crueldade contra animais serão punidos com multa no valor de R$2.000.00 (dois mil reais).
Parágrafo único. Havendo reincidência:
I - sendo o infrator pessoa física, o valor da multa terá seu valor duplicado e o processo será encaminhado à Procuradoria-Geral do Município
para as providências criminais cabíveis, ficando a cargo do Poder Executivo Municipal, através da Secretaria Municipal de Governo, a determinação das providências a serem tomadas posteriormente à aplicação da multa e cabíveis em cada caso;
II - sendo o infrator pessoa jurídica, o valor da multa será aplicado por cabeça de animal submetido a maus-tratos e crueldade e proceder-se-á a
cassação do alvará do estabelecimento.

Art. 4.º A Prefeitura aplicará as sanções e penalidades de que trata esta Lei, determinando, se necessário, o órgão competente para a fiscalização de seu cumprimento.

Art. 5.º O Poder Executivo informará o teor desta Lei a todos os estabelecimentos cadastrados cuja atividade se enquadre nas disposições
desta Lei.

Art. 6.º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

CESAR MAIA.

Nossos sinceros agradecimentos ao sr. Claudio Cavalcanti; pela luta, agora vitoriosa, por todos os que não têm voz nem vez.
PARABÉNS E MUITO OBRIGADO.

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publicado por LauraBM às 17:48
Quinta-feira, 10 DE Fevereiro DE 2011

Vantagens da Castração

Fêmeas:


    •  O cio deixa de ocorrer;
    •  A fêmea deixa de atrair machos e procriar;
    •  Diminui o risco de câncer das mamas e elimina o de útero;
    •  O animal fica mais tranquilo.

Machos:


    •  É mais simples que nas fêmeas;
    •  O animal fica mais tranquilo;
    •  Diminui o risco de fugas atrás de fêmeas;
    •  Diminui a necessidade de marcar território;
    •  Diminui o problema de latidos excessivos e uivos;
    •  Não terá câncer nos testículos;
    •  Estará menos sujeitos a tumores anais.

Além de todas essa vantagens, sai muito mais barato uma castração que cuidar de toda uma ninhada, alimentação dos filhotes e da mãe, higiene, remédios, vacinas, desparasitações, o trabalho que você terá para conseguir doá-los, o mais importante, para uma pessoa responsável que não jogue seu animalzinho na rua sujeitando-o a violência, doenças, passar fome, etc...

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publicado por LauraBM às 17:07
Segunda-feira, 10 DE Janeiro DE 2011

Pensamentos - 1 - Animais

Ao estudar as características e a índole dos animais, encontrei um resultado humilhante para mim.

 

Eu temo pela minha espécie quando penso que Deus é justo.

(Thomas Jefferson)

 

A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo como os seus animais são tratados.

Mahatma Gandhi

 

Não importa se os animais são incapazes ou não de pensar. O que importa é que são capazes de sofrer.

 

Há no olhar do animal mudo, palavras que só entende a alma dos que sabem.
Poeta Hindu

 

Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal,

ninguém precisará ensiná-lo a amar o seu semelhante.

(Albert Schwweitzer - Nobel da Paz - 1952)

 

A vida é valor absoluto. Não existe vida menor ou maior, inferior ou superior – engana-se quem mata ou subjuga um animal por julga-lo um ser inferior.

Diante da consciência que abriga a essência da vida, o crime é o mesmo.”
(Olympia Salete)

 

O homem é o único animal que consegue estabelecer uma relação amigável com as vítimas.
(Samuel Butler)

 

Entre a brutalidade para com o animal e a crueldade para com o homem, há uma só diferença:

A vítima.

(Lamartine)

 

"Enquanto o homem continuar a ser destruidor impiedoso dos seres animados dos planos inferiores, não conhecerá a saúde nem a paz.

 

Enquanto os homens massacrarem os animais, eles se matarão uns aos outros.

 

Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor."

(Pythagoras)

 

NÃO ME INTERESSA, nenhuma religião, comunidade ou pessoa, cujos princípios não levam em consideração, as condições dos animais.
Enquanto os homens massacrarem os animais, eles se matarão uns aos outros.
Aquele que semeia a morte e o sofrimento, NÃO PODE colher a alegria e o amor.
(Pytágoras)

Sou extremista porque quem é moderado na proclamação da verdade, proclama somente a metade da verdade e deixa a outra metade velada por medo do que o mundo dirá.

(Gibran)

O destino dos animais é muito mais importante para mim do que o medo de parecer ridículo.

(Émile Zola)

O erro da ética até ao momento tem sido a crença de que só se deva aplicá-la em relação aos homens.

(Dr. Albert Schweitzer)

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publicado por LauraBM às 16:59
Sexta-feira, 24 DE Dezembro DE 2010

Este Natal, infelizmente...

 

Pois... Este Natal, infelizmente, até caçaram o Pai Natal.

Claro que foi por engano mas, quando se enganam a caçar espécies em extinção...

haverá alguém que se importe?

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publicado por LauraBM às 16:14
Quarta-feira, 10 DE Novembro DE 2010

Políticos e Animais ou Políticos-animais

Há muito que oiço dizer que os políticos são uns animais. Certo? Pois eu discordo!

Se eles fossem uns animais, os animais teriam os seus direitos devidamente acautelados e viveriam bem abastecidos de tudo, sem passarem os conhecidos horrores.

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Laura B. Martins

 

Políticos e Animais

 

Peça aos partidos políticos que, nos seus programas eleitorais para as eleições legislativas, incluam propostas de medidas sérias e concretas de protecção dos animais

Segundo os princípios da cidadania activa e da participação democrática na vida e nas decisões políticas para o país, peça aos dirigentes políticos dos principais partidos para que incluam propostas de medidas sérias e concretas de protecção dos animais nos seus programas políticos para as próximas eleições legislativas e subsequente exercício de cargos públicos

 

Em Portugal, fruto das muitas e diversas campanhas em defesa dos direitos dos animais que se têm desenvolvido ao longo dos últimos anos, temos conseguido que os principais partidos políticos e respectivos dirigentes comecem, pelo menos, a perceber que a defesa dos direitos dos animais e a protecção destes é um assunto sério, que é um sintoma de civilidade e desenvolvimento de uma sociedade e de um estado, e que se tem afirmado como uma preocupação cada vez mais forte e sentida junto da população portuguesa.

 

Contudo, ainda é evidente que, ao contrário do que acontece noutros países da União Europeia (entre outros, como a Áustria, estado-membro da UE mais avançado em termos de legislação e política de protecção dos animais, cujo Governo e Parlamento se assumem como activos defensores da protecção animal, procurando até persuadir outros estados membros da UE a aumentarem a protecção dos seus animais), os partidos e dirigentes políticos portugueses, salvo poucas excepções, não têm a protecção dos animais como um assunto sério e politicamente relevante, menos ainda incorporam qualquer preocupação relativa a este domínio na sua acção política. Com efeito, estes responsáveis públicos não têm sequer a percepção de que proteger os animais pode significar ter mais votos de eleitores preocupados com os animais e, pelo contrário, não proteger os animais ou tomar medidas que os prejudiquem pode significar perder votos destes eleitores, além de perderem popularidade.

 

Por favor, não se conforme com a habitual omissão da protecção dos animais no debate político. Se quiser que os políticos portugueses falem e façam algo de positivo pelos animais, diga-lhes. Tenha um papel fundamental na mudança a favor da protecção legislativa e política dos animais em Portugal. Por favor, siga as indicações abaixo referidas e envie mensagens para os principais dirigentes políticos para que, nas suas propostas , incorporem medidas sérias e concretas de protecção dos animais, nomeadamente as especificamente designadas pela ANIMAL.

 

Para mais informações, por favor contacte a ANIMAL através do e-mail info@animal.org.pt  ou visite o site www.animal.org.pt.

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Quinta-feira, 07 DE Outubro DE 2010

Making of Globo Repórter

Um programa sobre gente!

 

A equipa estava sem fome, era cedo, bem antes de meio-dia. Mas tínhamos de almoçar ali mesmo, num restaurante às margens da rodovia que liga São Paulo a Cotia, porque nosso compromisso no Rancho dos Gnomos, onde conheceríamos um santuário de grandes felinos africanos, seria por volta das 13h.

O garção não conteve a curiosidade: "Vocês são do Globo Repórter? E é sobre gente ou sobre bicho?".

Meu primeiro ímpeto foi dizer que “animais abandonados” era o tema do nosso programa. Mas a pergunta do garção foi como um sopro de lucidez entrando numa frincha da percepção, elucidando o que estava inteiramente oculto.
Então respondi, convicto: "É sobre gente, amigo. É sobre a natureza humana".

À medida que fomos filmando pássaros com asas amputadas, leões com garras arrancadas, chimpanzés com presas serradas e todo tipo de sequelas da violência contra os animais, fui me convencendo de que eu estava certo. Estávamos fazendo uma reportagem sobre o quanto as pessoas, ao odiarem uma outra forma de vida, podem negar sua própria humanidade. E também sobre como podem honrá-la ao amar os animais.

No longínquo ano de 1206, em pleno vigor do espírito feudal que punha suseranos e vassalos em esferas incompatíveis de convivência, um certo Francisco de Assis abandonou os castelos que frequentava, desfez-se de suas posses, despiu-se até mesmo de suas vestes e foi viver entre os pobres.
Poeticamente, chamava o sol de irmão e a lua de irmã. E dizia que nada define melhor a condição humana do que a capacidade de amar os bichos.

Não é preciso ser religioso ou acreditar em São Francisco de Assis para saber, mesmo 801 anos depois, que o que nos torna diferentes, o que nos torna especiais, o que nos torna magnânimos em comparação com as outras formas de vida, é a nossa capacidade de amar.

Homens e mulheres têm de sobra as ferramentas do afecto, forjadas na cultura e na vida em sociedade. A tolerância, a generosidade, a ideia de que temos um futuro comum neste planeta são princípios universais conquistados pela Humanidade em sua dura luta contra a barbárie. Não gostamos da solidão, não queremos a dor, não toleramos a humilhação. Se somos egoístas, se ferimos e matamos, se submetemos nossos semelhantes ao vexame da miséria e da pobreza, estamos em desacordo com o esforço civilizacional da convivência. Civilizado convive, respeita, tolera. Os bárbaros subjugam. Tanto faz se os subjugados são gente ou bicho.

Vimos leões entrevados pelo confinamento, chimpanzés esquizofrénicos e atormentados por anos de espancamento, araras cegas, onças mutiladas e todo tipo de sofrimento e privações. Parece a vitória da barbárie. Não é. Porque vimos também extraordinários exemplos de generosidade e dedicação. A grandeza de saber amar e proteger seres vivos que, como nós humanos, também sentem frio, dor e medo, ajuda a

recuperar a humanidade que ainda há em cada um de nós.

Basta ver o que o Rancho dos Gnomos http://www.ranchodosgnomos.org.br/ fez com o leão Will.
Abandonado por um circo e tendo vivido a vida inteira trancafiado, Will pôde, aos 13 anos de idade, pisar na terra pela primeira vez. Esfregando as patas na grama, no húmus, na energia mineral da natureza, livre da
superfície inócua do chão da jaula, Will nos enche de ternura, nos entope de compaixão e, portanto, nos ajuda a salvar um pouco da humanidade que tínhamos perdido.
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Marcelo Canellas (repórter)

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Sexta-feira, 10 DE Setembro DE 2010

ADOÇÃO URGENTE!

- gatinha em situação de risco no rio de janeiro -


Essa gata lindíssima, peluda, tricolor com a barriguinha branca, era de uma padaria na Tijuca.
Só que agora o dono da padaria resolveu se livrar dela o mais rápido possível.
Inclusive ela ia jogá-la hoje em algum local qualquer, bem distante, e abandoná-la lá.
Mas a minha amiga Vicky intercedeu pela gatinha e conseguiu um prazo (curto) para a gente arranjar um dono para ela.
Gente, a gata é um doce, um amor, e foi criada nessa padaria. Se ela for jogada em qualquer lugar, ficará totalmente desorientada, apavorada, sem defesa, sem comida, sem teto, e provavelmente não sobreviverá.
Vamos ajudar a divulgá-la para que ela encontre um ser humano legal que queira ser feliz junto com ela!

Vejam como ela é linda:

http://fotolog.terra.com.br/rosacruz1:150  

Para adoptá-la, entrar em contacto com:

Valeria - cordserraval@yahoo.com.br / 21- 2579-1821 /
21- 3502-8382 / 21- 9111-3829


Vicky - rio59507@terra.com.br /21- 2568-3451 / 21-2567-3515 / 21-9947-9925.

Ela está no Rio de Janeiro.

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Sobre essa gatinha, eu soube que arrumou um lar.

Uma própria cliente desta padaria ficou com pena dela e a adoptou.

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Mas nem todos têm essa sorte!

Que é que passará pela cabeça desta gente para resolver assim, abandonar um animal?

Resolvem descartar-se  dum animal assim, num repente, como se ele fosse um trapo?

Haja Deus!

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publicado por LauraBM às 00:39
Terça-feira, 10 DE Agosto DE 2010

Homem destruidor

 O homem não se contentou em caçar e pescar apenas para comer, como fazem todos os animais.

 

De rei da Criação de que falavam os textos sagrados, ele se tornou o inimigo da Criação.

 

Não lhe bastou domesticar os animais para que o servissem.

Não lhe bastou ir ao âmago das florestas buscar carne para comer, peles para se vestir e ossos para fabricar utensílios.

Inventou armas e armadilhas e é o único culpado pela  destruição e instalação do desequilíbrio ecológico na Terra.

 

"Enquanto o homem continuar a ser destruidor impiedoso dos seres animados dos planos inferiores,

não conhecerá a saúde nem a paz.

 

Enquanto os homens massacrarem os animais, matar-se-ão uns aos outros.

 

Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor."

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Pitágoras(Filósofo Grego)

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Sábado, 10 DE Julho DE 2010

Animais chacinados - Poema

(casos do Brasil)

 

A terra dá muitas voltas.
No azul do céu se compraz
em fazer rodar o mundo
onde, um louco furibundo
mata, em câmaras de gás.

Gente? Não! São animais
nascidos com triste sina,
(porque o mal é de raiz),
e sem culpa, num país
onde ninguém se incrimina.

Adoradores do Diabo,
por tanta maldade feita!
Nero, deixou seguidores.
Hitler, deixou inventores.
E há governante que aceita!!!!!

Amigos dos animais!
Lancem os gritos ao vento...
Ergamos a voz por eles.
E nem mais um voto àqueles
que autorizam tal tormento.

E malditos sejam eles,
que num luxo, a governar,
em carros descomunais
nem vêm os animais
famintos, sós, ao passar.

Guerra, traz medos e ódios!
Ditados? - oiço dizê-los.
Mas não me posso calar.
À LUTA! Vamos lutar
porque eu quero combatê-los!


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20/05/2004
Laura B. Martins
Soc. Port. Autores n.º 20958

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Sexta-feira, 02 DE Julho DE 2010

O pássaro cativo

Olavo Bilac

 

Armas, num galho de árvore, o alçapão.

E, em breve, uma avezinha descuidada, batendo as asas cai na escravidão.

Dás-lhe então, por esplêndida morada, a gaiola dourada.

Dás-lhe alpiste, e água fresca, e ovos, e tudo.

Por que é que, tendo tudo, há de ficar o passarinho

mudo, arrepiado e triste, sem cantar?

É que, criança, os pássaros não falam.

Só gorgeando a sua dor exalam, sem que os homens os possam entender.

Se os pássaros falassem,

talvez os teus ouvidos escutassem este cativo pássaro dizer:

"Não quero o teu alpiste!

Gosto mais do alimento que procuro na mata livre em que a voar me viste.

Tenho água fresca num recanto escuro.

Da selva em que nasci; da mata entre os verdores,

tenho frutos e flores, sem precisar de ti!

Não quero a tua esplêndida gaiola!

Pois nenhuma riqueza me consola de haver perdido aquilo que perdi...

Prefiro o ninho humilde, construído de folhas secas, plácido, e escondido.

Entre os galhos das árvores amigas...

Solta-me ao vento e ao sol!

Com que direito à escravidão me obrigas?

Quero saudar as pompas do arrebol!

Quero, ao cair da tarde, entoar minhas tristíssimas cantigas!

Por que me prendes? Solta-me, covarde!

Deus me deu por gaiola a imensidade!

Não me roubes a minha liberdade...

QUERO VOAR! VOAR!..."

 

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Estas coisas o pássaro diria, se pudesse falar.

E a tua alma, criança, tremeria, vendo tanta aflição.

E a tua mão, tremendo, lhe abriria a porta da prisão...


JUNTE-SE A NÓS NESSA LUTA

JUNTOS FICAREMOS AINDA MAIS FORTES

DIVULGUE ESSE E-MAIL

www.pea.org.br 

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Sábado, 05 DE Junho DE 2010

Você é cachorreiro?

O primeiro sintoma surge cedo, naquele dia em que a criança interrompe a paz de um almoço no lar e faz os pais engasgarem com o insólito pedido:

- Quero um cachorro!

Pronto, começou o inferno dos pais e do mini-cachorreiro. É logo levado a uma magnífica loja de brinquedos, podendo escolher o que quiser, desde uma bicicleta até aquele carrinho cheio de luzes e sirenes.

- Quero um cachorro!

Ganha o carrinho e mais um monte de presentes, para ver se esquece do cachorro. Mas não tem jeito.

Ganha tartaruga, jabuti, periquito, canário e até um hamster, mas nada disso satisfaz a ânsia de cachorreiro que já nasce em sua alma numa intensidade que assusta toda a família.

Se der sorte, ganha seu primeiro cachorro. Se não, vai ter mesmo que esperar crescer.

Aí, enfim, livre das amarras familiares, começa a mergulhar fundo na criação. Vem a primeira fêmea, o sufoco do primeiro parto, o acompanhamento dos filhotes, o medo da parvo, da corona e, assustado, resolve:

- Não fico com nenhum!

A ninhada cresce, começa a reconhecer o dono, a abanar o rabinho e pronto! A decisão, antes inabalável, sofre o primeiro impacto. Daí a uns dias, a resolução já é outra:

- Não me desfaço das fêmeas; só saem os machos!

Começou sua longa jornada de cachorreiro através deste mundo-cão. Daí para frente, passa a vida trocando jornais, fazendo vigília ao lado das cadelas que estão para parir ou dando remédio aos filhotes mais fracos.

O cachorreiro vai se afastando do mundo dos homens e admite mesmo:

- Não gosto de gente...

Programa de cachorreiro é visitar ninhada dos outros, pegar cachorro no aeroporto, levar às exposições ou pendurar-se no telefone para conversar com seus amigos cachorreiros... sobre cachorros.

No começo, criar uma raça só já o satisfaz, mas logo dá aquela vontade de experimentar outra e lá vai ele pela vida afora, em meio a muitas raças e muitos cães.

As compras de um cachorreiro também são diferentes das compras de um ser humano comum: shampoos, cremes, óleos, gaiolas, enfeites... mas tudo para cachorro.

Se algum amigo viaja para o exterior e cai na asneira de perguntar: - Quer que traga alguma coisa para você?", recebe logo as mais estranhas encomendas: máquina de tosa, lâminas, escovas, pentes... e tudo para cachorro.

Casa de cachorreiro é toda engatilhada, cheia de grades aqui e ali, protegendo portas e janelas. A decoração muitas vezes fica prejudicada com a presença de gaiolas e caixas de transporte na sala e nos quartos.

Mas o cachorreiro não está nem aí e, como quem frequenta casa de cachorreiro é cachorreiro também, ninguém liga mesmo.

O carro do cachorreiro também não pode ser qualquer um. De preferência um utilitário com bastante espaço interno para caberem os cachorros e as tralhas todas nos dias de exposição. Banco de passageiros não é tão necessário, mas o espaço é indispensável.

Cônjuge de cachorreiro tem que ser cachorreiro também, ou a união pode sofrer sérios abalos e quando chega aquela hora fatídica, no meio de um bate-boca, em que o outro dá o ultimátum: "Ou os cachorros ou eu!", o cachorreiro certamente vai optar pelos cachorros.

Velhice de cachorreiro é cheia de preocupações.

- Vou morrer... e quem cuida dos meus cachorros?

Resolve, então, não criar mais nada e reza para que todos os seus cães partam antes dele, mas o coração não aguenta e, dali a pouco, arranja outro filhote para cuidar, estribado na promessa de alguém que garante ficar com o cachorrinho em caso de morte do cachorreiro.

E, como ser cachorreiro é ' padecer no Paraíso', acredito que o bom Deus, na sua infinita misericórdia e eterna sabedoria, já tenha providenciado um céu só para os cachorreiros onde eles, junto com todos os seus cães, seus amigos cachorreiros, juizes, veterinários, etc., possam, enfim, levar uma vida tranquila e cheia de paz.

Mas, como muita tranquilidade acaba ficando monótono, logo o cachorreiro fica espiando de longe o mundo dos homens, cheio de saudade, já pensando em voltar para cá e começar tudo de novo.

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12/02/2005

Texto: Marcia Villas-Bôas

http://www.segredodosdeuses.hpg.ig.com.br/

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publicado por LauraBM às 00:25
Segunda-feira, 10 DE Maio DE 2010

Produtos ecológicos afastam pombos s/causar danos à saúde das aves

pombos-chinesa.JPG   Espantalho electrónico é indicado para combater a presença das aves em grandes áreas, como hospitais e aeroportos.

 

Parodi destaca ainda que o principal motivo da multiplicação de pombos na cidade de São Paulo (não existem números oficiais sobre a população de pombos) é o fornecimento indiscriminado de alimentação pela população, dando condições das aves de se reproduzirem mais do que o normal, criando uma superpopulação de pombos na capital paulista. “É preciso que as pessoas se conscientizem que os pombos, que vivem nos ambientes livres, não precisam receber alimentos. A alimentação que eles precisam está na própria natureza, como sementes e grãos, que eles comem nas árvores. Desrespeitar este ciclo natural de alimentação e da vida dos pombos é um grande equívoco, que traz graves consequências para a própria natureza, destaca Parodi.

 

Para o empresário Francisco Mascaro, director da empresa MRZM, primeira empresa brasileira a comercializar com exclusividade produtos ecologicamente correctos para o controle de pragas, uma excelente opção para manter os pombos afastados é o Byebird. Destinado a repelir pombos, pardais e aves e desenvolvido pela própria MRZM, o Byebird possui laudo do Instituto Adolfo Lutz, comprovando a sua atoxidade. O produto é formado por um detergente para limpeza dos locais contaminados, o repelente e uma espátula para aplicação. Segundo Francisco Mascaro, o grande diferencial do Byebird é que ele interfere nos sentidos do pombo, que fica irritadiço ao tocar o gel, e, a partir daí, abandona o local que costuma frequentar. Mascaro destaca que o produto é inédito e só é comercializado pela MRZM.

 

Mascaro destaca ainda que em grandes lugares, como hospitais e principalmente aeroportos, que muitas vezes enfrentam sérios problemas como os pombos e outras aves, é indicada ainda a utilização de uma pirâmide especial. Conhecida como espantalho electrónico” ou Byebird Reflex, a pirâmide é formada por espelhos e tem capacidade para atingir uma área com até 40 mil metros, impedindo a aproximação de pombos e aves em geral.

 

SOBRE A MRZM

Criada em 1997, a MRZM é uma empresa que actua na área de controle de pragas (a empresa não faz dedetização) com um diferencial: os produtos são baseados em princípios ecológicos e têm como objectivo reduzir os impactos ambientais causados por venenos e produtos tóxicos utilizados geralmente neste tipo de actividade. Com uma linha de 150 itens, a MRZM possui a exclusividade na venda de pelo menos de 80% deles. Os produtos são variados. Lá podem ser encontradas desde velas de andiroba, utilizadas para o combate ao mosquito da dengue, até pirâmides de espelho conhecidas como \"espantalhos electrónicos \". Os preços dos produtos variam de R$7,00 até R$ 2.500,00.

 

Além de produtos para combate das pragas em geral, a MRZM possui uma linha exclusiva de produtos para cães e gatos. Um dos destaques é o Passafora. O produto é um descaracterizador de territórios e indicado para os donos ou não de cães e gatos que querem impedir que os animais continuem fazendo suas necessidades em locais não desejados. É comercializado na forma concentrada para grandes áreas, com pulverizador para pequenas áreas (pneus, móveis, etc.) e granulada para grama e jardim. Os preços variam de R$ 7,00 a R$ 44,00.

 

Para conhecer outros produtos da MRZM acesse o site: www.mrzm.com.br O telefone para mais informações é (11)3726-1456. Fonte: Comunicação Ambiental - Universidade Estadual do Maranhão - Brasil http://www.uema.br/noticias/noticia.php?id=2148 Data da Notícia: 02/04/2004

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publicado por LauraBM às 14:26
Sábado, 10 DE Abril DE 2010

Crocodilo à moda

crocodilo-pe_homem.JPG

E se os crocodilos também tivessem a mesma ideia de moda? Já viu como era?

Que espantados ficaríamos quando nos deparássemos com um assim tão moderno!...

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publicado por LauraBM às 13:33
Segunda-feira, 15 DE Março DE 2010

Santuário de Fátima rejeita acusações de maus-tratos a animais

Tenho isto, onde se pode clicar
 
e mais isto
 
mas vai tudo parar ao mesmo e nada foi confirmado nem desmentido. São notícias que nunca chegam a bom porto – são levantadas e assim morrem.
Já é costume neste país onde tudo se abafa.
Existe num destes links um comentário que diz: «onde há fumo há fogo» e eu acredito que sim.
Não me custa acreditar que os seguranças do santuário o façam. Aquilo virou um negócio importante, e a terra vive das lembranças que vende aos visitantes e dos quartos que lhes aluga. A Igreja faz fortunas com o que oferecem à Nª Sª de Fátima. É o vale tudo!!!!!
Tem que estar limpo e livre de animais, errantes ou não, pois não se podem incomodar os visitantes.
Mas a gente pode ver pelas ruas e estradas de Portugal os animais abandonados e desprezados sem que as Câmaras façam alguma coisa ou se importem muito com isso.
Não quer dizer que não façam recolhas, ou isto virava um caos ainda maior, mas se a gente telefona e pretende deixar um animal que encontrou, esteja ou não em mau estado, eles respondem que não recebem nem tratam. São poucas as excepções camarárias!
Portugal é um país do 3º mundo convencido que é evoluído. Mas é tão evoluído como a religião católica que nos impingem desde pequeninos.
Cada dia que passa me transtorna mais esta nossa religião de igrejas cheias de quem anda, cá por fora, a maltratar os outros ou indiferente aos problemas de cada um, mesmo que sejam vizinhos.
--------
Laura
 
Sent: Wednesday, August 11, 2010 10:53 PM
 
A A A  Portugal

Santuário de Fátima rejeita acusações de maus-tratos a animais

http://www.anda.jor.br/?p=80179 

11 de agosto de 2010

O Santuário de Fátima rejeitou hoje (11) as acusações de maus-tratos a animais, que classificou de falsas e caluniosas, admitindo agir judicialmente contra os autores da campanha difamatória” que visa “denegrir” a sua imagem.

Em comunicado, a propósito de uma manifestação agendada para domingo de manhã, em Fátima, Portugal, pelo Partido Pelos Animais (PPA) “contra os maus-tratos aos animais no santuário”, o reitor da instituição garante que “são falsas e caluniosas as acusações amplamente divulgadas na Internet, segundo as quais, por ordem da reitoria do santuário de Fátima, são maltratados ou assassinados os cães ali encontrados”.

Segundo o PPA, “seguranças (do santuário) capturam regularmente todos os cães que encontram, com ou sem tutor, e amontoam-nos numa gaiola nas traseiras do santuário, onde são deixados durante dias, ao sol e à chuva, sem comer nem beber, até que a Câmara Municipal de Ourém os venha buscar para serem sacrificados”.

Com informações do Expresso 

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publicado por LauraBM às 00:43
Sexta-feira, 12 DE Março DE 2010

Procedimentos Camarários!?!?!?

caesesfomeados.jpgOs moradores acham cruel deixar os animais morrer à fome!

 

Fornecer alimento nos espaços públicos e atrair animais de companhia, errantes, selvagens ou que vivam em estado semidoméstico no meio urbano, tais como gatos, cães e pombos, vai passar a ser punido em Peniche com a coima de um décimo do salário mínimo nacional, cerca de 36 euros.

 

 A medida foi aprovada pela Câmara Municipal, no âmbito de uma alteração ao Regulamento dos Resíduos Sólidos do Município, mas desagrada à maioria dos moradores. Segundo a autarquia, esta medida visa dar resposta às “muitas reclamações” que tem recebido “de munícipes, turistas, da PSP e da GNR, dos hospitais de Peniche e de Caldas da Rainha, bem como das juntas de freguesia do concelho, relativamente ao ataque, estragos materiais e problemas de saúde provocados por cães vadios e errantes.

 

A acção visa complementar a actividade dos serviços na identificação e recolha dos cães vadios ou errantes, para posterior exame clínico, vacinação e encaminhamento para a adopção nos casos em que tal seja possível. No caso dos pombos, poderá ser admitido o fornecimento de alimento em locais a definir pela Câmara Municipal, mediante requerimento dos interessados, isento de taxa, e após parecer e com o acompanhamento dos serviços veterinários municipais.

 

Com a aplicação desta medida, a edilidade pretende contribuir para a melhoria das condições higiénicas do concelho e aumentar a segurança da população. Os moradores, porém, discordam da decisão camarária, considerando que se os animais não são alimentados, adoecem e então será muito pior. Dar-lhes de comer é melhor do que vê-los morrer à fome, sustentou José dos Santos, que admite deixar comida para os gatos em latas na zona da Ribeira Velha. Há pescadores que vêm do mar e trazem comida para os animais e chegam também a vir aqui senhoras que trazem os restos da comida de casa, relata. - José Ximenes também está de acordo que se dê comida, justificando que “os animais são a nossa companhia, enquanto Manuel Mateus aponta que desde que se dá comida para os gatos, desapareceram os ratos desta zona e havia aqui cada rato que até metia medo. - Vítor Manuel é mais crítico. Fiquei bastante apreensivo e mesmo indignado, é desumano. Certamente que ninguém de bom senso prefere ver os animais a morrer de fome.”Aproveito para fazer um apelo à população de Peniche, no sentido de ser solidária e se opor totalmente a que sejam aplicadas coimas a quem der de comer a animais abandonados, sem que primeiramente a Câmara crie todas as condições para a sua recolha, desafia.

 

NOTA: Este assunto diz respeito a 2004, mas são a cara dum país que jamais se preocupou com os seus animais. Acreditem que continua actual, infelizmente! E se não for em Peniche, será em Lisboa onde há pessoas multadas por darem de comer aos pombos em jardins públicos. E estes procedimentos camarários não são, de modo algum, um incentivo nem um exemplo para a população deixar de abandonar os seus animais. É preciso que os exemplos venham de cima, mais do que nunca!!!!!!! Que cara tem este presidente que tal ordem emite? Como se comportará em casa, perante a família? Belo exemplo para os filhos!!!!!!!!!!!!!!!! Não, não é assim! Primeiro encontram-se e criam-se condições para a recolha dos animais e, depois… Já não é preciso tomar nenhuma medida deste cariz tão impopular. Dever-se-à, isso sim, convidar a população a não alimentar animais vadios mas, sim, entregá-los nos centros de acolhimento. Ensinar e não reprimir! Ouviu, senhor Presidente de Peniche? Valha-o Deus!!!!!!!!!!!!!!

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Laura B. Martins

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Quinta-feira, 11 DE Fevereiro DE 2010

Antídoto contra envenenamento

ANTÍDOTO CONTRA ENVENENAMENTO DO SEU CÃO (OU GATO)

(FUNCIONA, USEM SEM MEDO)

 

Dr. Marcel Benedeti (veterinário) recomenda como agir em caso de suspeita de envenenamento de animais: "Quando houver suspeita, dar água morna salgada ou água oxigenada 10 vol (uma colher de sopa) que, em contato com o estomago, vira água morna salgada e faz o animal vomitar .

 

Em seguida, dar ATROVERAN (1 gota por kg de peso de 6 em 6 horas), é o melhor antídoto para venenos do tipo 1080 e chumbinho.

 

Tenha sempre Atroveram por perto e repasse esta informação para as pessoas que conhece. Poderá salvar vidas.

 

O carvão vegetal também ajuda muito em envenenamentos (inclusive em humanos ), pois é absorvente.

Já existe, nas farmácias, em comprimidos.

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Atenção aos medicamentos dados a gatos pois são muito frágeis, ao contrário dos cães que funcionam bem com quase todos os n/medicamentos.

Este artigo veio do Brasil e, embora duma pessoa digna de crédito, não testei.

INFORME-SE ATEMPADAMENTE NO SEU VETERINÁRIO.

Laura

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Domingo, 10 DE Janeiro DE 2010

Declaração Universal dos direitos dos Animais

Lassie_criancas.JPGPREÂMBULO:

 

Considerando que todo o animal possui direitos,

Considerando que o desconhecimento e o desprezo destes direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza, Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo,

Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros.

Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante,

Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais.

 

PROCLAMA-SE O SEGUINTE:

Art. 1º - Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.

Art. 2º - Todo o animal tem o direito a ser respeitado. O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais. Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à protecção do homem.

Art. 3º - Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a actos cruéis. Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não lhe provocar angústia.

Art. 4º - Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir. Toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.

Art. 5º - Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie. Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.

Art. 6º - Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural. O abandono de um animal é um acto cruel e degradante.

Art. 7º - Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.

Art. 8º - A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação. As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.

Art. 9º - Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.

Art. 10º - Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem. As exibições de animais e os espectáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal. Art. 11º - Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.

Art. 12º - Todo o ato que implique a morte de um grande número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie. A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.

Art. 13º - O animal morto deve de ser tratado com respeito. As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.

Art. 14º - Os organismos de protecção e de salvaguarda dos animais devem estar apresentados a nível governamental. Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.

 (*) A Declaração Universal dos Direitos dos Animais foi proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas - Bélgica, em 27/Janeiro/1978

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http://www.homemsonhador.com/DecretoAnimal.html  

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Quinta-feira, 24 DE Dezembro DE 2009

Natal e abandono

natal_abandono.jpg

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Terça-feira, 10 DE Novembro DE 2009

Vida de cão!

caoLabradorpe.jpgQuando era miúdo costumava-se associar a vida regalada, à vida de cão. Comer e dormir, num lar acolhedor.

 

Em casa dos meus país sempre houve cão, gato e canário, uma vez por outra. Hoje à distância de quase 50 anos, chega a ser penoso, falar em vida de cão. É vê-los no Inverno para agradar a meninos mimados ou casais com pretensões. E no Verão feitos cães de rua, tristes e abandonados numa estrada qualquer, como um brinquedo inútil que se joga no lixo. Para tudo na vida é preciso civismo e sentido ético.

 

Hoje, a pedido da minha filha, tenho uma cadela Labrador que foi adoptada e nos enche de mimos. Cada vez que chego a casa as suas festas, lambidelas e alegria, fazem-me sentir um viajante que vem de longe. Temos um animal para a vida, legalizado, vacinas em dia e chip para o que der e vier. E também limpo os cocós que ela faz na rua, como é minha obrigação. Um animal em nossa casa, é mais um elemento da família. Se não formos capazes de o assumir, não devemos ir buscá-lo. Ver sofrer um animal é algo que só não toca quem é muito duro de coração.

 

Os animais têm até direitos que estão consignados numa "carta dos direitos dos animais". E aqui começa a bater o ponto. As leis e posturas camarárias aprovadas, são fartas em proibições e omissas a mais das vezes, nos direitos dos animais. A maioria dos canis municipais deviam encher de vergonha qualquer ser humano.

 

Por vezes para quem de facto gosta de animais, quase parece ser crime adoptar um cão ou gato. - Um animal não pode entrar num estabelecimento de restauração, mas outros animais ditos racionais, podem encher de fumo a comida do parceiro, ou os bolos e pastéis das vitrinas. - Por vezes há vizinhos que se incomodam com o ladrar ou miar dos bichos. Mas entram a qualquer hora da noite aos berros nos prédios que habitam.

- Um animal não pode ir à praia, mas outros animais ditos racionais, podem lá deixar sacos de lixo, latas amachucadas, restos de fruta, plásticos e garrafas, quando não mesmo os cocós e chichis dos meninos porcalhões. Já para não falar de alguns produtos de higiene íntima a boiar nas águas. - Os animais não podem frequentar alguns parques e jardins, mas os humanos podem lá fumar charros, injectar-se e partir garrafas de cerveja e copos no chão, das tabernas próximas.

 

Neste artigo de opinião pós-férias quero deixar os meus cumprimentos e a minha consideração aos municípios da Moita e de Vila Real de Stº António. Têm regulamentos de proibição mas incentivam e apoiam a adopção de animais oferecendo vacinas, apoio veterinário e esterilização. Não é muito difícil, afinal, ser Humano!

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18/09/2007

José Reis Dirigente da Asserpo Coluna OPINIÃO do Jornal do Pinhal Novo

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Sábado, 10 DE Outubro DE 2009

História verdadeira - Após um tornado...

animais_resgatados.jpg

A história começa quando os voluntários encontraram um pobre cão a quem deram o nome de Ralphie.

 

Ralphie, assustado e esfomeado, juntou-se aos seus salvadores.

 

Pensávamos que nada sobreviveria após isto... mas estávamos enganados. Uma pequena "senhorita", (cadela), também sobreviveu à desgraça e foi acomodada no carro - assustada mas segura.

 

Eles já não estão sozinhos. Ficam amigos instantaneamente, confortam-se um ao outro no carro enquanto adicionavam mais dois cães beagles encontrados. E vem também um gato! E agora então, um novo viajante para juntar à turma... (nota: o gato entra directo para o banco traseiro, como que necessitando aconchego...) e agora, como é que isto vai funcionar??? Cães e o gato juntos??? (e lembrem-se : eles são todos estranhos uns aos outros)

 

Uau! As coisas que nós aprendemos com estes nossos amigos...

Se a humanidade pudesse aprender lições tão valiosas como esta. Lições de amizade instantânea - de paz e solidariedade. De harmonia pela via do respeito mútuo, sem olhar a cor, raça ou religião!

Estes bichinhos dizem-nos: "o que interessa é que estamos vivos e não estamos sós". Sim, é com certeza isso!

Por isso... vive, ama, rí.

 

Nota de Luiza De Resende Braga: Vivemos numa região de tornados constantes. Na porta da nossa geladeira temos um lembrete aos salva-vidas para salvarem nossas gatinhas: Honey e Cassey.

A vida é um presente... desembrulha-o!

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5/12/2007

Castelo dos Sonhos

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Quinta-feira, 03 DE Setembro DE 2009

Abandono desesperado de 3 gatos!!

3gatos.JPGAcabo de receber esta mensagem da Associação de Animais Abandonados da Moita da qual sou sócia. É mais uma mensagem impressionante, fruto do estado deste país. Como acudir a tantos casos de abandono? Laura B. Martins http://laurabmartins.blogs.sapo.pt - Blog "Animais no Mundo" Date: Wed, 2 Sep 2009 15:44:16 +0100 From: animais da Moita Subject:

 

Abandono desesperado de 3 gatos!!

 

Um dos maiores terrores que vivemos na associação é quando chegam até nós gatos adultos vindos do conforto de uma casa.

Ainda não nos recuperamos das últimas duas gatas que se deixaram morrer! A dona idosa foi para um lar, sem saber que os familiares lhe esvaziaram a casa dos seus pertences e os bem mais valiosos, 2 gatas adultas, foram postas na rua e fechadas as portas.

É um gesto de tal frieza, que só podem ser chamados de serem repugnantes e insensíveis.

A Senhora que cuidava da idosa teve o cuidado de fazer chegar até á associação as duas gatinhas que, embora saudáveis, morreram 10 dias depois, apesar de todos os esforços dos veterinários.

Estiveram 5 dias no gatil da associação, permaneceram de olhos esbugalhados, sem comer, assustadas e confusas.

Os restantes dias passaram internadas e morreram com um intervalo de 2 dias.

 

Voltamos a reviver tudo:

3 Lindos gatos foram deixados numa caixa junto á associação, traziam todos os seus pertences, liteiras, ração, brinquedos e um bilhete entre as mantinhas feitas á mão.

Junto uma carta com um pedido desesperado e comovente de quem a vida se transformou ao ponto da própria sobrevivência e dos filhos depender de terceiros.

É uma carta que descreve o Nino (gato macho castrado ENORME, de uma mansidão do mesmo tamanho), a Amarelinha (Fêmea assustada, com olhos lindos e que segundo a descrição, pouco mia e quando o faz é de forma diferente dos outros gatos) a Fofinha (gata de pêlo longo, descrita como arisca e doente).

A pessoa escreve não ter dinheiro para a tratar e, neste momento, já está internada para percebermos o que se passa com ela.

O nosso objectivo é que estes animais sejam adoptados RAPIDAMENTE, antes de entrarem em profunda depressão e deixarem-se morrer. Se a pessoa ler esta mensagem, que venha visitar estes gatinhos.

Tratamos todos os gatos como nossos e não praticamos o abate.

Faremos os impossíveis para que sejam adoptados por donos 5 estrelas e também o que custar para tratar da Fofinha.

http://aaaamoita.com.sapo.pt/home.html -  www.aaaamoita.com.sapo.pt  

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Segunda-feira, 10 DE Agosto DE 2009

Homem destruidor

O homem não se contentou em caçar e pescar apenas para comer, como fazem todos os animais. De rei da Criação de que falavam os textos sagrados, ele se tornou o inimigo da Criação. Não lhe bastou domesticar os animais para que o servissem. Não lhe bastou ir ao âmago das florestas buscar carne para comer, peles para se vestir e ossos para fabricar utensílios.

Inventou armas e armadilhas e é o único culpado pela destruição e instalação do desequilíbrio ecológico na Terra.

 

"Enquanto o homem continuar a ser destruidor impiedoso dos seres animados dos planos inferiores, não conhecerá a saúde nem a paz.

Enquanto os homens massacrarem os animais, matar-se-ão uns aos outros.

Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor."

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Pitágoras(Filósofo Grego)

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Segunda-feira, 06 DE Julho DE 2009

Maldade e insensatez - poema

A minha vida tem sido uma batalha.
Quanto mais fujo da maldade, mais me calha
ver cenas bem difíceis de observar.
Quisera, eu, mudar a minha casa
para local onde a violência não arrasa
tudo que mexe; ser feliz noutro lugar.

E, tristemente, recordei a cena atroz
que os obrigava a fugir do seu algoz
perus, galos, galinhas dum vizinho.
O filho dele, empunhando a caçadeira
matava, exibindo qual bandeira,
os animais e carregava-os p'lo caminho.

São os instintos maléficos do homem
que lhe permitem caçar e, assim, consomem
tudo que é belo e livre dentro dos países.
Dando guarida aos pequenos terroristas,
ensinam-se a matar. São as conquistas
dos homens de amanhã - uns infelizes!

Vejo-o pegar na malga da comida,
chamar a criação, a quem convida,
e dar-lhes pontapés. Que malvadez!
De fundo tão maldoso, este rapaz,
assusta-me. É preciso homem capaz
de o surrar bem e demonstrar-lhe a insensatez.
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23/08/2007
Laura B. Martins
Soc. Port. Autores nº 20958 

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Quarta-feira, 10 DE Junho DE 2009

Flopy e Paquita com a dona

FlopyPaquitaJacke.JPGQuem trabalha fora do seu país, enfrenta situações bem difíceis, quer a nível dos homens quer dos animais.

As emoções e os sentimentos ficam, muitas vezes, para trás por ausência de escolha.

O caminho a seguir é aquele e não tem como alguém se negar.

 

Deixam-se os amigos, igualmente os de 4 patas ou penas, (quem sabe até um simples peixinho de aquário), e segue-se um destino padrasto numa vida madrasta.

Quando é possível tirar umas férias e regressar, apanham-se imagens como esta, duma amiga muito querida com os seus dois amores.

A foto não deixa ver as lágrimas de alegria na chegada e as de tristeza na partida.

Quem sabe se é melhor assim?

Quem sabe quando e se tornarão a ver-se?

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Laura

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Domingo, 10 DE Maio DE 2009

Qtªs de peles - Coelhos

coelhosbrs-gaiolas.jpgEm Portugal, este é um lucrativo negócio que está habilmente disfarçado sob a capa da produção da carne de coelho, ante a inoperância e negligência por parte das autoridades nacionais.

 

O Ministério da Agricultura, através do Gabinete do Ministro e em articulação com a Direcção-Geral de Veterinária, afirmou, no passado dia 12 de Outubro (muito pouco tempo antes do início desta investigação), em resposta a um requerimento do Deputado Luís Carloto Marques, que:

- A Direcção Geral de Veterinária não conhece a existência e funcionamento de quaisquer unidades, centros ou quintas de criação e/ou abate de animais para extracção do seu pêlo, nem existem normas legais para o seu funcionamento.

 

Esta investigação prova, por um lado, que o Governo não controla de todo este comércio secreto e que, por outro lado, mostra que as autoridades máximas em Portugal neste domínio (Ministério da Agricultura e Direcção Geral de Veterinária) nem sequer têm noção de que existem dois decretos-lei diferentes aplicáveis a esta área: - o Decreto-Lei n.º 64/2000, de 22 de Abril, relativo à protecção dos animais nas explorações pecuárias (incluindo de animais mantidos para produção de pele com ou sem pêlo) - e o Decreto-Lei n.º 28/96, de 2 de Abril, relativo à protecção dos animais no abate ou occisão (incluindo de animais destinados ao aproveitamento da sua pele e pêlo).

 

Estes diplomas estabelecem, de modo geral, de que modo devem os animais ser mantidos nas quintas de peles, e, de modo específico, como devem ser mortos (tendo referências explícitas e específicas, até, ao modo como raposas, chinchilas e martas devem ser mortas, incluindo o uso da electrocussão e de câmaras de gás, que são métodos chocantemente regulamentares segundo este decreto-lei).

 

Para Miguel Moutinho, Presidente da ANIMAL, quem usa pêlo de coelho e julga que isso é bonito, tem que saber que coelhos aterrorizados foram mantidos em jaulas miseráveis e mortos com apenas 6 semanas idade ou com entre 3 a 5 meses, no caso de terem sido criados apenas pelo seu pêlo, tendo sido tratados de forma violenta e inseminados artificialmente de forma invasiva e cruel, e tendo sido degolados muitas vezes enquanto estão ainda conscientes, para que o seu pêlo fosse convertido numa estola ou num adereço, possivelmente num enfeite de um relógio, sapato, mala ou brinco, ou para ser parte de um colete ou casaco.

 

Usar o resultado de tanta violência e injustiça cometidas contra animais com um fim tão supérfluo é uma opção repugnante.

É escolher um visual composto de partes de cadáveres de animais que foram explorados e violentamente mortos para algo de absolutamente condenável e injustificável, afirmou.

Neste Inverno, pergunte a si mesmo: «Quem são as verdadeiras vítimas da moda?»”

www.animal.org.pt 

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Domingo, 10 DE Maio DE 2009

Qtªs de peles - Visons

visons_martas.jpg

Vison (também conhecido como “marta” ou “mink”) mantido numa gaiola numa quinta de peles.

Foto: © Animal Defenders International

 

Se não sabia, pasme com tanta loucura e maldade permitida pelo governo português! Não serve dizer que há outros países onde igualmente se pratica tal atrocidade. Por haver assassinos e ladrões neste mundo, eu não vou, certamente, proceder como eles.

 

O abate destes animais é sempre feito de modo extraordinariamente traumatizante e violento, sobretudo para se evitar que o seu pêlo que é o que tem o valor económico que esta indústria protege e busca seja danificado.

A título de exemplo, é o Decreto-Lei n.º 28/96, de 2 de Abril, relativo à Protecção dos Animais no Abate e ou Occisão, que estabelece, no seu ANEXO G, que os métodos autorizados para o abate destes animais em Portugal são:

1) a utilização de instrumentos mecânicos que penetram no cérebro (um projéctil deve penetrar no córtex cerebral do animal),

2) a injecção de uma dose letal de uma substância com propriedades anestésicas,

3) a electrocussão com paragem cardíaca (que pode ser electrocussão anal),

4) a exposição ao monóxido de carbono (câmara de gás),

5) a exposição ao clorofórmio (câmara de gás) ou

6) a exposição ao dióxido de carbono (câmara de gás).

 

Estes são os mesmos métodos utilizados praticamente em todo o mundo, salvo em alguns países onde também é permitido afogar os animais ou quebrar-lhes a coluna para provocar a morte. Ou seja, esta é uma actividade violenta que é infelizmente legal e que só terminará em resultado dos seus protestos e do apoio que dedicar às campanhas da ANIMAL contra a indústria do pêlo.

 

VISONS

Nas quintas de visons, estes animais são mantidos em pequenas gaiolas durante todas as suas curtas e infelizes vidas.

Frustrados e perturbados pelas condições pobres de sobrelotação e falta de espaço e de enriquecimento ambiental a que são forçados, é comum estes animais desenvolverem distúrbios comportamentais graves, como a auto-mutilação ou o canibalismo, além da repetição constante dos mesmos movimentos, facto que se observa em todos os animais mantidos em quintas de peles.

Mas coelhos, chinchilas. etc. são igualmente torturados.

 

Agora que já sabe, vá correndo ajudar a Associação Animal no seu trabalho em prol destas vítimas indefesas.

www.animal.org.pt 

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Sexta-feira, 10 DE Abril DE 2009

A lata dos espanhóis!

Sabendo que o cão é português, reparem na notícia.....
http://www.elmundo.es/elmundo/2009/04/12/internacional/1239569960.html  

 

Un inquilino ibérico en la Casa Blanca
 

Obama acaricia a 'Bo' en presencia de su familia. | Reuters
La mascota del presidente de EEUU es autóctona de la Península Ibérica
Es de la misma familia que el perro de agua español, pero más grande
Originariamente, recibía el nombre de 'turco andaluz' y era perro de pastores
No suelta pelo y es perfecto para alérgicos, como la hija pequeña de Obama
Daniel G. Lifona |
Actualizado domingo 12/04/2009 22:59 horas
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El presidente de Estados Unidos, Barack Obama, compartirá desde ahora su residencia oficial con un inquilino de raza ibérica. 'Bo', la nueva mascota de las hijas del mandatario, es un perro de agua portugués, autóctono de la Península Ibérica y emparentado con el perro de agua español.

 

"El perro de agua portugués y el español son primos hermanos, proceden del mismo tronco y originariamente recibían el nombre de 'turco andaluz', porque son originarios de Turquía y entraron en la península por Andalucía, con los comerciantes árabes de ganado", asegura Simón García, responsable de la página web perrodeagua.com.
De hecho, García está convencido de que si los Obama conocieran las diferencias entre el perro de agua portugués y el español "habrían elegido el español" como mascota. "El perro de agua español es 10 centímetros más pequeño que el portugués, que en el caso de los machos llega hasta los 57 centímetros de altura a la cruz y lo considero un perro grande", explica García. "El perro de agua español tiene un tamaño medio que lo hace más manejable y apropiado como mascota", añade.

 
'Bo', la mascota de los Obama. | AP
La familia Obama ha elegido un perro de agua portugués porque, al igual que el español, no suelta pelo y es perfecto para personas alérgicas, como Malia, la hija mayor del presidente. "Tiene un pelo de textura lanosa que si está perfectamente desparatizado y limpio es el más adecuado para convivir con personas alérgicas", confirma García.
Pero además de ser hipoalergénico, el perro de agua portugués tiene otras cualidades que le han hecho ser el elegido por los Obama. Según Simón García, "es un tipo de perro muy sociable, alegre, cariñoso, inteligente, fácil de educar e ideal para perro de compañía".
La prueba de que "no es un perro tozudo y que aprende a la primera" es que el perro de agua, tanto el portugués como el español, es muy utilizado por cuerpos de bomberos y de policía para la búsqueda de víctimas de terremotos, para la detección de droga e incluso para rastrear rastos de sangre.
A pesar de ser una raza vinculada históricamente a la transhumancia y el pastoreo, es un perro polifacético y capaz de desempeñar diversas tareas. Los marineros portugueses lo han utilizado para recoger objetos del fondo del mar y también como perro guardián. "El perro de agua portugués es más serio que el español por haberse dedicado a la guarda de las embarcaciones", señala García.
El perro de agua español se ha convertido actualmente en la estrella de las razas caninas autóctonas de España en número de inscripciones, por lo que está desplazando a otras muchas razas. Sin embargo, su pariente portugués está más extendido fuera de España porque fue registrado en los libros caninos de Portugal mucho antes que en España.
En Estados Unidos existen numerosas sociedades de perros de agua portugueses y el senador demócrata Edward Kennedy es un gran enamorado de esta raza. Él fue quien regaló 'Bo', de seis meses, a la familia Obama.

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publicado por LauraBM às 00:24
Terça-feira, 10 DE Março DE 2009

O dono morreu e...…

Tob_abandonado.JPGO DONO MORREU E "TIA" O LEVOU P/O CCZ DE STO ANDRÉ

 

A cada dia o ser "humano", (acho contraditório o sentido dessa palavra), se supera na criação de métodos cruéis para a resolução de seus problemas ou para extravasar as suas frustrações.

 

Reflicto muito no porquê o ser "humano" não utiliza essa mesma criatividade para o bem, para fazer deste mundo um lugar melhor de se viver...

Difícil encontrar uma resposta coerente.

 

O dono do TOB morreu e a irmã do falecido encontrou uma maneira simples para se livrar dos bens sem valor monetário: levou o TOB para o CCZ de Santo André.

Assim como papéis velhos, comida estragada, TOB foi eliminado do lar onde vivia, como se lixo fora.

 

Contactos para adoptá-lo: Lúcia Rejane (11) 4991-6105 ou 9475-0487.

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27/08/2006

artigo encontrado no fotolog http://sonhadogs.fotoblog.uol.com.br/ 

 

Eu não sei se o animal conseguiu ser adoptado, já lá vai bastante tempo. O que sei é que me senti muito mal por encontrar tal artigo. A maldade humana é arrasadora.

Como se pode fazer tal coisa a um animal lindíssimo como esse? E que fosse feio?

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Laura

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Terça-feira, 10 DE Fevereiro DE 2009

Violência doméstica!

caes_violenciadomestica.JPGE você julga que a violência doméstica só diz respeito às pessoas da casa? Desengane-se!

Violência doméstica é tudo o que for usado para perturbar os direitos de pessoas ou animais.

O que dizer de quem acorrenta animais e os deixa lá ficar meses e anos a fio?

Ainda que a alimentação e água não faltem, então e a liberdade? O que é feito das correrias, da alegria de viver, das cambalhotas no ar, dos saltos e investidas quando os donos chegam?

O que é feito do farejamento em todos os cantinhos, da casa e do quintal, das corridas atrás dos pequenos animais, das brincadeiras com as bolas e brinquedos?

 

Se o seu animal perturba as plantas e flores do quintal ou jardim, meta umas redes. Vai ver que não custa muito se usar um pouco de imaginação e trabalho. Vale a pena!

Eduque o animal para que não estrague e ensine-o a usar os corredores e caminhos ladeados de redes.

Verá que ele aprende e será um animal feliz.

 

Os animais não foram criados para estarem acorrentados. A sua saúde ressente-se.

Se quer um animal quieto e sem vida, compre um peluche. Se for de corda ou pilhas, melhor ainda. Assim poderá entreter-se e deixar os que têm vida expandir-se à vontade.

O meu jardim é bonito e sempre tive animais. Levo os cães à rua para que façam os chichis e cocós tal como se não tivesse quintal nem jardim.

 

Se tem um gato, dê-lhe troncos e arranhadores porque ele tem necessidade de afiar as unhas.

Se tem um cão ensine-o e treine-o a obedecer e não estragar os pertences do dono. Eles sabem distinguir aquilo de que os donos gostam e podem aprender a respeitar.

As crianças também aprendem e, mesmo assim, fazem maroteiras.

Prepare-se para isso mas, por amor de Deus, não castre a alegria do seu animal de estimação, castre sim, o animal, mas para que não procrie sem necessidade.

Se não gosta dele, ofereça-o a quem o estime. Será um bem para si e para ele.

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Laura

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Sábado, 10 DE Janeiro DE 2009

Utopia!

animais_casaeselva.JPG

 

Sem defesa, sem voz e sem protesto os animais vão sumindo, um a um, abatidos, baleados, encurralados em becos sem saída, banidos até aos limites dos campos habitáveis!

 

Antes que tudo se perca é necessário acordar do pesadelo para que possamos continuar sonhando!

 

Trabalhar com o inconsciente, compreender a verdade profunda dos instintos da alma, perceber a presença do divino nos olhos de um animal.

Essa talvez seja a última utopia pela qual possamos dedicar uma vida de estudo e de trabalho!

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Sociólogo Roberto Gambini

13/07/2008

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Quarta-feira, 24 DE Dezembro DE 2008

Um cão abandonado no colo do Menino Jesus

 

cao_deitadopresepio.JPG

Isto é real:

 

Um cão abandonado foi buscar refúgio no colo de Jesus, num presépio montado numa praça da cidade de Criciúma, Brasil.

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São os sinais dos tempos embora não lhes liguem importância.

A voz de Deus nem sempre é para ouvir mas sim para sentir no coração.

 

Que pensarão as crianças perante esta cena?

Talvez devêssemos escutá-las para discernir como educar a juventude.

E exemplo é tudo!

Aleluia deveria ser para todos sem excepção.

 

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25/12/2008

Laura B. Martins

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Segunda-feira, 10 DE Novembro DE 2008

Medicamentos/Sofrimentos

cavalo_tomeumaatitude.JPGPremarin - O pesadelo do remédio da menopausa

 

Não sou vegetariana (relato duma amiga, enviado via Internet).

Não sou contra a matança de animais para alimentação humana, pois a morte está embutida na vida e virá de qualquer jeito, para pensantes e não-pensantes.

Não sou contra, desde que a morte seja rápida, rapidíssima.

Mas sou totalmente contra o sofrimento imposto aos indefesos, seja um passarinho trancado numa gaiola ou um peixe demorando para morrer, asfixiando-se fora da água.

E estou dizendo essas coisas para falar do medicamento PREMARIN, que quase todos os médicos receitam para mulheres na pré ou pós-menopausa, para reposição hormonal.

Eu o tomava, e até sabia que era feito com urina de égua grávida, mas não imaginava que a égua, durante todos os meses da gestação, ficasse presa e acorrentada numa baia, sem nunca poder deitar-se, e só podendo dar no máximo dois passos pra frente ou pra trás.

Abaixo dela, um dispositivo para captar a preciosa urina, que rende muito dinheiro aos fabricantes do medicamento.

Algumas éguas não aguentam o sofrimento e até morrem.

 

Amigas; Premarin nunca mais!

Conversem com seus médicos, eles sabem que há outros remédios, não ligados a tamanha crueldade, e que fazem o mesmo efeito.

Não adianta dizer "eu amo os animais" e ao mesmo incentivar, pelo consumo, uma barbaridade dessas.

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6/02/2006

Ana Suzuki

 

Comentário:

Este mundo está cheio de casos repugnantes mas consentidos pelos governos. É de se ficar estarrecido!

Este relato da Ana Suzuki (minha amiga) é chocante, como tantos outros, afinal.

Mas se eu nem nunca entendi como é que se educam crianças na prática do chamado desporto da pesca!!!!!!!!!!

E como os pais as levam para a beira mar ou rio e, sadicamente, lhes ensinam a meter na água uma minhoca, (só por si um minúsculo animal espetado num anzol), para capturarem outro animal que se não morrer pelo anzol espetado dentro de si, morrerá porque o deixam fora d'água, em grande sofrimento!!!!!

E ainda chamam a isso desporto e uma forma de descontrair.

Como é que eu vou aceitar isto? Como é que todos nós aceitamos?

 

Consultem os links abaixo (Este texto foi fornecido pela PETA- People for the Ethical Treatment of Animals, traduzido pela SUIPA- Soc. União Internacional Protetora dos Animais - http://www.suipa.org.br  )

Visite o site "EQÜINE ADVOCATES" www.equineadvocates.com  

e acesse as páginas sobre PREMARIN www.equineadvocates.com/premarin.html  

e sobre CENESTIN (O "Premarin sintético") www.equineadvocates.com.cenestin.html

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6/02/2006

Laura B. Martins

publicado por LauraBM às 22:26
Sexta-feira, 10 DE Outubro DE 2008

A importância da CASTRAÇÃO!

dalmatas4.jpgCastração é um acto de amor!

Não castrar gera o abandono e a superpopulação de animais nas ruas!

Muitos são vítimas de maus tratos, outros morrem por atropelamento, mutilações, doenças, crueldade e diversas barbáries que você nem imagina, histórias que não terão um final feliz!

 

Não queremos a extinção dos animais!

Com a castração esperamos um controle de natalidade, onde se evitariam centenas de animais abandonados, sofrendo nas rua e mais centenas de animais que são sacrificados diariamente nos CCZ.

 

A Castração é um benefício para o animal, além do que já citamos, ela evita doenças como a piometra, infecção do útero e ovário que pode levar a óbito, doenças hormonais, entre outras.

Nos machos e fêmeas diminui a incidência de brigas e nos felinos reduz em 70% o cheiro da urina que por vezes pode ser desagradável.

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http://www.patinhasonline.com.br/

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publicado por LauraBM às 20:36
Quarta-feira, 10 DE Setembro DE 2008

O PESADELO DO REMÉDIO DA MENOPAUSA

Premarin.jpgQuando a maturidade chega e mais e mais mulheres se encontram passando pelas "mudanças da vida", muitas serão aconselhadas por seus médicos a tomar remédios que repõem o estrógeno para aliviar os sintomas da menopausa. Mas a droga mais comumente prescrita tem pelo menos um efeito colateral: a CRUELDADE.

A droga é o PREMARIN, um substituto do estrógeno extraído da urina de éguas grávidas.

A droga é rotineiramente prescrita para mulheres que se submeteram a histerectomias ou que estão sentindo os sintomas da menopausa, e também para mulheres no pós-menopausa, na prevenção de osteoporose e doenças cardíacas.

Com a estimativa de 8 milhões de mulheres tomando regularmente a droga, e 43 milhões de mulheres entrando na menopausa, a indústria de urina de éguas grávidas (UEG) prospera a todo vapor.

Enquanto isso produz grandes lucros para a Ayrest Organics,Inc., fabricante do PREMARIN com base no Canadá, também produz desgraça e morte para milhares de cavalos e potros.

 

POUCO CASO COM A MATERNIDADE DOS ANIMAIS: Para produzir a droga, as éguas são engravidadas e depois recebem um coletor de borracha preso a uma mangueira.

Como deixar as éguas soltas no pasto significa perder um pouco de sua preciosa urina, elas são forçadas a ficar de pé sobre chão de concreto em baias minúsculas de 2,44m de comprimento por 1,07m de largura durante os 11 meses de gravidez. Por mais da metade do ano - de setembro a abril - as éguas ficam impossibilitadas de dar mais de 2 passos em qualquer direção, a largura das baias impede até simples movimentos como virar-se ou deitar-se direito.

Fazendeiros que arrendam suas éguas para as instalações de UEG relataram que as éguas retornaram aleijadas e com a saúde comprometida e um ex-funcionário da fazenda documentou diversas mortes na fazenda onde trabalhava, em Minitoba.

 

Após o nascimento é permitido que as éguas pastem apenas alguns meses com seus potrinhos, período em que elas são re-engravidadas, separadas de seus bebês e recolocadas na linha de produção.

 

O DESTINO DOS POTRINHOS: Como os bezerros que são tirados de suas mães para serem criados como vitelas, os potrinhos das éguas são meramente um "sub-produto" da produção das fazendas de UEG.

Alguns são mortos imediatamente ao nascerem, outros mantidos para substituírem as éguas exaustas e para expandir a produção, a maioria é vendida quando estão com aproximadamente 4 meses de idade, enviados para engorda e abatidos.

 

OS "PROTETORES DA VIDA" LEVANTAM A VOZ: A crueldade da indústria de UEG tem causado um clamor entre os norte-americanos, incluindo os ativistas dos direitos dos animais e grupos feministas.

 

Os problemas com o processo de fabricação, especialmente o tratamento dado aos resíduos com "cheiro de potro" do produto, preocupam ambientalistas e legisladores canadenses.

A expansão proposta nas instalações de produção da Ayrest, em Manitoba, ameaça assoberbar um sistema de tratamento de esgoto já sobrecarregado.

Além disso, de acordo com Marianne Cerilli, membro da Assembléia Legislativa e Crítica Ambiental para o Novo Partido Democrático Canadense, a expansão tem sérias consequências para o rio Assinboine. Um rio que a população de Manitoba usa como fonte de água potável. A própria terapia com hormônio anda sob investigação minuciosa devido a possíveis riscos à saúde.

 

Uma vez que o estrógeno sintético agora pode ser fabricado a baixo custo, coletar UEG é um método cruel e antiquado de produzí-lo.

O PREMARIN é a única droga para tratamento da menopausa que ainda é fabricada com estrógeno animal, enquanto outros estrógenos, como o ESTRADIOL (SISTEMA TRANSDÉRMICO), ESTRADIOL (COMPRIMIDOS), ESTROPIPASE e o ESTRONE são mais eficazes.

 

Em resposta à proteção animal no Canadá que conseguiu fechar a indústria de UEG em Ontário dos anos 70, a indústria projetou um "Código Prático Recomendado" que delineia cuidados básicos com os cavalos usados na produção de urina.

Entretanto, tal código contém meramente recomendações e falham em proporcionar aos cavalos o mínimo de proteção.

 

UMA INDÚSTRIA EM CRESCIMENTO: Em 1993 estima-se que 75.000 éguas em 485 fazendas espalhadas pelo Canadá e Dakota do Norte foram confinadas para coleta de urina, dando à luz a 90.000 potrinhos, e o número pode triplicar nos próximos anos se as mulheres continuarem usando o PREMARIN.

 

O QUE VOCÊ PODE FAZER: Falar com suas amigas, pessoas de sua família e aconselhá-las a usar medicamentos sintéticos que além de não ter o fator crueldade, são muito mais seguros.

Fale também com seu médico!

Os medicamentos também podem ser substituídos por alternativas naturais.

A osteoporose e as doenças do coração podem ser evitadas com uma dieta de alimentos não gordurosos de baixa caloria, e formas eficazes de estrógeno de origem vegetal podem ser encontradas em alimentos como o tofú ( queijo de soja ), bagas em geral e frutas cítricas.

 

- Boicote os produtos das Cias da família Ayerst, Whiteball Labs (fabricantes do Advil, Dristan e outros)

- Escreva para o governo canadense protestando: Minister Lloyd Axworthy - Department of Western Diversification - House of Commons - 418-M Center Block - Otawa, Ontario KIA 0A6 - Canada

 

( Este texto foi fornecido pela PETA- People for the Ethical Treatment of Animals, traduzido pela SUIPA- Soc. União Internacional Protetora dos Animais - http://www.suipa.org.br )

 

Visite o site "EQÜINE ADVOCATES" www.equineadvocates.com e acesse as páginas sobre e sobre CENESTIN (O "Premarin sintético") www.equineadvocates.com.cenestin.html

Acesse as outras páginas deste site, clicando abaixo no assunto desejado.

Animais SOS (home) http://br.geocities.com/animaissos I Animais Domésticos I Animais Selvagens I Assuntos Gerais I Apelo de um cão I Pq alguém comeria seu melhor amigo? I Empresas que fazem testes em animais I Empresas que não fazem testes em animais I Links que devem ser visitados I Leis Brasileiras I Jornal Animal I Índice Geral do Site I Copyright © 1996 - Lenita Ouro Preto Last update: 15 SET 98 / 13 MAR 2002 Webmaster: op@marlin.com.br

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Domingo, 10 DE Agosto DE 2008

Pensa nisto: ursos polares no zoo

ursopolar-gelozoo.JPGSe algum dia te deparares com esta imagem ou outra semelhante, pensa no sofrimento dos ursos polares, afastados do seu ambiente natural e gélido, abraçados a umas poucas pedras de gelo nos zoológicos.

Que triste, não é?

Ainda gostas de ir ao Zoo ver os ursos sofrerem?

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Laura

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Quinta-feira, 10 DE Julho DE 2008

Guerrilhas: Ninguém lucra, nem os ANIMAIS!

carinho_cao.jpgO problema é que o público e os apoiantes seja lá do que for, transformam tudo em temas radicais.

O tema «ANIMAIS» está a transformar-se numa outra guerra.

Não é que os animais não mereçam; já foram e são por demais desprezados e sacrificados, mas começa a ser problemático.

O ser humano tem uma sede de violência generalizada. É assim com a religião, futebol, política, etc. Tudo acaba em violência. É triste! E no fim, ganhe quem ganhar os votos para a sua causa, ela já foi marcada por confrontos evitáveis.

 

Como apoiante da Associação ANIMAL - http://www.animal.org.pt/ (com banner no meu blog), também através dela me chegam terríveis notícias. Dêem uma olhada e constatem o que vai por esse mundo fora.

Não podemos fugir dos problemas nem meter a cabeça na areia porque as atrocidades continuam.

Só através do conhecimento poderemos combater o mal; mas nem sempre o combate tem que ser violento, há muitas formas de combater.

Ex.:

- Ajudar na divulgação das entidades que tentam proteger os animais e visitar frequentemente as páginas de sites de auxílio.

- Sempre que possível, auxiliar e colaborar nas campanhas de quem pretende ajudá-los: seja monetariamente ou com dádivas variadas (comida, dinheiro, compra de objectos cuja venda reverte a favor dos animais e até a sua presença na campanha).

Não comprar produtos de beleza, ou outros, de firmas que efectuam experiências com animais.

- Não usar peles verdadeiras porque isso só faz com que o sacrifício escusado de inúmeras espécies continue. •

- Não publicitar nem dar guarida às crenças sobre o uso de partes de animais seja a que pretexto for (magia, crendice, etc.) •

- E, acima, de tudo, sempre que haja oportunidade, falar em defesa dos animais.

Convencer os outros que é crime abandoná-los e revelar os tremendos maus tratos de que são vítimas após o seu abandono. Eles não foram habituados a procurar comida e abrigo. Foram criados por nós e não saberão alimentar-se nem defender-se no meio hostil das ruas e estradas. •

Explicar que não adianta abandoná-los, tendo em vista a esperança de encontrarem novos donos que os estimem. Isso é puro auto-convencimento para libertar a consciência pesada.

O fim certo será morrerem atropelados, desidratados, esfomeados, doentes.

•

Se não pode ter um animal ou não sabe qual o tamanho atingido em adulto, e a sua casa é pequena, não adopte nem compre. O resultado será desastroso!  

Cuidado com as raças demasiado nervosas se gosta de calma e sossego. •

Evite comprar animais. Os canis e associações estão cheios deles a precisarem de amigos e novos donos. São grátis e, muitos de raças genuínas, vítimas de abandono. •

Por fim, torne-se sócio de uma entidade protectora. Quem sabe, perto de si tenha alguma? •

TODOS, ainda seremos POUCOS.

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7/2007

Laura B. Martins

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Terça-feira, 10 DE Junho DE 2008

Carinhos

chimpanze_tigres.JPG Na Flórida, um chimpanzé fêmea adoptou dois bebés tigres.

 

A chimpanzé levou a sério a vida de mãe, com direito a mamadeiras, carinho, passeios e muita brincadeira ao ar livre.

Vejam que gracinha!

Até nos perguntamos porque não são os humanos assim caridosos e sem problemas.

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Laura

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Sábado, 10 DE Maio DE 2008

Envenenamento de animais?!?!?

antidoto_Portugal2.jpgO que fazer em casos de envenenamento de animais?

Conheça aqui as indicações da ANIMAL e do Programa Antídoto sobre o que fazer para combater o uso ilegal de venenos e a morte de animais por envenenamento.

 

Os tóxicos são uma ameaça à saúde pública e à biodiversidade. O uso ilegal de iscos envenenados e a falta de controlo sobre a venda e a utilização de muitas substâncias altamente tóxicas que existem actualmente no mercado são duas situações com sérias repercussões para os animais selvagens, em particular para as espécies silvestres seriamente ameaçadas por este problema, mas também conduzem a inúmeras situações de envenenamento de animais domésticos, que devem sempre ser denunciadas.

 

Para fazer frente a este problema, foi constituído o Programa Antídoto Portugal, uma plataforma contra o uso ilegal de venenos, formada por várias entidades públicas e privadas portuguesas e que teve início oficial a 4 de Março de 2004. Este programa pretende combater as diversas formas de utilização indevida de substâncias tóxicas e contribuir para um melhor conhecimento sobre as consequências que essas práticas representam para os animais selvagens (embora, pelas características que este problema assume, também para os animais domésticos).

 

A ANIMAL encontra-se presentemente a colaborar com o Programa Antídoto – Portugal no sentido de divulgar o problema e reunir informações sobre casos de envenenamento de animais, venda ilegal de substâncias tóxicas e utilização de substâncias legais de forma incorrecta com o objectivo de envenenar animais.

Paralelamente, a ANIMAL pretende contribuir para a divulgação dos procedimentos correctos a realizar perante um caso de suspeita de envenenamento de animais, e, para isso, recomenda que o seguinte protocolo de actuação seja sempre seguido nestes casos:

 

Contacte sempre as autoridades. Ligue para o SEPNA da GNR (Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR), através do 213 217 000.

Este é número de telefone central do SEPNA, em Lisboa, a partir do qual lhe podem dar os contactos da Equipa do SEPNA da GNR mais próxima da área em que a situação de envenenamento de animais se coloca, à qual caberá deslocar-se ao local.

Existem Equipas do SEPNA nos diversos Destacamentos da GNR em todo o país.

 

Se for impossível ter a presença de uma Equipa do SEPNA, contacte o posto ou esquadra da GNR ou da PSP da área, autoridades às quais caberá intervir.

Os cadáveres e amostras devem ser recolhidos APENAS pelas autoridades.

Os cadáveres dos animais envenenados e as amostras de possíveis iscos com venenos (ex.: água, comida, etc.) não devem ser tocados por ninguém e devem ser recolhidos adequadamente APENAS pelas autoridades ou por pessoal tecnicamente preparado para esse efeito (ex.: funcionários de serviços municipais veterinários ou de salubridade, de direcções regionais de agricultura ou de direcções regionais de ambiente),

 

NA PRESENÇA das autoridades (preferencialmente, do SEPNA da GNR, ou, na impossibilidade da presença do SEPNA, da GNR ou da PSP). As autoridades recolhem os cadáveres e amostras e devem entregar todos os elementos recolhidos ao cuidado de um Médico Veterinário, com respectivo Termo de Entrega.

É fundamental que todos estes elementos sejam entregues a um Médico Veterinário. Podem ser entregues a um Médico Veterinário particular, a um Médico Veterinário Municipal (da câmara municipal da área), a um Médico Veterinário de uma Direcção Regional de Agricultura ou da Direcção Geral de Veterinária.

Deve ser feito e assinado um Termo de Entrega destes elementos, que deverá certificar quem entregou os elementos recolhidos e, fundamentalmente, quem os recebeu.

- O Médico Veterinário deve realizar a Necrópsia de forma completa e emitir um relatório das conclusões dessa necrópsia.

- O Médico Veterinário deve enviar as amostras perfeitamente acondicionadas para o Laboratório Nacional de Investigação Veterinária (em Lisboa ou no Porto).

- Caso o proprietário (ou alguém) queira e possa pagar as análises, o Médico Veterinário deve fazer a requisição nesse sentido, indicando sempre o tipo de tóxicos suspeitos (ex.: Estricnina, Organofosforados, Carbamatos, Organoclorados, Rodenticidas, etc.), em função das lesões observadas na Necrópsia. Deve ser enviada a maior quantidade possível de amostras.

- Mesmo quando não há disponibilidade imediata de pagamento das análises, as amostras devem permanecer SEMPRE congeladas na posse do Médico Veterinário ou com as Autoridades, que poderão posteriormente ser requisitadas durante o processo judicial.

- Deve SEMPRE apresentar uma queixa no posto da GNR ou na esquadra PSP da zona onde a situação de envenenamento se coloca, para que o processo tenha início.

- Sempre que possível, contacte os responsáveis do Programa Antídoto Portugal, pois todos os dados sobre os casos de envenenamento relativos a qualquer espécie são muito importantes para a monitorização do problema e para o desenvolvimento de acções para o solucionar.

 

Para esclarecimento de dúvidas, apresentação de sugestões, cedência de informações ou disponibilidade para colaborar, por favor, contacte o Programa Antídoto Portugal, através de: Programa Antídoto Portugal, Travessa da Ferradura n.º 14 - 1.º Frente 6000-293 Castelo Branco Portugal - Tel.: (+351) 919 457 984 / (+351) 962 946 425 / (+351) 272 324 272 Fax: (+351) 272 324 272 E-mail: antidotoportugal@gmail.com

Para obter mais informações sobre o uso ilegal de venenos, consulte o site na Internet, recentemente lançado, do Programa http://www.antidoto-portugal.org

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Torne-se sócia/o da ANIMAL e apoie a organização na defesa dos direitos dos animais.

Inscreva-se através de socios@animal.org.pt  - www.animal.org.pt

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Quinta-feira, 17 DE Abril DE 2008

Amigos que a vida dá!

tigre_orangotango.jpgNa Indonésia, dois filhotes órfãos e solitários, um tigre e um orangotango, após se conhecerem, tornam-se amigos inseparáveis.

 

RESPEITE A NATUREZA. PROTEJA OS ANIMAIS.

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www.angelamoura.com

 

São casos da vida selvagem... Ou os selvagens somos nós por desrespeitarmos a natureza?

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Laura

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Quinta-feira, 10 DE Janeiro DE 2008

Cassado o direito de dizer "Amo os Animais"

- Quem alimenta bem o seu cachorro, mas come bife de uma vaca

- Quem afaga o seu gatinho, mas veste sapatos feitos com couros que foram de um boi

- Quem mima sua tartaruga, mas rouba o leite dos carneiros

- Quem cuida da temperatura do aquário, mas come pratos com peixe ou rouba os ovos das aves

- Quem protege do sol a gaiola do seu pássaro, mas vai a um circo que explora animais

*Está proibido de dizer Amo os Animais.*

 

- Quem deixa que seu cachorro cruze para produzir mais filhotes porque acha que é bom

- Quem prende em gaiola o pássaro que teria o horizonte como limite

- Quem monta no lombo de um cavalo forçando-o a obedecer

- Quem confina em paredes de vidro o peixe que nadaria solto

- Quem compra animais de raça

- Quem usa produtos de origem animal

- Quem usa produtos testados em animais

- Quem apóia o uso de animais na ciência

- Quem apóia rodeios, touradas, rinhas, zoológicos, circos

*Não pode dizer Amo os Animais*

 

Pode dizer:

tenho posses, tenho propriedades, tenho coisas, objetos e cuido desses objetos para que sigam me conferindo prestígio, para que me valorizem porque sozinho valho muito pouco.

Pode dizer: me beneficio dos animais e para isso quero que sofram o menos possível

Pode dizer: lucro com animais que comercializo, exploro, escravizo,

*Mas não pode dizer Amo os Animais.*

 

Mas, se por inconsciente, teve essas práticas até hoje e, ao ler esse texto se dá conta dos seus equívocos, está em tempo de tomar consciência, de atenuar suas ofensas, libertando seus animais, divulgando essa outra forma de dividir o planeta com eles e, enfim, retomando o direito de dizer

*Amo os Animais.*

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10/06/2007

Maria de Nazareth Agra Hassen

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Segunda-feira, 24 DE Dezembro DE 2007

Pai Natal zangado...

painatal_baterrena.gif

 

Só um pouco de humor, para comemorar mais um Natal e pedir a Deus que proteja todos os animais do mundo.

Senhor, olha por eles e suaviza o coração dos homens, seus algozes!

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Sábado, 10 DE Novembro DE 2007

Leishmaniose alastra por irresponsabilidade

Prof.WilsonMayrink.jpgPor Daniel Lima - www.anovademocracia.com.br  10/10/2006 às 11:03
O criador da vacina contra a Leishmaniose, doença causada por protozoários do gênero leishmânia e que afecta 350 milhões de pessoas em todo o mundo, professor Wilson Mayrink, luta há mais de 30 anos para que o Ministério da Saúde a produza e inclua no calendário brasileiro de imunização. Enquanto isso não ocorre, a doença se espraia, fazendo a festa da indústria farmacêutica alienígena.

Leishmaniose se alastra por irresponsabilidade

As pesquisas do professor Mayrink que em 1963 organizou o Laboratório de Leishmaniose do Departamento de Parasitologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais (ICB/UFMG), resultaram no desenvolvimento da Leishvacin, a única vacina existente no mundo de comprovada eficácia contra esse protozoário. Só que o descaso das sucessivas gerências para com a saúde impede a sua produção em larga escala.

Um pesquisador do Instituto Bacteriológico de São Paulo, o professor Salles Gomes, lançou em 1939 a ideia de se produzir uma vacina contra a leishmaniose. A primeira experiência em campo foi realizada um ano depois, em Presidente Prudente, pelo parasitologista Samuel Pessoa, da Secretaria de Saúde de São Paulo, e a partir desses estudos, Mayrink e sua equipe desenvolveram a vacina.

No Brasil, só na região Sul os casos são de pequena monta. As áreas de maior ocorrência localizam-se no Norte, Nordeste e parte Norte de Minas Gerais, principalmente nas regiões agrícolas, favelas e localidades negligenciadas de saneamento básico. Somente no Brasil, estima-se o aparecimento de 25 mil novos casos por ano. Em Minas Gerais, mais de 400 municípios já detectaram a presença da doença, que contamina 12 milhões de pessoas em 88 outros países semicolonizados.

Já erradicada nos países de governos imperialistas, a Leishmaniose tem origem silvestre. É transmitida pelo lutzomya (birigüi ou mosquito-palha), inseto com especificidade biológica para transmitir o parasita ao homem, quando ele invade a floresta e destrói o habitat natural do mosquito. Além disso, o cachorro, animal domesticado pelo homem, é o principal hospedeiro do protozoário transmissor da Leishmaniose braziliensis.

Uma simples picada já é o suficiente para transmitir a doença que começa sua manifestação através de vários sintomas como febre contínua, perda de apetite, crescimento exagerado do fígado, lesões na pele e anemia, podendo até mesmo levar à morte do homem e de animais domésticos.

A doença se apresenta de modo diverso, tanto quanto à manifestação quanto ao grau de periculosidade. A do tipo tegumentar, mais comum em Minas Gerais, provoca a decomposição de parte dos tecidos do corpo e a deformação da pessoa. As feridas migram da região infectada para outras partes do corpo. Há também a mucotegumentar, que ataca as mucosas nasal e faringiana, com casos extremos de total deformação do rosto; a visceral, que atinge baço, fígado e medula óssea; e a difusa, que ataca a pele, causando um tipo diferente de lesão, até bem pouco tempo tida como incurável, mas combatida com sucesso pelo tratamento desenvolvido por Mayrink, usando a vacina em combinação com imunoquimioterapia.

A vacina foi reconhecida até pela revista do Programa de Pesquisa de Doenças Tropicais da OMS, mas apesar disto Mayrink tem que arcar com recursos próprios para o desenvolvimento de seu trabalho, com destaque para a aplicação, com apoio da UFMG, Fapemig, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais e UFOP, Universidade Federal de Ouro Preto

Como a vacina desenvolvida por Mayrink não tem contra-indicações, ela é a única maneira de tratar pacientes que não podem receber o antimônio. De acordo com o professor, o resultado final é de praticamente 100% de cura e, quando antimônio e vacina são usados juntos, além da diminuição da exposição ao antimônio, o tempo gasto é menor do que quando se usa só o antimônio. Já quando somente a vacina é usada no tratamento, o processo de cura é mais lento, pois depende do estado imunológico da pessoa.

A vacina é capaz de levar à cura da lesão e também pode produzir um estado de resistência à doença - observa Mayrink, sem compreender a atitude do governo, pela qual quem paga é o povo trabalhador do campo sempre mais empobrecido.

No Brasil não se permite ter saúde pública, não há competência, desabafa Mayrink.
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A Nova Democracia - Ano 3, n.25, Julho de 2005

http://www.anovademocracia.com.br/2510.htm

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Sexta-feira, 12 DE Outubro DE 2007

Recuperação dum tigre maltratado

tigresdebengala.gifProcurando colaborar de alguma forma com o notável trabalho, de acolhida e amparo a animais abandonados ou vítimas de maus-tratos, realizado pelo Rancho dos Gnomos, especificamente em relação ao tigre, a PEA desenvolveu a Campanha SOS Bengalinha, a qual se destinou a angariar recursos que foram aplicados na construção da casa do tigre Bengalinha.

A Campanha SOS Bengalinha iniciou-se no dia 28/01/04 e terminou 30/04/04. Graças a união e a colaboração de todos conseguimos arrecadar R$ 23.779,00. Valor superior ao estimado pela campanha para a conclusão das obras! Todo o valor excedente foi repassado directamente para o Rancho dos Gnomos.

Mesmo diante desse resultado maravilhoso, vale lembrar que o Rancho dos Gnomos ainda necessita de patrocínio e apoio para dar continuidade ao trabalho de proteção e bem-estar animal, tendo por principal objetivo receber, recuperar e reabilitar toda e qualquer espécie animal.

O Bengalinha
O Bengalinha é um Tigre-de-Bengala (Panthera tigris), com cerca de 3 anos de idade, aproximadamente 220 quilos, medindo em torno de 2,50 metros de comprimento, condenado a viver o resto de sua vida em cativeiro, vítima do desrespeito e da insensibilidade.

Não se sabe ao certo onde Bengalinha nasceu. Acredita-se que foi num circo. Ainda recém-nascido, ele foi separado dos pais e levado para um zoológico no interior de São Paulo, onde era considerado "animal excedente" e não recebia tratamento adequado. 

Em 2001, Bengalinha foi acolhido e socorrido pelo Rancho dos Gnomos, onde chegou em péssimas condições de saúde. Muito debilitado, desnutrido e acometido de sarna e micose por todo o corpo. Mesmo sem condições adequadas, o Santuário improvisou um abrigo para o animal e desenvolveu um intensivo processo de tratamento que se estendeu por dois meses.

Hoje, o Bengalinha está totalmente recuperado e em perfeito estado de saúde, mas por ter nascido em cativeiro sua introdução em habitat natural é impossível. Infelizmente essa é a triste realidade de muitos animais que vivem sendo explorados em circos e zoológicos.

Com a Campanha SOS Bengalinha, a PEA arrecadou fundos suficientes para finalizar o novo recinto do tigre, o qual tem uma área de aproximadamente 400m² e conta com ambientação própria para um animal dessa espécie e porte (tanque para banho, gruta e desnível de terreno). Bengalinha dispõem agora de maior segurança e continua com o acompanhamento do seu tratador e de profissionais nas áreas de veterinária e biologia.

Graças a colaboração de todos, Bengalinha hoje está muito feliz com sua casa nova. Mais que isso, Bengalinha agora terá uma vida mais digna protegido de todo e qualquer tipo de crueldade.

Agradecimentos
Gostaríamos de agradecer imensamente a imprensa em geral, e a todos que contribuíram, apoiaram, ajudaram, divulgaram e torceram pelo sucesso da Campanha SOS Bengalinha! A todos vocês o nosso Muito Obrigado em nome do Bengalinha!

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Segunda-feira, 10 DE Setembro DE 2007

Almíscar – O horror dum perfume

almiscar_animalepreso.JPGPerfume agradável, cheiroso... origem:
sofrimento de animais!

NÃO USEM produtos que contenham
ALMÍSCAR NATURAL!

Este simpático animal, o almiscareiro (Moschus moschiferus), mamífero da família dos cervídeos, originário da Ásia e da África, é provido de uma glândula em seu ventre que secreta uma substância odorífera denominada almíscar.

Recente Investigação da WSPA revela mais uma crueldade, similar à dos ursos da China, para produzir perfumes à base de almíscar.

O animal capturado fica até 15 anos na mesma posição, sendo manipulado apenas para retirada do líquido que produz o perfume.

Divulguem!!
Muitos usam perfumes ou outros produtos que contém essa substância sem saber da sua origem!!
Boicote é o primeiro passo para ajudar.
Não usem produtos que contenham almíscar natural!

As fotos foram extraídas do site da  WSPA -  http://www.wspa.org.uk/index.asp   e 
http://www.geocities.com/rainforest/andes/1185/almiscar.htm

NOTA:
Já não tenho palavras para demonstrar o meu horror perante isto a que chamamos de civilização.
Quem quer deixar imagens de tamanho sofrimento para os seus filhos e netos? Eu, não!
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Laura B. Martins

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Sexta-feira, 10 DE Agosto DE 2007

Pensa nisto!!!!!!

descartaranimais.jpg

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Quinta-feira, 12 DE Julho DE 2007

Crónica: Farra do Boi!

Comentando o artigo abaixo:

Não há desculpa para estes espectáculos que terminam sangrentos. Nem mesmo por haver formas mais cruéis de matar.
O tempo dos romanos já terminou ou deveria ter terminado pelo estudo e consciência adquirida pelo homem, ao longo dos séculos.
Nos matadouros legalizados a forma de adormecer um animal é eléctrica e instantânea, não com marretadas.
Os outros matadouros, se o governo existente governar a 100%, facilmente são detectados e extintos.

Mesmo assim, alguém disse que se os matadouros fossem de vidro, muita gente virava vegetariana.

Divertimentos com animais em que eles são, apupados, encolerizados, amedrontados, etc., não têm desculpa. São divertimentos de gente cruel e cheia de problemas pessoais, de mal com a vida. Triste é ver as gerações futuras expostas a tamanha leviandade!
Divertir-se com um animal só tem motivo se ele entrar na brincadeira em condições iguais ao homem; podendo defender-se ou participar na brincadeira, tal como se faz com um cãozinho.
Cada animal tem uma forma diferente de brincar e entender o que é brincadeira.
Alguns, pela sua condição pouco brincalhona com o homem, só entendem de carinho e palavras mansas; tudo o resto só funciona se for com os da sua própria raça!
Porquê continuar a insistir nestas barbaridades e faltas de respeito para com os animais indefesos?

De quantas mais e melhores armas dispõe o homem menos hipóteses têm os animais de ser entendidos e respeitados, é o que me parece!
Quanto mais fala em entendimento e amor menos o homem respeita os outros habitantes do planeta, quer sejam animais racionais ou irracionais. Impera a hipocrisia!!!!!!!!

Isto lembra-me alguns pretensos amigos da Internet: quanto mais me chamam de querida mais me traem e menos me entendem.
Quem quer, realmente, ser amigo, não é chamando de querida que o consegue. No decorrer do tempo e com a convivência é que o demonstra.  Quase todos os que utilizaram esse termo para comigo, já não existem no meu livro de endereços.

Assim está o homem: quanto mais poderoso... menos consciente do amor ao próximo, mais cínico, invejoso e pior se torna.
Não tardará podermos reerguer as arenas romanas para os sacrifícios humanos porque, para os animais, elas nunca ruíram .
Ah, mundo cão! (Que ofensa para os cães, o maior exemplo de lealdade!!!)
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17/04/2006
Laura B. Martins

Este artigo foi-me repassado via Internet por uma amiga brasileira:
From: coruja-sc-13 em 17/04/2006


O boi da farra
(Cacau Menezes)

Nos jornais do nosso país, na TV de nosso país sempre tem gente criticando Santa Catarina por causa da condenada farra do boi. A não ser que seja vegetariano, você está diante de um hipócrita cínico, desinformado e preconceituoso.
E o boizinho que morre sem ver a luz do sol, esse ninguém tenta proteger? Ou a galinha que não sabe o que é noite?
Para matar um boi, primeiro se dá um disparo na testa com uma pistola de ar comprimido. O tiro deixa o animal desacordado. Ele, então é erguido por uma pata traseira e tem a gasganta cortada. Tem que ser sangrado vivo, para que o sangue seja bombeado para fora do corpo. Esses que são contra a Farra do boi não sabem disso?
No abate clandestino que é 50% da carne que o povo come, o boi é morto com uma marretada na cabeça, com uma marreta de ferro de cinco quilos. O problema (?) da marretada é que não é fácil acertar o boi no primeiro golpe.
E os defensores do boi nada fazem.
Há! você não come carne de boi. Então vamos ver o porco.
O porco tem destino semelhante: o atordoamento é feito com um choque elétrico na cabeça e ele é jogado atordoado, mais vivo, dentro de um tanque de água fervendo para facilitar a retirada dos pêlos. Ainda vivo é pendurado de cabeça para baixo e sangrado pelo pescoço no sentido vertical. A morte é lenta e agonizante.
E os defensores do porco nada fazem?
Há! Você não come carne de porco. E galinha?
As galinhas são presas numa esteira rolante que passa sob um eletrodo. O choque desacorda a ave e, em seguida, uma lâmina corta o seu pescoço. Nas granjas de ovos, pintinhos machos são descartados e viram ração, triturados num lidificador gigante.
E você criticando a Farra do Boi por causa da imprensa e sua campanha.
Onde anda os protetores dos porcos, galinhas, pintinhos, siris (cozidos vivos na água fervente. Olha aqui, hó!!!! Passe longe.

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Domingo, 10 DE Junho DE 2007

Hora de ouvir os elefantes

elefantecz.andar.gif"A tragédia do Tsunami trouxe uma lição. Perdida no meio do oceano de notícias, soube-se que no Yala National Park, Sri Lanka, bem no meio de uma regiões mais afectadas pela mega onda, nenhum animal foi encontrado morto! Repito: num parque onde havia 19 Km de praias, habitadas por centenas de elefantes, leopardos, pássaros, coelhos... ninguém morreu!

Verificou-se com espanto que antes da chegada do maremoto os animais, por alguma razão ainda não esclarecida, se deslocaram da praia e das áreas mais baixas, para a parte mais alta do parque. As águas chegaram a entrar 3 Km parque a dentro. Mas ali não havia ninguém. Ou melhor, nenhum bicho foi pego de calças curtas.
Surgiram alguns palpites. Na BBC e na National Geographic, cientistas afirmaram que  possivelmente o facto se deu porque os animais ouvem uma frequência de som produzida pelo terremoto, mais baixa do que as que os nossos ouvidos captam.
Segundo eles, os bichos também sentem vibrações no solo e do ar, as rally waves, estas, sim, também somos capazes de sentir em nosso próprio corpo. Ou melhor, seríamos. Nossa mente anda tão congestionada de informação, que apesar das rally waves chegarem até nossos corpos, essa informação é simplesmente eliminada da nossa consciência. Entenderam a tragédia?

Resumo: os bichos se salvaram porque estavam conectados. Nós, seres humanos, nos estrepamos porque estávamos também conectados, só que em outras ondas: rádio, TV, videogame, ou mesmo o sonzão do carro ou do botequim tocando no último um bate-estaca de ano novo.
Nesses meus poucos dias de férias, persegui como um louco a tecla mute do controle remoto. Tentando diminuir pelo menos o volume do mundo ao meu redor.
Valorizar o botão de desliga. Tá ligado?
Tá na hora da gente ouvir menos barulho e mais os elefantes."
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Marcelo Tas

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Quinta-feira, 10 DE Maio DE 2007

CANADÁ - Matar a sangue frio

focas_boicote.jpg O Dia Internacional de Luta contra a Caça de Focas foi marcado, no mundo inteiro, com protestos em frente às embaixadas canadenses.
Em Sydney, os manifestantes simularam a morte das focas.
Canadá, fica registrado nosso repúdio ao estúpido massacre das focas!

MASSACRE DAS FOCAS
Começou o covarde massacre das focas bebés no Canadá.
Morrerão cerca de 500.000 maravilhosas criaturas quase acabadas de nascer.

Que mundo é este? Que mundo é este?

 

foca_bebe.jpgPROTESTE! Boicote o turismo no Canadá. Boicote os produtos do Canadá.

É a época da matança das focas bebés do Canadá.
Devido ao lucro obtido na venda das peles de focas bebés, com seus pelos claros e macios, os filhotes, a partir de 15 dias de vida, já estão prestes a morrer.
A caçada é desumana e os bichinhos são mortos a pauladas, após ficarem muito tempo agonizando.
O Governo canadense aprova a matança das focas e argumenta que o comércio de peles é uma importante fonte de renda para a população.

Só a pressão pública e económica poderão levar o Governo Canadense a suspender o horrível massacre das focas bebés, actualmente a ocorrer neste país.
Só a exposição pública deste massacre poderá dar um basta a tanta crueldade.

NOTA:
Infelizmente, é todos os anos a mesma coisa. Nem eles desistem nem as focas resistem!
É uma desigualdade total de armas que cada um impõe ao outro: os homens maus cheios de armamento bélico e as focas, ternas e despidas de armas, resta-lhes chorar as crias mortas que não conseguem defender.
Alguém é capaz de compreender tamanha crueldade?
Alguém será capaz de imaginar o que sentem estas mães ao verem as crias estraçalhadas diante dos seus olhos?
Que motivos cruéis invocam os canadianos para tão aterradora mortandade!
Na neve, escrita com sangue dos inocentes animais, a assinatura dos assassinos.
------------------
Laura B. Martins

Por favor, repasse esta mensagem aos seus contactos.
Só a exposição pública deste massacre poderá dar um basta a tanta crueldade.
www.Animal.org.pt    
www.harpseals.org/
www.protectseals.org
www.lost.art.br/savetheseals.htm
www.fondationbrigittebardot.fr/
www.hsus.org/
www.boycott-canada.com/info/why.htm
www.greenpeace.org/international/news/harp-seal-hunt
www.kintera.org/site/pp.asp?c=aeIJLTOsGlF&b=445437
www.sealhunt.ca/

Paul McCartney defende boicote a produtos pesqueiros do Canadá
Boycott Canadian Seafood
Grupos ecológicos se mobilizam contra massacre de focas no Canadá.

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Domingo, 06 DE Maio DE 2007

Massacre de Golfinhos - Japão

mardesangue_golfinhos.jpgAjude a Pôr Fim ao Massacre de Golfinhos em Taiji, no Japão
Todos os anos, cerca de 20.000 golfinhos e baleias de várias espécies são vítimas de um massacre horrível, em Taiji, no Japão, num autêntico banho de sangue que é o maior massacre comercial de golfinhos do mundo.

Foi com profunda indignação que soube do brutal massacre anual de golfinhos e baleias que acontece no Japão. As imagens da água avermelhada pelo sangue destes animais claramente mostram ao mundo que o Japão tem pouco respeito pelo estado em que se encontram os oceanos do planeta, pelos animais que nestes vivem e pela conservação dos recursos marinhos que o estado japonês afirma querer proteger. Muitos estudos científicos mostram que os oceanos e a vida marinha estão em perigo. Devemos tomar todas as medidas que possamos para pôr fim à sobre-exploração dos oceanos e para proteger os animais que neles vivem. Estes golfinhos não pertencem ao Japão. Entre os golfinhos e as baleias que os japoneses matam, encontram-se espécies em risco de extinção. É também profundamente lamentável que o destino dado aos golfinhos que não morrem é virem a ser mantidos em aquários, delfinários ou em programas recreativos para que as pessoas possam nadar com golfinhos – lugares onde estes animais nunca deveriam estar. Além destes factores, os métodos utilizados para matar estes animais são imensamente cruéis: encurralar os golfinhos e depois matá-los de forma lenta e extremamente dolorosa com lanças, ganchos e afogando-os é algo de inqualificável.


http://takeaction.oceana.org/dia/organizationsORG/oceana/campaign.jsp
campaign_KEY=5322&utm_source=20060929_DolphinVideo&utm_medium=email


http://www.earthisland.org/saveTaijiDolphins/about.html

http://www.theoceanproject.org/actfordolphins/
noticias@animal.org.pt
16/01/2007

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Domingo, 15 DE Abril DE 2007

D. Avestruz quer passar

avestruz_policia.jpg
Dá licença????????

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Sexta-feira, 09 DE Março DE 2007

Instituto Nina Rosa

www.institutoninarosa.org.br

Visite este site e distrai-se a aprender como viver em paz no planeta, poupar e dar valor aos animais.

Projectos do Instituto Nina Rosa

Criado há aproximadamente seis anos, o Institulo Nina Rosa tem uma história activa na busca pela união entre pessoas, natureza e animais. Devido a isso desenvolve livros, vídeos e participa de congressos em busca dessa harmonia. Confira alguns de seus projetos:

Projeto Educação Livre de Violência
Neste projeto, o Instituto se propõe a incentivar alunos, professores e faculdades, a abolir a crueldade de se utilizarem animais vivos no ensino, liberando dessa violência tanto o aluno quanto o animal.

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Segunda-feira, 05 DE Março DE 2007

Mudar mentalidades

mulherrosto_chorar.gifVou inserir esta história sem imagem, porque ela assim me chegou às mãos.
Também... não sei que imagem lhe haveria de pôr.
Talvez a imagem de alguém a deixar para trás um animal de estimação enquanto arranca velozmente com o carro...
Talvez a imagem de alguém que, após atropelar um animal o deixa ou atira para uma vala, agonizante, enquanto segue indiferente.
Talvez a imagem de alguém que ao olhar para um animal abandonado e já com aparentes sinais de degradação, em lugar de o auxiliar, o atira para uma valeta ou por cima de uma vedação.
Mas essas atitudes, infelizmente, nunca são fotografadas nem filmadas, porque são quase sempre efectuadas pela calada da noite, encobertas pelo escuro.
O ser humano, realmente, de humano tem tão pouco!...
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9/02/2005
Laura B. Martins

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A breve história da Branquinha

O meu contacto com a Branquinha resumiu-se a pouco mais de 5 horas.
Recebi um telefonema de alguém a pedir ajuda por causa de um animal que estava numa valeta e que se arrastava. Como estava em casa porque fazia anos, decidi pedir a uma amiga que fosse comigo ver o que podíamos fazer. Já que NINGUÉM teve coração para parar e ajudar aquele animal.
Deparamo-nos com um cenário de cortar o coração, uma cadela de porte muito grande, de cor branca, literalmente esquelética, arrastando-se por uma valeta. Verificamos que alguém teve o cuidado de a atirar por cima de uma vedação de arame farpado com mais de um metro e meio. Não sabemos à quantos dias, aquele animal estava sem comida, água e qualquer espécie de abrigo, não saberemos à quantos dias ela dormia debaixo de geada e frio. Os olhos dela estavam muito fundos devido à desidratação, as gengivas brancas, estava anémica.
Conseguimos retirá-la dali e fomos directamente a um veterinário que presta ajuda à Associação. O diagnóstico era reservado, tinha da ser internada num hospital rapidamente, foi colocada a soro durante 2 horas, as quais recebeu muitas festas e mimos. Logo que possível , a Branquinha foi levada para um Hospital Veterinário. Após umas horas, o diagnóstico foi aterrador. A Branquinha não tinha hipóteses de sobrevivência, e mesmo que a tivesse, nunca teria qualidade de vida.
A Branquinha teve 5 horas de carinhos, vai adormecer para sempre, sem mais sofrimento e tem pelo menos uma pessoa que chora por ela. Quando a deixei no Hospital, ela olhava para mim como se quisesse dizer-me algo, talvez que eu lhe tinha dado a morte, mas quero acreditar que ela me estava agradecida por lhe ter acabado com o sofrimento.
Tudo teria sido diferente, se em vez de atirada para o outro lado da vedação, para longe dos olhares de todos, ela tivesse sido socorrida logo. Teria tido certamente uma segunda oportunidade. Não abandone o seu animal, ele pode sofrer mais do que imagina.
A história de um animal não acaba quando é abandonado.
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25/01/2005
Alda (voluntária da Assoc. Amigos dos Animais Abandonados - Moita)
http://aaaamoita.com.sapo.pt/

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Sábado, 10 DE Fevereiro DE 2007

Queres ficar comigo?

Janeiro2007.jpgA primeira de 2007
Mensagem recebida da minha amiga Ângela Moura – Brasil, sobre uma outra amiga.
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Minha amiga Mônica sempre trata dos bichinhos abandonados, que têm a sorte de encontrá-la.
Se gostou do peludinho, é só entrar em contacto com a Mônica.
Agradeço muito pela divulgação.
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3/01/2007
www.angelamoura.com


01/01/2007
- Vinha pela estrada de Ibiuna quando vi na beira, uma coisinha preta pulando em meio a um lixão. Pensei:
- Ué! ratos não pulam assim! E resolvi parar. Mas meu coração já previa o que era.
Batata! Uma filhotinha !

Olhei pra cima, pro céu , e perguntei a ELE: - Vc já voltou a 'trabalhar', né?!
E ELE me respondeu: ACEITE COM ALEGRIA OS DESAFIOS E DIFICULDADES QUE A VIDA LHE APRESENTAR!
Puts! Como isso é difícil de ser colocado em prática. Mas vamos lá!

Notei uma porção de bichos/larvas brancas andando nela toda! Quando afastei seu pelinho, vi que tinha ninhos destas larvas horríveis já cavando a pele desta pequena e a comendo viva! Eca! Corremos para um banho. Ela chorava muito. Na aguinha quente do banho e tirando todos estes bichos dela, ela foi parando de chorar, tremia muito.
Que alegria senti ao poder livrar esta VIDA dos bichos que a comiam viva! E que soninho mais lindo e seguro já no seu cobertorzinho rosa ela teve!
Pois é! Mais uma VIDA que é colocada em nossas mãos! 
Eu a chamo de BB Hope (=esperança). Por favor, divulguem nossa BB!
Depois de vacinada e castrada, estará pronta para adopção.
Contacto: Mônica 011 9914-3820 ou por email monica.ciomo@uol.com.br
Quem quer continuar este santo trabalho?

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Quinta-feira, 01 DE Fevereiro DE 2007

Queres ficar comigo? Ruca-cadeira

VENHO APELAR Á VOSSA SOLIDARIEDADE PARA ME AJUDAREM A ANGARIAR UMA CADEIRA DE RODAS PARA O RUCA Ruca_anuncio.jpg 

O RUCA é um cão muito infeliz, que temos na AAAAMoita, www.aaaamoita.com.sapo.pt eu responsabilizei-me por ele e pelas necessidades que ele têm.
O RUCA só precisa de uma Cadeira de Rodas e um Lar Definitivo , a associação da moita não é lugar para um cão paraplégico, mesmo com uma cadeira de rodas não temos condições de por lá o manter.
Ele tem mais ou menos 4 anos e é de porte médio pequeno, tem 16 kg não necessita de usar fraldas porque faz tudo tal e qual um cão normal, contudo para se movimentar ele arrasta-se com as patas traseiras no chão o que não é muito bonito de se ver, ele é muito carente como aliás podem atestar a veracidade pela foto que há poucos dias lhe retirei no canil onde ele vive!
Os contactos para ajudarem o RUCA vêm no cartaz que criei para ele, e que conto com a v/ ajuda para o divulgar, na net, em VET´s, comércio local etc... Por favor não ignorarem a necessidade do RUCA :(
Obrigada pela v/ ajuda ao RUCA
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Silvia Almeida
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NOTA TRISTE: O RUCA JÁ NÃO ESTÁ "ENTRE NÓS"*

É com bastante revolta, angústia, sofrimento, mágoa, desespero, desilusão, e acima de tudo tristeza, que vos anuncio que fui moralmente "forçada" a deixar o RUCA "partir" em paz.

Hoje (07/02/2007) desloquei-me ansiosa e rapidamente ao veterinário porque finalmente o RUCA tinha tido amigos que contribuíram para poder realizar isso, uma consulta e experimentar a cadeira de rodas para posteriormente a comprar com a vossa ajuda!

A veterinária "deitou" as mãos á cabeça...e começou o hediondo diagnóstico... á medida que as lágrimas me corriam e os soluços não me permitiam falar correctamente ... foi visto que a pata posterior esquerda já estava podre literalmente, a pata posterior direita após amputação da
esquerda mais um mês no máximo também teria que ser amputada, a coluna do RUCA tinha uma curvatura de tal forma que quando o tentámos pôr na cadeira de rodas ele gania porque não suportava as dores de manter a coluna em posição recta, apenas a posição corcunda a que estava habituado. O esforço que fazia era de tal forma que já tinha hérnias de esforço nas patas traseiras. Os intestinos já estavam "deslocados do alojamento correcto e estava "enrolados" junto ás vértebras da coluna.

Estou chocada, a veterinária diz que ele não tinha dores mas que com a amputação das duas patas traseiras ele tinha pouca força nas dianteiras para mover-se e inclusive puxar uma cadeira de rodas, além de que a coluna dele já estava extremamente curvada para permitir que ele pudesse andar de
cadeira de rodas.
Nem sei que vos diga, não há palavras que descrevam a DOR e FRUSTRAÇÃO que sinto por não ter conseguido ajudar o RUCA, eu estava tão entusiasmada por ele.

Peço-vos que compreendam que nada mais podia fazer por ele, apesar de eu pensar que sim.
Resta-me o doce sabor das suas lembranças e do olhar terno e agradecido dele antes de adormecer, ele tinha o olhar dele compenetrado no meu, e digo-vos com muita dor que me pareceu ser o olhar
mais agradecido do mundo por não sofrer mais.
Ele foi respeitosamente enterrado por mim e pela Filomena na AAAAMoita, ao pé dos seus amiguinhos de sempre, nós e os de 4 patas que estão na AAAAMoita.

Apelo agora a que até ao final desta semana não me enviem apelos nem pedidos de ajuda, porque neste momento quem precisa de ajuda sou eu, estou muito em baixo mesmo, é só o que vos posso desabafar sinceramente.

Por favor quem contribuiu para o nib que vem no apelo e não o da AAAAMoita que me envie o valor e respectivo nib para silviavanessaalmeida@, para que eu possa fazer a devolução, pois só não a farei se me permitirem aplicar esse dinheiro nas obras do novo canil da AAAAMoita que era para ontem, uma vez que a ordem de despejo está a decorrer em tribunal.
É como entenderem nunca levarei a mal que queiram o dinheiro de volta pois não sei se o queriam unicamente "aplicar no Ruca?!
O meu sincero e profundo obrigado a quem me ajudou a tentar ajudar o RUCA, é com bastante sofrimento que acabo de escrever tudo isto.
*Eu não desisti, mas não podia prolongar o sorfrimento dele*
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07/02/2007
*Sílvia Almeida*

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Quarta-feira, 03 DE Janeiro DE 2007

Direitos dos animais

(abraço de tigre)
homem_abracotigre.jpg(Esta Declaração foi proclamada pela Unesco-Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, em 27/01/1978, e subscrita por quase todos os países do mundo, inclusive o Brasil).

Pena que os homens não cumpram o que foi escrito e assinado! Têm a memória curta!
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24/05/2005
Laura B. Martins

Artigo 1º
Todos os animais nascem iguais diante da vida e têm o mesmo direito de existência.
Artigo 2º
a) Cada animal tem o direito ao respeito;
b) O homem, enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar os outros animais ou explorá-los, violando esse direito.
Ele tem o dever de colocar a sua consciência a serviço dos outros animais;
c) Cada animal tem o direito à consideração, à cura e à protecção do homem.
Artigo 3º
a)Nenhum animal será submetido a maltrato e actos cruéis;
b) Se a morte de um animal é necessária, deve ser instantânea, sem dor nem angústia.
Artigo 4º
a) Cada animal que pertence a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu ambiente natural terrestre, aéreo e aquático e tem o direito de reproduzir-se;
b) A privação de liberdade, ainda que para fins educativos, é contrária a esse direito.
Artigo 5º
a) Cada animal pertencente a uma espécie, que vive habitualmente no ambiente do homem, tem o direito de viver e crescer segundo o ritmo e as condições de vida e de liberdade que são próprias de sua espécie;
b) Toda modificação imposta pelo homem para fins mercantis é contrária a esse direito.
Artigo 6º
a) Cada animal que o homem escolher para companheiro tem o direito a uma duração de vida conforme sua natural longevidade;
b) O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
Artigo 7º
Cada animal que trabalha tem o direito a uma razoável limitação do tempo e intensidade do trabalho, a uma alimentação adequada e ao repouso.
Artigo 8º
a) A experiência animal, que implica em sofrimento físico, é incompatível com os direitos do animal, quer seja uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer outra;
b) As técnicas substitutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas.
Artigo 9º
No caso do animal ser criado para servir de alimentação, deve ele ser nutrido, alojado, transportado e morto sem que para ele resulte ansiedade ou dor.
Artigo 10º
Nenhum animal deve ser usado para divertimento do homem.
A exibição de animais e os espectáculos que utilizam animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
Artigo 11º
O ato que leva à morte de um animal sem necessidade é um biocídio, ou seja, um delito contra a vida.
Artigo 12º
a) Cada ato que leva à morte um grande número de animais selvagens é um genocídio, ou seja, um delito contra a espécie;
b) O aniquilamento e a destruição do meio ambiente natural levam ao genocídio.
Artigo 13º
a) O animal morto deve ser tratado com respeito;
b) As cenas de violência de que os animais são vítimas devem ser proibidas no cinema e na televisão, a menos que tenham por fim mostrar um atentado aos direitos do animal.
Artigo 14º
a) As associações de protecção e salvaguarda dos animais devem ser representadas a nível de governo;
b) Os direitos do animal devem ser defendidos por leis, como os direitos do homem.
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(Esta Declaração foi proclamada pela Unesco-Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, em 27/01/1978, e subscrita por quase todos os países do mundo, inclusive o Brasil).

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Domingo, 24 DE Dezembro DE 2006

Presentes de Natal!?!?

Sexodasrenas.jpg Com esta gracinha animal

o Blog «Animais no Mundo»

deseja um Feliz Natal/2006

a todos os blogueiros visitantes.

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Laura

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Domingo, 10 DE Dezembro DE 2006

Santuário p.Animais-Portugal

Quem quer ajudar futuros Natais de Animais?

 

Fase 1 do “Projecto Santuário”: ANIMAL aceita terreno como doação ou para compra, a preço reduzido, para instalação do primeiro santuário para animais em Portugal
Se tiver um terreno rural (com área mínima de 15 hectares) que queira doar, ou vender a preço muito reduzido (não superior a 10.000 Euros), à ANIMAL, para instalação do primeiro santuário de animais em Portugal, por favor contacte já a ANIMAL


A criação de um santuário para animais em Portugal é um projecto extremamente necessário e urgente.
Como é sabido, sempre que as autoridades precisam de apreender um animal e sempre que alguma associação de protecção dos animais precisa de resgatar um animal em situação de abuso ou perigo, sobretudo nos casos especialmente complexos, como sejam os casos de tráfico de animais exóticos, apreensão de animais de parques zoológicos, circos e espectáculos itinerantes com animais, como carrosséis de póneis, apreensão de animais usados para treinos de combate ou em lutas (cães e galos, sobretudo), apreensão de cães e outros animais usados por pedintes, apreensão e resgate de animais de companhia ou usados em pecuária que sejam vítimas de crueldade e de tratamento inadequado e ilícito, entre muitos outros casos, a falta de um espaço adequado e preparado para receber estes animais constitui quase sempre um obstáculo intransponível.

Se se pretende não só corrigir situações ilícitas mas também – e sobretudo – devolver a estes animais a dignidade que merecem e a possibilidade de viverem de forma tranquila e segura, num espaço dedicado a eles, a falta de um santuário é, quase sempre, um factor que impede que esse objectivo seja cumprido. Excepto quando uma associação de protecção dos animais que tenha albergue ou um benemérito particular que tenha condições para isso se oferecem para acolher algum destes animais (capacidade que, considerando o volume de apreensões necessárias, rapidamente se esgota), as autoridades muitas vezes acabam por ter que deixar os animais apreendidos com quem ilicitamente os usou em primeiro lugar, sendo a eutanásia a única alternativa a essa opção que as autoridades habitualmente têm dispoível. As associações de protecção dos animais, por seu turno, muitas vezes têm o alcance da sua intervenção muito limitado por não terem um espaço com as características de um santuário, para onde pudessem enviar animais retirados de situações de grave crueldade.
A ANIMAL encontra-se com situações dessas a cada passo, com uma frequência desesperante.

Neste sentido, e dada a urgente e extrema necessidade de que Portugal tenha um santuário para animais, e encontrando-se a ANIMAL, a cada passo, perante situações de crueldade extrema que mal consegue resolver por não ter um santuário onde colocar animais vítimas de violência, esta organização avança agora com a primeira fase do “Projecto Santuário” : a aquisição de um terreno para a instalação/criação do primeiro santuário animal em Portugal.

Assim, a ANIMAL procura, como doação, ou para compra a preço reduzido (cujo valor não exceda os 10.000 Euros), um terreno rural, com uma área total de *pelo menos* 15 hectares, em qualquer região de Portugal Continental, para rápida instalação e criação do primeiro santuário para animais em Portugal.

Se tiver algum terreno com estas características, por favor considere a hipótese de o oferecer à ANIMAL como donativo fundamental para a concretização do “Projecto Santuário”. Alternativamente, se tiver um terreno com estas características e optar por não o doar, por favor considere a hipótese de o vender, por um preço reduzido (que não exceda os 10.000 Euros), à ANIMAL, para a concretização do “Projecto Santuário”. Por favor, apresente a sua oferta/proposta à ANIMAL, através de projectosantuario@animal.org.pt 
Por favor, tenha em consideração que a instalação e criação do santuário exigirão avultados meios financeiros, pelo que é muito importante que a ANIMAL gaste o menos possível na aquisição do terreno para o santuário.
Cada cêntimo disponível para este projecto deverá ser aplicado da maneira mais eficiente possível para proteger os animais que serão recolhidos no santuário.

Lembre-se: ao contribuir para a criação deste santuário, terá um papel decisivo para ajudar centenas de animais, desde leões a cães, ovelhas ou galinhas, cavalos e gatos, babuínos e zebras, entre animais de muitas outras espécies, a passarem de uma vida miserável de abuso constante, sofrimento e angústia para uma vida segura e tranquila, num espaço dedicado a eles, onde sejam acarinhados, recuperados e protegidos com o objectivo único de fazer com que sejam felizes.
E, para a ANIMAL, conseguir fazer com que animais infelizes passem a ter uma vida digna e feliz valem todos os esforços…
Contamos consigo para nos ajudar a ajudar e proteger animais em situações de risco e abuso extremo.
---------------------------------
Torne-se sócia/o da ANIMAL e apoie a organização na defesa dos direitos dos animais. Inscreva-se através de socios@animal.org.pt
Junte-se à Lista de Activismo da ANIMAL. Inscreva-se enviando um e-mail em branco para activismo_animal-subscribe@yahoogroups.com
Para mais informações, por favor contacte a ANIMAL através do e-mail info@animal.org.pt  ou visite o site www.animal.org.pt

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Quarta-feira, 06 DE Dezembro DE 2006

Faça um sócio da ANIMAL

Se ainda não sabe que presente de Natal oferecer a um familiar ou amigo e se, enquanto o tempo vai passando rapidamente até ao Natal, não se consegue decidir sobre o que escolher, ofereça o presente que faz toda a diferença: torne alguém sócio da ANIMAL  

Para o ano de 2006, a ANIMAL pretende:

Desenvolver o seu novo projecto de educação sobre os direitos dos animais, “Um Mundo de Todos”, para educar crianças e adolescentes acerca das diferenças entre indivíduos, da irrelevância moral da raça, sexo, nacionalidade, orientação política, religiosa ou sexual, ou espécie a que pertencem, por oposição à importância moral de respeitar e proteger cada indivíduo como ele é, pelas características que tem e que fazem dele um ser digno, independentemente de andar sobre duas ou quatro patas, de falar ou de se exprimir de outro modo, de ter o corpo coberto de pêlo ou não. “Um Mundo de Todos” é um projecto de educação moderno, com uma abordagem clara, baseada nos mais recentes desenvolvimentos científicos e na ética aplicada, que virá mostrar o que são os animais não-humanos, ensinar acerca das suas características emocionais, mentais e psicológicas, e acerca das proximidades entre estes e os humanos, apelando a uma convivência de respeito e protecção destes em relação aos primeiros, para uma vivência harmoniosa num mundo que é de todos, humanos e não-humanos.

Criar o primeiro grande santuário para animais em Portugal, um espaço onde animais resgatados de situações de violência física e emocional nas mais diversas circunstâncias poderão ser recuperados, apoiados e protegidos num ambiente próximo daquele que lhes seria natural, tendo a oportunidade de viverem com liberdade, tranquilos e seguros pelo resto das suas vidas.

Construir o Hospital ANIMAL, um hospital veterinário moderno e com as mais avançadas funcionalidades que ofereça gratuitamente cuidados médicos urgentes, cirurgias e assistência médica continuada a animais sem família e que ofereça estes serviços a preço muito reduzido a todas as pessoas que queiram passar a fazer do Hospital ANIMAL a instituição a que confiarão a saúde dos animais que consigo vivem, apoiando, ao mesmo tempo, os serviços médicos gratuitos de assistência a todos os animais que não têm quem cuide deles.

Criar uma Divisão Anti-Crueldade, uma equipa de inspectores apoiada por advogados que receberá denúncias de maus tratos a animais e que actuará para prevenir e combater estas situações, em colaboração com as autoridades, resgatando animais sempre que seja necessário.

Continuar, melhorar e desenvolver cada vez mais o seu trabalho de investigações especiais, produção de vídeos e relatórios, realização de campanhas de educação, sensibilização e alerta, desenvolvimento do contacto e trabalho com autoridades e responsáveis políticos e administrativos, organização de conferências, palestras e debates, reforço de intervenções judiciais, e todas as outras formas de acção que a ANIMAL tem para fazer avançar o respeito e a protecção dos direitos dos animais em Portugal.

Para fazer alguém sócio da ANIMAL, para se fazer sócio da ANIMAL ou para fazer um donativo, por favor contacte:
socios@animal.org.pt

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Sexta-feira, 10 DE Novembro DE 2006

Afinal quem são os irracionais?

rodeioNao.jpgDeixo com vcs o julgamento!
Mas lhes digo que é fácil mostrar coragem com animais ditos irracionais e que, portanto, não têm escolha.
Está na hora de mostrarmos coragem com os ditos racionais...

Rodeios: Crueldade ou Diversão?

Os rodeios são promovidos como exercícios de coragem e valentia da habilidade humana em conquistar as bestas ferozes e indomadas do velho Oeste. Na realidade, os rodeios não são nada mais do que uma exibição manipulada do domínio humano sobre os animais, mal disfarçado de "entretenimento". O que começou no final do século XIX como um concurso de habilidades entre cowboys se transformou num show motivado por ganância e lucro.

As Acrobacias
Os eventos padrão de um rodeio incluem laçar um bezerro, corpo a corpo com um novilho, montar um cavalo e um touro sem arreios, selar um potro chucro e ordenhar uma vaca selvagem. Os animais usados nos rodeios são artistas prisioneiros, a maioria dócil, mas compreensivamente desconfiados dos seres humanos devido ao tratamento áspero que receberam. Muitos desses animais não são agressivos por natureza; eles são fisicamente forçados a demonstrar um comportamento selvagem para fazer os cowboys parecerem corajosos.
Os organizadores de rodeios alegam que o animal trabalha apenas por oito segundos, como se não houvesse centenas de horas de treinos não supervisionados, muitas vezes, com o mesmo animal. Eles contestam também que os animais utilizados são selvagens e que pinoteiam por índole. Caso fosse verdade o sedem não seria necessário e o animal não pararia de pular após a retirada do mesmo.
Laçada de bezerro: animal de apenas 40 dias é perseguido em velocidade pelo cavaleiro, sendo laçado e derrubado ao chão. Ocorre ruptura na medula espinhal, ocasionando morte instantânea. Alguns ficam paralíticos ou sofrem rompimento parcial ou total da traqueia. O resultado de ser atirado violentamente para o chão tem causado a ruptura de diversos órgãos internos levando o animal a uma morte lenta e dolorosa.
Laço em dupla/team roping: dois cowboys saem em disparada, sendo que um deve laçar a cabeça do animal, e o outro as pernas traseiras. Em seguida os peões esticam o boi entre si, resultando em ligamentos e tendões  distendidos, além de músculos machucados.
Bulldog: dois cavaleiros, em velocidade, ladeiam o animal que é derrubado por um deles, segurando pelos chifres e torcendo seu pescoço.

Ferramentas de Tortura
Agulhadas eléctricas, um pedaço de madeira afiado, unguentos cáusticos e outros dispositivos de tortura são usados para irritar e enfurecer os animais usados nos rodeios, com o objectivo de mostrar um "bom show "para a multidão.
Sedem ou sedenho: é um artefacto de couro ou crina que é amarrado ao redor do corpo do animal (sobre pénis ou saco escrotal) e que é puxado com força no momento em que o animal sai à arena. Além do estímulo doloroso pode também provocar rupturas viscerais, fracturas ósseas, hemorragias subcutâneas, viscerais e internas e dependendo do tipo de manobra e do tempo em que o animal fique exposto a tais factores, pode-se evoluir até o óbito.
Objectos pontiagudos: pregos, pedras, alfinetes e arames em forma de anzol são colocados nos sedenhos ou sob a sela do animal.
Peiteira e sino: consiste em outra corda ou faixa de couro amarrada e retesada ao redor do corpo, logo atrás da axila. O sino pendurado na peiteira, contitui-se em mais um factor estressante pelo barulho que produz à medida em que o animal pula.
Esporas: às vezes pontiagudos, são aplicados pelo peão tanto na região do baixo-ventre do animal como em seu pescoço, provocando lesões e perfuração do globo ocular.
Choques eléctricos e mecânicos: aplicados nas partes sensíveis do animal antes da entrada à arena.
Terebentina, pimenta e outras substâncias abrasivas: são introduzidas no corpo do animal
Golpes e marretadas: na cabeça do animal, seguido de choque eléctrico, costumam produzir convulsões no animal e são o método mais usado quando o animal já está velho ou cansado.
Esses recursos que fazem o animal saltar descontroladamente, atingindo altura não condizente com sua estrutura, resultam em fractura de perna, pescoço e coluna, distensões, contusões, quedas, etc.
Segundo a Dra.Irvênia Prada, que foi por muitos anos Professora Titular da Faculdade de Medicina da USP e tendo mais de uma centena de trabalhos publicados em Anatomia Animal, ao observar as fotos dos animais em plena actividade no rodeio declarou: "os olhos dos animais mostram uma grande área arredondada, luminosa, consequente à dilatação de sua pupila. Na presença de luz, a pupila tende a diminuir de diâmetro (miose). Ao contrário, a dilatação da pupila (midríase) acontece na diminuição ou ausência de luz, na vigência de processo doloroso intenso e na vivência de fortes emoções (medo, pânico..) e que acompanham situações de perigo iminente, caracterizando a chamada  Síndrome de Emergência de Canon. No ambiente da arena de rodeio, o esperado seria que os animais estivessem em miose, pela presença de luz. Assim, a midríase que exibem é altamente indicativa de que estejam na vigência da citada Síndrome de Emergência, o que caracteriza o sofrimento mental."

Fazendo Frente ao Mito
Num estudo conduzido pela Humane Society of the United States, dois cavalos conhecidos pelos seus temperamentos gentis foram submetidos ao uso da cinta no flanco. Ambos pularam dando coices até a cinta sair. Então vários cavalos do circuito de rodeio foram liberados dos currais sem a cinta no flanco e não pularam nem deram coices, mostrando que o comportamento selvagem e frenético dos animais é induzido pelos cowboys e promotores dos rodeios.

O Fim da Trilha
O médico veterinário Dr. C.G. Haber, que passou 30 anos como inspector federal de carne, trabalhou em matadouros e viu vários animais descartados de rodeios sendo vendidos para abate. Ele descreveu os animais como "tão machucados que as únicas áreas em que a pele estava ligada à carne eram cabeça, pescoço, pernas e abdomen. Eu vi animais com 6 a 8 costelas quebradas à partir da coluna, muitas vezes perfurando os pulmões. Eu vi de 2 a 3 galões de sangue livre acumulado sobre a pele solta. Estes ferimentos são resultado dos animais serem laçados nos torneios de laçar novilhos ou quando são montados através de pulos nas luta de bezerros." (1)
Os promotores de rodeio argumentam que precisam tratar seus animais bem para que eles sejam saudáveis e possam ser usados. Mas esta afirmativa é desmentida por uma declaração do Dr. T.K. Hardy, um veterinário e às vezes laçador de bezerros, feita à revista Newsweek: "Eu mantenho 30 cabeças de gado para prática, a U$200 por cabeça. Você pode aleijar três ou quatro numa tarde... É um hobby bem caro."
(2) Infelizmente existe um fornecimento constante de animais descartados à disposição dos promotores de rodeios os quais tiveram seus próprios animais esgotados ou irremediavelmente feridos. Conforme o Dr. Harber documentou,os circuitos de rodeio são apenas um desvio na estrada dos matadouros.

Escolhas e Oportunidades
Embora os cowboys de rodeio voluntariamente arrisquem-se a sofrer injúrias nos eventos em que participam, os animais que eles usam não têm esta escolha. Em 1986, no rodeio de Calgary em Alberta no Canadá, um dos maiores rodeios da América do Norte, oito cavalos foram mortos ou fatalmente feridos num acidente numa corrida de carroças. Pelo fato da velocidade ser importante em vários rodeios, o risco de acidentes é alto.
Bezerros laçados quando estão correndo a mais de 27 milhas por hora, têm seus pescoços tracionados para trás pelo laço, geralmente resultando em injúrias no pescoço e costas, contusões, ossos quebrados e hemorragias internas. Bezerros ficam paralíticos devido à lesão de coluna vertebral ou suas traqueias ficam parcialmente ou totalmente machucadas.(3) Bezerros são usados apenas em um rodeio antes de voltarem ao rancho ou serem sacrificados devido aos ferimentos.
(4)Os cavalos dos rodeios geralmente desenvolvem problemas de coluna devido aos repetidos golpes que sofrem. Devido ao fato de cavalos não ficarem normalmente pulando para cima e para baixo, existe também o risco de lesão das patas quando o tendão se rompe.
As regras da associação de rodeios não são eficazes na prevenção de lesões e não são cobradas com rigor, nem as multas são severas o bastante para evitar maus tratos. Por exemplo, se um bezerro é ferido num torneio, a única punição é que o laçador não poderá laçar outro animal naquele dia. Se o laçador arrastar o bezerro, ele poderá ser desclassificado. Não há regras protegendo os animais durante as provas e não há nenhum observador objectivo ou exames requisitados para determinar se um animal foi ferido num evento.

Notas
1.Human Society of the United States, interview with C.G. Haber, DVM (Rossburg, Ohio),1979
2."Rodeo :American Tragedy or Legalized Cruelty?" The Animals Agenda, March 1990 
3.Dr. E.J. Finocchio, DVM, Letter to Rhode Island State Legislature. Feb. 28, 1989 
4."Rodeo Critics Call It "Legalized Cruelty", San Francisco Chronicle, June 25, 1981 
5.Lipsher, Steve, "Veterinarian Calls Rodeos Brutal to Stock" Denver Post, Jan 20, 1991
6.Schmitz, Jon "Council Bucks Masloff’s Veto On Rodeo Bill" Pittsburgh Press, Nov27, 1990
Fonte: SUIPA - Sociedade  União Internacional de Proteção aos Animais
PETA - People for Ethical Treatment of Animals 
Tradução: Luiziania de C.M.de Barros
Banner ilustração - Lenita Ouro Preto - S.O.S Animais

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Terça-feira, 10 DE Outubro DE 2006

Conheçam a Lady da ACCG, no RJ, e sua história ...

ladydegolada.jpgLady quase foi degolada pelo uso de uma "coleira improvisada", para evitar que incomodasse um vizinho. Ela está na minha residência, por falta de espaço na ACCG.
Está praticamente recuperada e ainda se observa a marca.
Já está esterilizada, bastante saudável e pronta para uma adopção.
É meiga e companheira, convivendo naturalmente com meu cão e gatinhos.

Por favor, ajude a ACCG a obter lares para os que já sofreram tanto.
Repasse este link, pelo que agradeço de coração !
Indique nosso site para os amigos, pois estamos necessitando de ajuda.
www.casadocaoegato.com.br
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4/08/2006
Barbara Ribeiro

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Quinta-feira, 05 DE Outubro DE 2006

Casa do cão e do gato

cao_cadeiraovelho.jpgFui visitar a página da Casa do Cão e Gato, no Rio de Janeiro, graças a indicação da minha amiga Sônia Catharina.
No link http://www.casadocaoegato.com.br/instal.html das instalações, vi todas as fotografias da Associação e dos animais.
Copiei e colei o artigo abaixo, enquanto pensava nos bondosos corações que os amparam agora.
E acreditem que em todas as Associações é igual. Sim, em Portugal também!
Sofás e cadeirões meio rasgados, cobertores e cobertas de cores desmaiadas por tanta lavagem e animais lindíssimos que nos admira estarem ali. Tudo igualzinho!!!!!!!
Até os rostos das pessoas, um tanto traumatizados por observarem diariamente tanta maldade dos humanos e sofrimento dos bichos. Tudo igualzinho!!!!!!!!!!
Visitem! Não tenham receio de ficarem aborrecidos. Afinal, não podemos viver alheados de tudo, em prol do n/bem estar.
E já agora, ajudem! Faz bem à alma e ao coração!
Objectos, dinheiro e comida são sempre bem-vindos, além de ofertas de trabalho, porque ele é muito, acreditem; e quem o faz também tem vida particular e necessita de descanso!
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4/08/2004
Laura B. Martins
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Vocês podem pensar... Pois é, pessoal... Vendo as fotos de nossas instalações acima, alguns de vocês podem pensar:
"Pôxa, esse abrigo vai bem, não precisa de meu apoio! Até caminhas eles colocam lá! Vou ajudar outro local que precise mais..."
É um enorme engano!!!
Desde o lançamento de nosso primeiro site, sempre seguimos uma linha alto astral. Procuramos mostrar que, graças ao seu apoio, os animais são recuperados e podem receber uma nova chance.
Não pensem que chegam como nas fotos inseridas aqui, lindinhos, bem cuidados...
Chegam das formas mais cruéis, nos fazendo duvidar de que sejamos nós, humanos, os verdadeiros racionais. Temos fotos muito, muito deprimentes, mas optamos por deixar apenas nos nossos arquivos.
Motivo?
Precisamos mostrar que a sua ajuda FAZ diferença!
Que por menor que você possa pensar que será seu donativo, ele será do maior valor para nós!

Tenha certeza que a grande maioria não tem a chance de ser recolhido e recuperado.
Vão para os CCZs, morrem de fome, frio, nas chuvas, atropelados, espancados...

Lembre-se que para nossas fotos ficarem "bonitas", passamos por um longo caminho até uma recuperação, o que muitas vezes não acontece. Alguns animais já chegam tão abatidos e feridos que apesar de lutarmos por eles, partem para o outro lado do arco-íris.

Nada substitui um lar, um colo e amparo, mas graças ao apoio que recebemos, quando acontece de perdemos algum animal, estes partem aconchegados, acompanhados, aquecidos, medicados.
Estes recebem de nós, humanos, um olhar que pede desculpas, perdão pelo que passaram.
Quem sabe um dia, nos perdoem. Aliás, são tão generosos, que nos passam a sensação de que, apesar de todas as dores, nunca deixarão de nos amar.
Ficam em nosso colo, a respiração vai ficando mais fraca, aquele silêncio vai chegando, e nos dão uma última lambida, parecendo agradecer por terem estado ao nosso lado...
É por essa "troca de olhares" que lutamos, a cada dia.

No nosso site, você verá nos olhos de cada peludo, a mais pura esperança. Olhares que não sabem o que é rancor, apesar do que já sofreram, e te dão sempre uma nova chance!
Nunca deixem de acreditar que só vocês podem realizar a mudança!
Basta acreditar, basta fazerem a sua parte, conscientes de seu papel em nossa sociedade.
Não abandone. Cuide. Não maltrate. Ampare.
Não deixe de esterilizar, pois isto também é AMOR!
http://www.casadocaoegato.com.br/
© Associação Casa do Cão & Gato - 2003

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publicado por LauraBM às 23:25
Domingo, 10 DE Setembro DE 2006

O mundo inteiro deve assistir!!!!!!!!!!

É impossível crer que o ser humano seja capaz de tamanha crueldade.

Clique no site abaixo e e assombre-se.

O site é: http://www.strasbourgcurieux.com/fourrure/

Isto precisa ser repassado, afinal, nada, nada mesmo justifica tamanha barbárie.

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Carlos H. R. Silva olhoschorar.gif

Tudo pela chamada beleza feminina, embora os homens tenham, também, enveredado pelo uso das peles verdadeiras.
Triste e inconsciente mundo este, em que vivemos.
Sei que não pedimos para nascer mas, antes de morrer, temos a obrigação moral de aprender e fazer algo útil a bem dos nossos amigos animais.
Haverá algo mais belo que um animal liberto no seu habitat natural?
Não são as peles sintéticas belas e quentes? Precisamos chaciná-los e martirizá-los?
Não chega estarmos a destruir o planeta com tanta industrialização?
Não temos já suficientes desastres ecológicos, e o clima totalmente alterado, a causar tantas mortes e distúrbios?
Precisamos mesmo de ver sangue e causar dor?
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Laura B. Martins

9/2006

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Sábado, 05 DE Agosto DE 2006

Filhos e filhotes

leao_menina2.JPG

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Segunda-feira, 10 DE Julho DE 2006

Jornal "Correio da Manhã"

REDACÇÃO DO JORNAL CORREIO DA MANHÃ jornais_diversos.jpg

Cabanas, 20/11/2002

 

Senhores,
Deram-me uma fotocópia sem data, mas sei que é muito recente, com o seguinte artigo:
• MANIXE alegra os idosos
com a assinatura da D. Branca Abrantes, de Lisboa.
Gostei da parte em que diz que «num gesto de amor, o Centro Social da Penha de França tomou conta do Manixe». Os meus Parabéns ao Centro!

O problema está no início do artigo que diz (e os senhores transcreveram) assim:
• Havia um cão que por várias razões teria que ser abandonado pelos seus donos.
Pergunto-me: - Como pode sair tal frase num jornal diário, lido por tanta gente?
(Nem que fosse apenas lido por uma só pessoa!!!!)
• Como podem os portugueses aprender que os animais não são coisas que se abandonam quando incomodam?
• Que não são trapos velhos!
• Que mesmo para o lixo há locais próprios!

Como pode um órgão de comunicação social, que deveria ser usado para ajudar a educar o público, deixar sair tal frase que faz parecer natural um animal ter que ser abandonado. Ter que ser? Mas o que é isto?
Pois tenham a certeza que assim não deve ser.
Animais não são coisas, são vidas à nossa guarda.
Quando aceitamos um, assumimos um compromisso de o tratar e amar até ao fim da vida dele.
Também não se dão às crianças como se de um boneco se tratasse, o que infelizmente eu vejo muitas vezes.
Pelo contrário, devem ser dados sim, mas tomando a criança o compromisso sério de tratar dele e assim complementar a sua educação de adulto de amanhã.
Pelo cumprimento desse compromisso assumido pela criança terão que zelar os pais. Assim se educam os filhos!

Este tipo de frases, lidas aqui e ali, faz-me lembrar a onda de violência que grassa nas séries e filmes apresentados por todos os canais de TV, e tanto têm contribuído para o desvario de crimes que se verifica no nosso país.
Depois de se ver tanta violência, até parece que é natural ser assim…Violento!!!!!!
Temos os n/jovens transformados em delinquentes e os adultos cada vez mais belicosos.
Por qualquer coisa se puxa de uma arma e se mata ou fere quem quer que seja.
É tudo tão natural nos filmes, não é?

Queiram ter a bondade de, pelo menos, não publicar este tipo de frases que deseduca o público.
Se todos ajudarmos, talvez daqui a uns anos possamos ter um Portugal melhor.
-----------------
Laura Martins
(Esta carta foi enviada por mim, ao Jornal Correio da Manhã.
Como é costume nestas coisas, não obtive qualquer resposta)

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Sábado, 10 DE Junho DE 2006

Maldade e insensibilidade - Verdade

cao_osso.jpgEstou arrasada com a cena que assisti momentos atrás!
Em frente à minha casa existe um terreno baldio onde habita um cachorro que lá foi deixado pelos vigias do terreno! Magro, triste e com fome!
Ao lado do terreno fica um aparthotel. Uma das gerentes adoptou o cão! Fizeram um abrigo para ele,  era alimentado e tinha o carinho da vizinhança!
Essa senhora deu a ele o nome de  Amarelo pois essa era a cor de seu pelo! Ele ficou gordo, bonito e manso!
Então, apareceu o construtor que comprou o terreno acompanhado de um carro da Suipa! Cordas e laçadores na mão do funcionário da Suipa, um sujeito que só de olhar dava medo! Mais animal que o animal!
O cão gania, latia e se recusava a deixar o lugar!
Dois vizinhos e eu fizemos todos os apelos possíveis! Que deixassem o cão na obra pois ele continuaria a ser bem tratado! Era um animal que apesar de manso seria um bom vigia ! Apelamos para tudo com o construtor! Faço muitas restrições a quem não gosta de bichos! E ele irredutível, insensível, deixou o cachorro ser arrastado, colocado numa gaiola e levado para Suipa, entidade que está passando a maior dificuldade apesar de lutarem e apelarem de todas as maneiras por ajuda nada têm conseguido.
Daqui a um mês estará lá o Amarelo magro, doente e sem carinho! Imagino como ficará essa senhora que cuidava dele quando amanhã chegar ao trabalho!
Nenhum de nós tinha condição de ficar com o animal Ficamos desesperados pois Amarelo já era um pouquinho nosso!
Amanhã vou pedir a um amigo, dono de uma marmoraria em Jacarepaguá, que deixe Amarelo ficar na sua firma! Tenho certeza que ele irá concordar! Apanharemos Amarelo na Suipa e o faremos feliz de novo! Deus queira!
Desculpem o desabafo!
---------------
04/21/05
Marly Caldas

NOTA
Infelizmente, estas são as histórias de todos os dias, pois o ser humano parece ter prazer em maltratar os animais.

Eu também acho que é duma insensibilidade atroz, mas a verdade é que a rua não é lugar para cachorro, por melhor tratado que seja por uma vizinhança inteira.
Cachorro na rua apanha parasitas, não é vacinado e nem ele mesmo sente que tem um dono para amar. E eles precisam disso!
Cachorro na rua está sujeito a todas as torturas que queiram infligir-lhe, seja animal ou gente.
Quem quer adoptar cachorro, gato ou seja lá o que for, precisa levá-lo para casa e tratá-lo como deve ser.
A comida enche a barriga, mas o carinho enche o coração.
Se o cãozinho for levado para casa evitam-se muitos desaires.
Cachorro na rua faz mais cachorros de rua, coisa que ninguém deseja.

As pessoas querem ficar em paz com o seu coração e a sua consciência, sem sacrifícios.
Cachorro dá trabalho, despesa e preocupações. Ninguém pensa que as alegrias superam isso tudo.
O meu desgosto vai todo para o infeliz cãozinho Amarelo que não tem sorte. Espero que a sorte dele tenha mudado com a ida para essa tal marmoraria.
Quem diz que o adoptou e o deixa continuar na rua, está a enganar-se a si mesma e quer enganar os outros.
Tenho em casa uma cadela que estava nessas condições: vivia na rua, num bairro onde todos lhe davam comida e faziam festas. Mas o lugar dela não era na rua, como não é de nenhum animal nem pessoa.
Agora que já tem casa, não larga a sua cesta de dormir e, quando saímos com ela, assim que entra na nossa rua, vem logo a correr para casa, tal a necessidade de se sentir protegida.
Duma vez por todas, as pessoas têm que deixar de se enganar a si mesmas e enfrentar a realidade.
Os animais de estimação não são para estar na rua mas, protegidos, em casa.

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Terça-feira, 09 DE Maio DE 2006

Massacre de focas bebé

focas_duas.jpgActivistas da ANIMAL protestam em frente à Embaixada do Canadá em Lisboa contra o massacre de 300.000 focas bebés no Canadá |
No dia em que representações diplomáticas do Canadá em mais de 50 cidades em 22 países em todo o mundo serão alvo de protestos de organizações de defesa dos animais contra o massacre das focas promovido pelo Governo do Canadá, a ANIMAL promoverá o protesto em Lisboa, ajudando a lançar boicote internacional ao turismo e a todos os produtos do Canadá

AMANHÃ, dia 15 de Março, a ANIMAL juntar-se-á a organizações de defesa dos animais e ambientalistas de todo o mundo para protestar contra o massacre de focas no Canadá, autorizado e encorajado pelo Governo do Canadá, assinalando, assim, o Dia Internacional Contra o Massacre das Focas no Canadá. Neste dia, protestos similares acontecerão, concertadamente, em frente a embaixadas e consulados deste país em todo o mundo. Acções de protesto estão programadas para ocorrerem neste dia em mais de 50 cidades de 22 países diferentes, desde o Canadá, aos Estados Unidos da América, ao México e outros países da América Latina, no Médio Oriente e por toda a Europa.

Integrada nesta coligação internacional de organizações que se opõem ao massacre extremamente cruel e injustificável de cerca de 300 mil focas entre 15 de Março e 15 de Maio do ano corrente (depois de, no ano passado, o mesmo número de focas ter sido massacrado nesta mesma altura do ano, e estando prevista uma terceira fase deste massacre neste mesmo período do próximo ano), a ANIMAL promoverá, amanhã, dia 15 de Março – Dia Internacional Contra o Massacre das Focas no Canadá, uma acção de protesto em frente à Embaixada do Canadá em Lisboa (sita na Av. da Liberdade, n.ºs 198-200), entre as 12h30m e as 13h30m. Durante este dia, a Embaixada do Canadá estará sempre a receber telefonemas, faxes e e-mails de pessoas de todo o país que protestarão desta forma, complementando os protestos à porta da Embaixada.

Inteiramente vestidos de branco, para representar o branco das focas e o branco da neve onde as focas são mortas à paulada e a tiro, e manchados de sangue de caracterização para representar o sangue das focas que são vítimas deste massacre horrendo, activistas da ANIMAL denunciarão, em frente à Embaixada do Canadá em Lisboa, o envolvimento activo e declarado do Governo do Canadá na morte chocante e violenta de focas com poucos dias ou poucas semanas de idade, que, indefesas e em pânico, tentam fugir desesperadamente dos caçadores que as perseguem e matam impiedosamente, armados com paus e potentes caçadeiras.

Embaixada do Canadá em Lisboa, telefone-21 316 46 00 e 21 316 46 51, fax 21 316 46 93, 21 316 46 95 e 21 316 46 92, e-mail, através do
lsbon-cs@dfait-maeci.gc.ca e do lsbon-ag@dfait-maeci.gc.ca,  “Parem o massacre das focas no Canadá, ou enfrentem os protestos mundiais e o boicote internacional aos produtos canadianos e turismo no Canadá”.

“A caça comercial de focas no Canadá é o maior e mais cruel massacre de animais marinhos no nosso planeta”, declarou Miguel Moutinho, Director Executivo da ANIMAL. “Todos os anos, centenas de milhares de focas bebés são mortas à paulada e a tiro, sendo retirada a pele a muitas destas focas quando ainda estão vivas e conscientes, agonizando numa morte horrível”. Um painel de veterinários independentes de vários países que estudaram a caça comercial de focas concluiu que até 42% das focas que estes cientistas examinaram foram provavelmente esfoladas enquanto vivas e completamente conscientes.

As sondagens deixam claro que a maioria dos Canadianos, Americanos e Europeus querem que a caça comercial às focas acabe definitivamente, e governos de todo o mundo estão a tomar posições acerca deste assunto. No dia 2 de Fevereiro, cerca de um quarto dos Senadores dos EUA co-apoiaram uma resolução que apelava ao Governo Canadiano que proibisse este massacre. No Reino Unido, 130 Deputados do Parlamento assinaram uma moção que apelava ao Governo Britânico para proibir a importação de todo o tipo de peles de focas. O Governo da Bélgica proibiu recentemente a importação e comércio de peles de focas e o Governo Italiano aprovou uma resolução anunciando a sua intenção de tomar uma medida igual.

Muitas organizações vão lançar, neste Dia Internacional Contra o Massacre de Focas no Canadá, um boicote internacional ao turismo e a todos os produtos de empresas Canadianas. “Se a caça às focas não terminar, juntar-nos-emos a uma poderosa rede de organizações que lançarão um boicote internacional a produtos Canadianos e até ao turismo neste país”, afirmou Artur Mendes, Presidente da ANIMAL.
 
A caça às focas é uma actividade conduzida pela indústria da pesca comercial da Costa Este do Canadá. O argumento central para justificar esta caça é apresentado por esta indústria, que alega que as focas, ao caçarem e alimentarem-se, têm um impacto negativo nas populações de peixes, deixando a indústria pesqueira sem peixe para pescar. Contudo, sólidos estudos científicos mostraram que a depauperação das populações de peixes devem-se, na verdade, à pesca excessiva da mesma indústria que se queixa da falta de peixe cujas populações dizima, atribuindo as culpas às focas como argumento para as caçar. Além disso, o massacre das focas bebés é não só um acontecimento cruel e terrivelmente chocante mas também ecologicamente perigoso, uma vez que o fenómeno do sobreaquecimento do planeta está a levar a que o habitat natural destas focas seja drasticamente afectado, o que as pode levar à extinção, juntamente com a morte de um milhão destes animais em apenas três anos.

A Humane Society of the United States, com a qual a ANIMAL está a colaborar neste protesto, estará no terreno a documentar a brutalidade do massacre, estando disponíveis imagens em vídeo deste massacre mediante pedido ao International Fund for Animal Welfare (www.IFAW.org). Para mais informações, por favor visite www.ProtectSeals.org e www.Boycott-Canada.com.
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14/03/2005
Torne-se sócia/o da ANIMAL e apoie a organização na defesa dos direitos dos animais. Inscreva-se através de socios@animal.org.pt
Junte-se ao Grupo de Activismo da ANIMAL. Inscreva-se enviando um e-mail em branco para
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Para mais informações, por favor contacte a ANIMAL através do e-mail info@animal.org.pt   ou visite o site www.animal.org.pt

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Segunda-feira, 10 DE Abril DE 2006

Omo lava Dalmatas

Omo_lavadalmatas.jpg

Já não tenho dúvidas que o produto é mesmo bom.

hihihihihi

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Domingo, 05 DE Março DE 2006

Criança não é cachorro

crianca_caobranco.jpgÉ comum as pessoas que possuem animais de estimação, e os tratam com carinho, serem constrangidas com críticas muitas vezes agressivas.
Os donos de bicho, por exemplo, recebem a sugestão de trocar o animal por uma criança pobre.
Quem diz isso pode estar pensando que defende os interesses das crianças carentes, mas na verdade está apenas comparando crianças a cães e gatos.

Compreender as verdadeiras razões da pobreza e do abandono das nossas crianças é complicado.
Fica mais fácil culpar os animais, que não podem defender-se.
Como se ao deixar um cão de estimação morrer de uma virose as crianças passassem a comer melhor.

O problema do menor abandonado tem vários culpados.
As causas primárias são estruturais e não podem ser mudadas por meio de boas intenções ou decretos.
Investimentos em saúde e educação são relegados para segundo plano.

A má distribuição de renda gera a opulência num extremo e a miséria noutro.
O planejamento familiar enfrenta resistência religiosa e de sectores ditos nacionalistas, além da indiferença do governo.

O Estado negligencia suas obrigações com o bem-estar social, desviando recursos da educação, saúde, moradia e saneamento básico para investir em mineração, siderurgia, telecomunicações, energia e
no sistema financeiro.

Os menores de rua muitas vezes são fugitivos da violência doméstica gerada por pais ou padrastos alcoólatras.
Aí está uma longa relação de culpados de duas pernas pela situação das crianças pobres.

Mas há pessoas que entendem que uma criança pobre e um cão têm a mesma necessidade afectiva, revelando sua ignorância, alienação ou má-fé e desprezo pela criança carente a quem dizem defender.

Muitos podem ter condições financeiras para adoptar uma criança, mas são incapazes de prover suas necessidades afectivas e segurança emocional.

A maioria dos que adoptam um animal visa preencher um vazio em sua vida.
Pessoas idosas, muitas vezes marginalizadas pelas próprias famílias, têm no animalzinho de estimação talvez sua única razão para continuar vivendo.
Há inúmeros registros de gente que superou a depressão graças ao convívio com animais de estimação.

O contacto com eles tem sido preconizado como um excelente auxiliar no tratamento de autistas.
Finalmente, não são apenas as dondocas que frequentam as clínicas veterinárias.
Pessoas humildes passam apertado para levar ao seu bichinho o atendimento médico.
O respeito, o afecto e o cuidado com os animais não eliminam a necessidade de atenção para com o ser humano.
Pelo contrário, aprimoram e complementam a capacidade de nos relacionar com os semelhantes.
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2/2005
Autor: Dr. José Ricardo Henz, veterinário, Fortaleza - Ceará

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Quarta-feira, 22 DE Fevereiro DE 2006

Superpopulação

Confira aqui:
Os números provam que, para controlar a população dos animais de rua,
é muito melhor esterilizá-los do que sacrificá-los depois.

superpopulacao.jpg

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Terça-feira, 10 DE Janeiro DE 2006

Pensamentos

caes_naoabandone.gifAo encontrar um Cão faminto na rua, dê-lhe de comer,
com certeza ele não o morderá!
Essa é a diferença entre o CÃO e o homem!!!
O Homem tem feito na Terra um inferno para os animais.
Arthur Schopenhauer

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Domingo, 25 DE Dezembro DE 2005

Férias-Natal... e nós?

caes-naoabandone.jpg
Dezembro 2005

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Sábado, 24 DE Dezembro DE 2005

Natal para todos

caoNatal_naomeabandone.jpgÉ noite de Natal pra todos nós.Seja, então, Natal em todo o mundo.

Não se esqueçam dos animais, por favor!

Jesus agradece!

 

Dezembro de 2005

 

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Sábado, 19 DE Novembro DE 2005

Se as Leis não servem...

Repassar também ajuda. Obrigada!
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Martha Maganha http://fotolog.terra.com.br/martha_maganha

gatinhos6abandonados.jpg

6 GATINHOS PRECISAM DE UM LAR!

 

Pessoal, vamos ajudar esta galerinha da pesada a ser feliz!!! Pessoal, estes 6 bebés foram encontrados dentro de uma caixinha de papelão...
Como pôde? Seis coisinhas tão lindas desprezadas à própria sorte...
Quem seria capaz disto???
Agora precisam de um dono para amá-los e mima-los, precisam recuperar o tempo perdido...
Permita-se ter a felicidade de adoptar um anjinho destes.
Gatos são amorosos, carinhosos, inteligentes sensíveis e gostosos, é mito o que dizem que uma fofura destas é traiçoeira; isto é papo de quem nunca teve o prazer da companhia de um bichano.
Eu AMO gatos e recomendo. São limpos e charmosos, e exigem pouco de nós.
Abra seu coração, eles precisam de você! Ou quem sabe de alguém de sua lista...
Não pode adoptar? Acesse o site www.petfeliz.com.br  e saiba outras formas de ajudar...
Muito obrigada pelo apoio. Beijos e boa sorte!
Marta Martha Maganha
http://fotolog.terra.com.br/martha_maganha
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"Ninguém cometeu maior erro, do que aquele que não fez nada, só porque podia fazer muito pouco".

Para cada filhote que você compra um animal é executado na carrocinha, morre em um abrigo ou é atropelado.
Bicho não se COMPRA, se ADOPTA!
Acesse o novo site www.petfeliz.com.br  Por favor dê sua opinião!

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Terça-feira, 08 DE Novembro DE 2005

Canil Palmela/Setúbal

canil_cao.jpgMoro no concelho de Setúbal. Pois o Jornal do Pinhal Novo, do dia 1/03/2005, traz uma notícia interessante:
"Canil contempla animais de Palmela e Setúbal".
Fiquei eufórica.
Palmela não tem canil. Os animais são metidos lá, numas coisas que nem sabem que tal nome existe e abatidos no último dia útil de cada semana em que chegam porque, ao fim de semana não há quem os trate nem mesmo o veterinário cujas determinações morais da Ordem a isso obrigavam.
Em Portugal, ser veterinário ou sapateiro deve ser igual. Preciso é arranjar tacho. Melhor se for no Estado.

Depois, vi que a construção do canil só vai começar nos primeiros meses de 2006, embora a Câmara de Palmela esteja a fazer imensas construções para serviços camarários e a utilizar edifícios modernos, já construídos, para se reinstalar. Coitadinhos!!!!!!!!!!!!!!
Os animais, esses, não têm direitos. Não votam, sabem?

Setúbal, tem um canil que só funciona direito, (dentro das precárias condições existentes, claro), porque existe um grupo de jovens liderados por uma senhora e a filha, que adoram animais, dão-lhes assistência total e, volta e meia, organizam umas festas a custo próprio para conseguirem doar animais que estão lá, em vias de serem abatidos.
O facto é que já participei de algumas.
Conseguem-se doar muitos cães e até gatos, que são das mais difíceis doações. A maioria dos portugueses não gosta de gatos.
Para mim que sou amantíssima deles, nem faz sentido!

NOTA:
Veja-se se não seria urgente a construção de um canil! E vamos fazer o quê?
Eu bem digo que sou radical e isto entrava nos eixos se eu mandasse!!!!!!!!!
E ainda punha todos os animais a votar.
Uma lata de tinta pra molharem a pata, impressos de votos em ponto grande e lá iam eles fazer a sua parte de cidadãos para poderem constituir-se numa associação e pugnar pelos seus direitos. Olaréla!!!!!!
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10/03/2005
Laura B. Martins

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Quarta-feira, 05 DE Outubro DE 2005

Reflexões sobre o Tema:

 

A SENSIBILIDADE QUE AS PESSOAS ATRIBUEM ÀS PLANTAS
homem_comerperna.jpgTodo vegetariano já foi questionado em sua vida sobre isso, o tema não é novo, mas está sempre nascendo na cabeça de alguém que, por acaso, ouviu falar isso ou aquilo sobre as plantas.
Muitos indagam:
Vocês não comem animais, mas e as plantas, afinal, elas também sentem dor.

Particularmente já me deparei com argumentos melhores, mas vamos lá, tirar da cabeça dessas pessoas suas dúvidas e mostrar-lhe na realidade, o que elas pensam quando perguntam tal coisa.
Há também aqueles que discutem um algo a mais que, segundo eles compreendem, as plantas além de sofrerem, são sencientes. O engraçado é que muitos sequer conseguem aceitar que os animais sejam seres sencientes, porém defendem energicamente nossas irmãs plantas.
Conheço alguns vegans que disseram que tais pessoas agem de má fé, ou seja, fingem se interessar pelas plantas para poderem, nessa disputa de argumentos, continuarem a desprezar e a ingerir vísceras de animais, num pensamento , creio eu, mais ou menos assim:
" Se você come animais, não deveria comer plantas, e se come plantas, também faz mal à elas. Eu por exemplo, pesando os dois aspectos, sei que ambos possuem sensibilidade, por isso não há mal nenhum em ingeri-los, já que, tanto um quanto o outro sofrem igual."

O primeiro item a usar como base para essa discussão é:
Não se afastar do tema principal, ou seja, os animais e seu sofrimento.
O segundo é, qual dos dois seres possui maior capacidade de relacionamento homem-animal, ou seja, qual deles, comprovadamente, é mais senciente?
Nós temos cães como companheiros ou um pé de alface, a lógica aqui é raciocinar apenas levando-se em conta a senciência de ambos os seres vivos, afinal quem faz essa pergunta não passa a vida acariciando alfaces ou falando com elas.
Dos males o menor, só essa frase bastaria para vencer esse argumento. O animal sofre, eu vejo, a planta eu apenas imagino.

Agora, pensando mais racionalmente, a tese de que as plantas são realmente sensíveis, viria mesmo a calhar, pois apoiaria ainda mais o não-consumismo da carne animal.
Genial tal argumento:
"Se você se preocupa com a sensibilidade das plantas, faria ainda melhor com a sensibilidade dos animais, já que a olhos vistos, eles parecem sofrer mais do que elas." (levando-se em conta de que, quem perguntou realmente se importa com tal sofrimento e não fez a pergunta apenas por fazer ou para "testar" uma resposta)
Mais uma vez estaríamos usando a velha frase, dos males o menor, ou seja, melhor deixar o consumo de carne animal, que sente superiormente mais dor, e passar a ingerir vegetais ,do que ao contrário.

Claro que nem todos perguntam por má fé, há, e são muitas, pessoas que realmente acreditam na sensibilidade das plantas, eu também creio, já que em tudo há vida, tudo há sensibilidade e volto a perguntar:
Diante de teus olhos, qual sensibilidade lhe dói mais?
Você é capaz de debulhar uma espiga de milho, ou cortar brócolis e atirá-los dentro de um caldeirão de água fervente, mas faria isso, tal qual como falei, a um coelho, um boi, um porco ou um cão?
Já olhou nos olhos de um brócoli quando passa a faca em seu corpo? Qual a sensação?
Já olhou nos olhos de um animal que está sendo morto, qual a sensação?
Entenda bem que é a "Sua" sensação diante da morte de um animal.
Entre plantas e animais, segundo nos diz a ciência, qual deles possui o SNC (sistema nervoso central) mais complexo?
Músculos sensíveis a dor, visão sensível a queimaduras, estômago sensível a experimentos, etc, etc.
Não sabemos se as plantas possuem córtex cerebral ou lóbulos cerebrais como homens e animais, aos quais, comparativamente o DNA está mais próximo.
Dos dois seres em questão, qual deles tem maior individualidade, raciocínio, senciência/consciência?
As plantas sofrem ?
Os animais não?
Afinal me pergunto:
Qual o real motivo dessa pergunta sobre a sensibilidade das plantas?
Querer mostrar aos vegetarianos que eles estão errados ao deixar de comer animais, já que ingerem plantas e elas também sentem dor, ou seja, que são hipócritas ao pensar assim ou...e acredito muito nisso embora não deseje, abster-se de imaginar que os animais que eles ingerem sofrem, de forma que comer um ou outro acaba por não fazer diferença.

Há muitas outras coisas que não são visíveis aos nossos olhos em relação as plantas , porém nos são claras diante dos animais:
Medo de morrer. Sangue derramado nos abatedouros( muita gente cultiva hortas em casa, porém bem poucos cultivam abatedouros). Efeito de reacção diante da dor, capacidades que não foram totalmente provadas pela ciência em relação as plantas, mas que, se fossem, e vamos abrir um vasto campo agora, o que faríamos?
Voltar a comer de animais só porque descobrimos que as plantas sofrem?
De forma alguma, já que devemos usar a lógica da questão que é:
Quem sofre mais diante da morte? Em questões de medo e dor?
Vamos convir que ambos não sofrem igual e isso é fato, SNC, motricidade, lóbulos cerebrais, sinapses. Será que as plantas são mais sensíveis do que os animais?
Mas, vamos supor, que as plantas realmente sintam dor e tenham medo. E nós, míseros mortais, nos abstendo de comer apenas carne, mas somos então um dos grupos mais selectos e mais correctos de todos, já que pensando assim, demos um grande passo para uma grande mudança , porém, não somos os melhores nesse aspecto e perdemos para alguns amigos muito mais adiantados nessa questão do que os crudívoros, vegans e vegetarianos que são nossos amigos frugívoros, que não comem vegetais e se alimentam de sementes e frutos, que não sentem dor já que acabam sendo de certa forma "descartados", já que nascem , amadurecem e caem, se não forem colhidos apodrecem e se sentissem dor, já entraríamos em outro campo, o campo Divino e os motivos pelo qual Ele deixa pobres e inocentes frutas morrerem.

Somos seres buscando a perfeição, ao menos alguns, se não somos ainda perfeitos, temos ciência de que somos melhores que alguns e piores que uns outros, mas demos um importante passo para a nossa mudança e para a mudança do Planeta.
Os vegetarianos deveriam se preocupar com as plantas? Quem nega que um dia seremos todos frugívoros? Quando descobrirmos que as plantas sentem dor, naturalmente mudaremos nossos hábitos, assim como mudamos quando vimos que os animais sofriam, e isso é inegável até para o carnívoro mais ferrenho, que defende as plantas mas nãos os animais.

E para aqueles que acreditam em Deus, acreditam mesmo que um dia ele nos mataria de fome, conforme fôssemos caminhando em sua direcção?
Um último detalhe a acrescentar as pessoas que se preocupam com a sensibilidade das plantas é que, o boi é um animal ruminante, e que no Brasil a agropecuária é de campo, e os bois que virarão bife se alimentam das plantas, ou seja, ao invés de você ajudar ao menos um, está matando duas vidas ao mesmo tempo.
Talvez a mesma discussão, tão difícil de ser compreendida hoje, pelos Direitos Animais, seja travada daqui há alguns anos, séculos, sobre o especismo direccionado as plantas, talvez lá adiante, sejam mesmos os frugívoros que estejam tentando mostrar que as plantas sofrem tal como os animais, e o que faremos? Na certa muitos que já não comem mais animais dirão que os frutos também sentem dor, e a história vai recomeçar, porque toda mudança moral é difícil nos seres humanos, mas elas acontecem, independente de sua vontade.
" A saúde do homem é o reflexo da saúde da Terra".Heráclito

Nessa etapa de nossa caminhada é melhor fazer o bem aquele que,diante de nós, sofre mais, percebe mais e se relaciona mais de forma inteligente connosco. Ajudar o próximo mais próximo, é melhor do que não ajudar ninguém. Preocupar-se com as plantas é pular um degrau necessário que é, antes de tudo, a preocupação com os animais, já que o sofrimento deles urge, e nessa caminhada, tudo está a seu tempo.
Talvez os frugívoros sejam os únicos a terem alcançado uma alimentação totalmente livre de crueldade, os vegans estão fazendo a sua parte e os vegetarianos e os crudívoros as deles.
E você, o que está fazendo em benefício dos animais e do Planeta onde vive?
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05/10/06
Simone Nardi
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Sexta-feira, 02 DE Setembro DE 2005

Indignada!

cao_cab.grades.gifIndignada com a frequência de casos referentes a maus tratos aos animais, em Portugal, repasso um apelo da Associação Animal.
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Laura B. Martins
http://laurabmartins.blogs.sapo.pt/


Na próxima 4.ª feira, às 14h, em frente à Câmara Municipal de Torres Vedras, 3/08/2005

Venha PROTESTAR contra a inactividade desta autarquia, ao não ter feito nada para impedir que 62 cães vivessem o inferno de estar fechados e abandonados numa vivenda durante mais de seis meses, no escuro, sobre os seus próprios excrementos, sem água nem comida, tendo chegado ao limite dos cães mais fortes e maiores matarem e comerem os mais fracos e mais pequenos para tentarem sobreviver.

Junte-se à ANIMAL, à Associação de Protecção aos Animais de Torres Vedras e à Associação de Protecção dos Animais Abandonados do Cartaxo nesta manifestação de protesto e indignação contra o “Terror em Torres Vedras”.

Divulgue e Participe nesta manifestação! Venha dizer connosco que, enquanto cidadã/ão, exige que as autoridades façam cumprir a legislação de protecção dos animais em Portugal e venha pedir responsabilidades à Câmara Municipal de Torres Vedras por não o ter feito.

Participe nesta manifestação pelos 62 cães de Torres Vedras (e por todos os outros que estão em semelhante situação neste país) e traga consigo a sua oferta para ajudar estes animais. Pergunte à APATV qual a ajuda de que precisam (Olinda Dias: 96 915 9733) e traga consigo o seu apoio para entregar a esta associação nesta manifestação. Se realmente tiver condições para adoptar um (ou mais) destes animais, aproveite a sua vinda a Torres Vedras para a manifestação e leve o seu novo amigo consigo. Ajude estes animais :-: Eles precisam de si.

Indignação quanto à inoperância da C. M. de Torres Vedras e restantes autoridades face ao abandono de 62 animais em vivenda neste concelho leva associações de protecção dos animais a manifestarem-se, nesta 4.ª feira, em frente ao edifício desta Edilidade

A ANIMAL, a Associação de Protecção aos Animais de Torres Vedras e a Associação de Protecção dos Animais Abandonados do Cartaxo organizam manifestação de protesto à porta da Câmara Municipal de Torres Vedras para pedirem responsabilidades a esta autarquia e para exigirem que a legislação vigente de protecção dos animais em Portugal passe a ser realmente aplicada pelas autoridades competentes

No seguimento do caso de crueldade extrema em Torres Vedras exposto na semana passada, relativo a 62 cães que foram mantidos abandonados durante mais de seis meses numa vivenda neste concelho, a ANIMAL, a Associação de Protecção aos Animais de Torres Vedras (APATV) e a Associação de Protecção dos Animais Abandonados do Cartaxo (APAAC) vão promover uma manifestação de protesto no dia 3 de Agosto (próxima 4.ª feira), às 14h, em frente à Câmara Municipal de Torres Vedras.

No dia desta manifestação, terá decorrido uma semana desde que, na 4.ª feira da semana passada, estes 62 cães foram descobertos em estado de total abandono pela Associação de Protecção aos Animais de Torres Vedras (APATV). Os animais encontravam-se a viver nesta casa completamente fechados, no escuro, literalmente sobre os seus próprios excrementos, desesperadamente famintos e sem qualquer água, estando na terrível situação de necessidade de sobrevivência que levou os cães mais fortes a matarem e comerem os mais fracos, tendo tudo isto acontecido perante a inaceitável passividade das autoridades competentes locais e regionais, em especial da Câmara Municipal de Torres Vedras e do Médico Veterinário Municipal de Torres Vedras.

Vários relatos indicam que, enquanto várias reclamações de vizinhos da vivenda em causa e de outras pessoas foram manifestadas, ao longo de mais de seis meses, quanto à situação daqueles animais e também quanto ao mau cheiro e incómodo barulho que se faziam sentir, as autoridades mantiveram sempre uma postura passiva, limitando-se a actuar dentro dos mínimos dos mínimos, não procurando resolver efectivamente uma situação que, de forma clara e perfeitamente identificada, constituía graves infracções à legislação vigente de protecção dos animais de companhia. Segundo Miguel Moutinho, Director Executivo da ANIMAL, “Ao invés das autoridades municipais e veterinárias terem solicitado a colaboração do Ministério Público para conseguirem um mandado judicial para entrarem na vivenda e retirarem os animais desta terrível situação em tempo adequado – procedimento que demoraria uma semana, no máximo –, as autoridades limitaram-se a esperar por uma suposta oportunidade de intervirem quando o proprietário da vivenda lhes abrisse a porta. Neste caso, estas autoridades negaram-se a si mesmas enquanto tais e falharam gravemente quanto às suas competências legalmente atribuídas como autoridades às quais cabe garantir o cumprimento da legislação de protecção dos animais. E o pior nesta situação é que a inoperância e incompetência destas autoridades teve consequências absolutamente drásticas, com chocantes detalhes de crueldade, para todos os animais naquela vivenda.”

Veladimiro Elvas, Presidente da APAAC, declarou que “De uma vez por todas, enquanto pessoas preocupadas com os animais e como associações de protecção dos animais, temos que deixar claro que não admitimos mais às autoridades competentes que, sempre que recebam uma qualquer queixa, denúncia ou reclamação de alguma situação de abuso, negligência ou abandono de animais, não intervenham, alegando que nada podem fazer, ou que não é com estas entidades, ou que têm assuntos mais graves a tratar. É por isso que, nesta manifestação, deixaremos claro que a Câmara Municipal de Torres Vedras tem responsabilidades públicas que tem que assumir e que serão também judicialmente apuradas por iniciativa das associações que organizam esta manifestação”.

Os 62 cães encontram-se presentemente sob o cuidado da APATV no Canil Municipal de Torres Vedras, onde, depois de já terem sido lavados, alimentados e tratados, esperam por pessoas que os adoptem responsavelmente.

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Sexta-feira, 05 DE Agosto DE 2005

Pensa nisto!

caozinho_agua.jpg

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publicado por LauraBM às 22:42
Sexta-feira, 15 DE Julho DE 2005

Poema - Não quero ver nascer mais animais!

coelhos_casal.gifA civilização, assim chamada
pelos homens, tomou o lugar de Deus.
A terra foi usada, transformada,
em prol do homem e dos interesses seus.

Esterilizem-se todos os animais!
Amiga deles sou eu, mas eu condeno
gaiolas, zoológicos, quintais,
prisão de cercas, ou o abandono obsceno.

O inverso daquilo que escrevi
também condeno, de forma diferente;
animais de almofadas, pedigree,
penteados e com roupas, quase gente.

Deixem-nos ser aquilo que Deus quer,
deixem viver em função da razão
dos seres vivos, homem ou mulher,
pássaro, crocodilo, gato, cão.

Façam-se vídeos para a posteridade
nos habitates próprios, que inda têm.
Enquanto o homem, por voracidade,
não invade o seu espaço, e a morrer vêm.

Caçados por luxúria, ou por desporto,
são chifres, patas, peles, e o que mais
inventa o homem; tudo acaba morto.
Não quero ver nascer mais animais!
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1/02/2003
Laura B. Martins
Soc. Port. Autores n.º 20958

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publicado por LauraBM às 00:44
Sexta-feira, 10 DE Junho DE 2005

Convivência

tigre_porquinhos.jpg Se eles são capazes de conviver.....

Porque é que nós não somos?

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Laura

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publicado por LauraBM às 20:34
Domingo, 15 DE Maio DE 2005

Quintas de peles-China

Pêlo de Raposas, Guaxinins, Chinchilas, Martas, Cães e Gatos criados e mortos cruelmente em quintas de peles na China é comercializado e usado na Europa e nos Estados Unidos
Investigações da Swiss Animal Protection, da East International e da Humane Society of the United States expõem realidades arrepiantes nas quintas de peles da China, onde Raposas, Guaxinins, Chinchilas, Martas, Cães e Gatos, entre outros animais, vivem e morrem em sofrimento extremo para alimentarem o comércio e uso de peles na Europa e nos Estados Unidos

Quando investigadores sob disfarce da Swiss Animals Protection e da East International iniciaram, recentemente, as suas investigações em quintas de peles na província de Hebei, na China, de imediato perceberam por que razão não são permitidas visitas a estes locais. Estes investigadores descobriram que muitos animais estão ainda vivos e a tentarem libertar-se desesperadamente enquanto os trabalhadores destas quintas de peles os atiram contra o chão, por forma a que o seu dorso bata violentamente no chão, quebrando, assim, a sua coluna, ou enquanto os penduram, pelas patas traseiras ou pela cauda, em ganchos, enquanto, espetando facas na barriga destes animais e puxando, a partir daí, toda a pele dos seus corpos, os mesmos trabalhadores esfolam raposas e guaxinins (entre outros animais) vivos e completamente conscientes. Quando os trabalhadores destas quintas de peles chinesas começam a cortar a pele e o pêlo dos animais a partir das pernas destes, os animais esperneiam agonizantemente e tentam por todos os meios fugir a esta experiência extremamente dolorosa. Os trabalhadores destas quintas pisam os pescoços e cabeças dos animais que resistem mais, de maneira a que, sem conseguirem cortar-lhes o pelo e o pêlo enquanto estão vivos e conscientes, consigam, através do peso e da força que exercem sobre os animais, asfixiá-los ou quebrar, assim, o seu pescoço. Quando a pele e o pêlo dos animais é finalmente arrancada do corpo dos animais, por cima das suas cabeças, o seu frágil corpo, despido e ensanguentado, sem a sua pele, é atirado para um monte, onde se juntam todos os animais já esfolados. Muitos dos animais nestes amontoados de corpos estão ainda vivos, tentando respirar por entre o sangue, e pestanejando ainda. Alguns dos corações dos animais ainda batem cinco a dez minutos depois de terem sido esfolados. Um investigador gravou em vídeo um guaxinim esfolado por cima dos restantes corpos que, espantosamente, teve ainda força suficiente para levantar a sua cabeça sem pele e cheia de sangue, fixando o investigador e a câmara que o filmava. Veja este vídeo aqui.

Antes de serem esfolados vivos, estes animais são arrancados das suas jaulas e atirados violentamente para o chão. Os trabalhadores das quintas de peles usam barras de metal para baterem na cabeça dos animais ou limitam-se a atirar com a cabeça e o dorso dos animais contra o chão, causando-lhes inúmeras fracturas ósseas e convulsões, embora, na maior parte dos casos, sem que isso cause a morte imediata dos animais. Todos os animais nestas quintas assistem a todo este processo hediondo, vendo os outros animais a passarem por todo este sofrimento e antecipando o que de seguida lhes acontecerá. Fechados em jaulas mínimas e sujas, o seu brutal destino é esta morte arrepiantemente cruel.

Na China, a criação e morte de animais para extracção da sua pele e pêlo não obedece a quaisquer regras, uma vez que não há legislação que regulamente esta actividade. Nestas quintas, raposas, martas, coelhos e outros animais exibem distúrbios comportamentais, como movimentos repetitivos e constante abanar das cabeças, em jaulas de arame, em que os animais estão expostos à chuva, ao frio gélido, ou, noutros momentos, ao calor extremo. As mães, que ficam altamente perturbadas pelo tratamento agressivo, assim como pela impossibilidade de, ao terem as suas crias, não poderem esconder-se para o parto nem poderem proteger as suas crias, acabam por matar os seus próprios bebés, de tão afectadas que estão. Doenças e ferimentos são comuns nestes animais, que não têm qualquer espécie de assistência nem recebem qualquer cuidado, acabando estes animais por roerem as suas próprias patas e atirarem-se constantemente contra as grades das jaulas em que estão fechados.

Uma investigação da Humane Society of the United States também na China revelou igualmente que, sendo muito comum a morte de cães e gatos neste país – não só para a produção e comércio do seu pêlo como também para o comércio e consumo da sua carne –, os cães de raça Pastor Alemão são aqueles que mais são criados e mortos, uma vez que o seu pêlo cinzento e amarelo é considerado muito útil e é muito procurado para a produção de casacos e acessórios de pêlo. O pêlo cinzento é considerado melhor e é mais caro do que o pêlo amarelo, o que, segundo foi explicado aos investigadores, se deve ao facto do pêlo cinzento dos Pastores Alemães poder ser facilmente apresentado e vendido como pêlo de raposa ou guaxinim, para casacos, ou, para acessórios, lembrar o pêlo de coiotes, guaxinins e outras espécies vulgarmente usadas para a produção de acessórios de pêlo.

A globalização do comércio de pêlo faz com que seja impossível saber qual a origem dos produtos de pêlo. As peles e pêlo dos animais são artigos leiloados interncionalmente e distribuídos por fabricantes de peças de vestuário e acessórios de pêlo em todo o mundo, com os produtos finais a serem vulgarmente exportados. A China fornece mais de metade das peças finais de acessórios de pêlo importadas para comercialização nos Estados Unidos da América. De igual modo, se uma etiqueta de um casaco ou acessório com pêlo diz que esse artigo foi feito num país da Europa, os animais cujo pêlo compõem essas peças foram provavelmente criados e mortos numa parte diferente do mundo – possivelmente, numa quinta de peles da China como as expostas nesta investigação especial. Além disso, as quintas de peles nos Estados Unidos da América e na Europa, mesmo com cenários não tão extremos como os das quintas de peles da China, são unidades onde os animais, depois de terem tido vidas miseráveis, são mortos por quebra do pescoço, asfixia, afogamento, envenenamento com gás ou electrocussão anal ou vaginal.

Quem usa um casaco de pêlo ou qualquer acessório que tenha pêlo de algum animal, é cúmplice deste comércio horrivelmente cruel. Quem comercializa estas peles e as promove, como é o caso da estilista Fátima Lopes, é primeiramente responsável por esta barbaridade inimaginável.

O mundo tem que saber do sofrimento por que passam os animais nas quintas de peles na China! Veja o vídeo que expõe esta crueldade aqui e, por favor, divulgue esta mensagem e este vídeo para todos os seus contactos. Se vir alguém a usar pêlo de animais, não perca a oportunidade de informar essa pessoa e de lhe dizer que, só para que um casaco ou acessório de pêlo seja feito, várias dezenas de animais tiveram vidas miseráveis e uma morte de uma crueldade extrema.
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publicado por LauraBM às 19:19
Terça-feira, 10 DE Maio DE 2005

Seca na Amazônia

peixesmortos.jpgA loucura humana vai até onde lhe permite a vaidade de se julgar conhecedora dos mistérios e desígnios de Deus sobre o mundo e a natureza.

 

Daí que se permita alterá-los a seu belo prazer, sem cuidar dos resultados catastróficos.

 

Mas o homem não aprende, e no afã de explorar, modificar e refazer o que nunca deveria ser emendado comete desatinos cujos resultados agora se fazem sentir.

 

A lição está aí:

enquanto a água varre cidades de outros mapas, a maior bacia hidrográfica do mundo, a Amazónia, está a minguar.

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Laura B. Martins

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Quinta-feira, 07 DE Abril DE 2005

Amenizando o blog-Dalmatas

dalmatagatos.jpg

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publicado por LauraBM às 00:36
Sábado, 02 DE Abril DE 2005

Ursos (mãe e filho)

ursos-maefilho.jpg

E ainda dizem que tamanho não é documento?!!!!!!
A razão do maior é sempre a mais forte. hehehehehe
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Laura B. Martins
10/04/2005

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Quarta-feira, 02 DE Março DE 2005

Caça às baleias? De novo?

baleia_desenhada.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Portugal pressionado para salvar baleias enquanto decorrem conversações secretas na Comissão Baleeira Internacional para recomeçar caça à baleia
24 de Novembro de 2004

Contacto para Imprensa - Miguel Moutinho – 96 235 81 83 (Dir. Executivo da ANIMAL)

A WhaleWatch – uma coligação de 140 organizações não-governamentais de mais de 55 países representada em Portugal pela ANIMAL – está a pedir ao Governo Português que declare publicamente a sua oposição à caça comercial às baleias, enquanto uma delegação portuguesa se prepara para participar numa reunião que decorre esta semana na Suécia, para finalizar os planos para que esta caça seja retomada.

Representantes governamentais de Portugal e de outros países reunir-se-ão num encontro fechado da Comissão Baleeira Internacional (CBI), que decorrerá em Borgholm, Suécia, entre 29 de Novembro e 1 de Dezembro. Este encontro tem como objectivo estabelecer um acordo acerca de um controverso pacote de medidas – o Sistema de Gestão Revista (SGR) – que visa levantar a proibição actualmente vigente da caça comercial às baleias.

Falando em nome da WhaleWatch, Miguel Moutinho, Director Executivo da ANIMAL, comentou, “Qualquer acordo acerca da caça às baleias não é mais do que um apoio internacional à crueldade desnecessária. O SGR irá dar carta branca à caça comercial às baleias. É tão simples quanto isso. A questão coloca-se nestes termos: o Governo Português quererá o sangue das baleias nas suas mãos, ao apoiar o recomeço de uma indústria desnecessária e assim condenar incontáveis milhares de baleias a uma matança cruel?”.

Portugal, membro da Comissão Baleeira Internacional, está, aparentemente, a preparar-se secretamente para se declarar de acordo com o recomeço da caça comercial às baleias. Numa reunião da CBI em Julho deste ano, Portugal foi um dos países que votou a favor de uma resolução que pede que as negociações acerca do Sistema de Gestão Revista estejam terminadas a tempo desta medida ser considerada para possível adopção na reunião da CBI em 2005, na Coreia do Sul.

“Com menos do que uma mão cheia de votos a serem precisos para agitar o balanço entre os países que se opõem e que apoiam a caça às baleias no seio da Comissão Baleeira Internacional, o futuro das baleias no mundo está em risco e a ser decidido como nunca antes. O destino das baleias no mundo está agora nas mãos dos representantes governamentais de Portugal e de outros países, que participarão na reunião da próxima semana”, declarou Miguel Moutinho.

As dificuldades inerentes a conseguir matar imediatamente baleias – o que, supostamente, seria menos cruel e que é alegado pelos defensores da caça às baleias – são evidentes, atendendo ao facto de, na caça às baleias – seja comercial ou supostamente científica –, a duração média estimada para a morte dos animais acontecer é de mais de dois minutos, com várias baleias a levarem mais de uma hora para morrerem.

www.WhaleWatch.org

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Terça-feira, 15 DE Fevereiro DE 2005

Fundação Brigitte Bardot

BrigittBardot_tigre.jpg"Eu dei a minha beleza e a minha juventude aos homens;
agora, dou minha sabedoria e a minha experiência aos animais".

PARIS, 27 set (AFP)
A ex-actriz francesa e símbolo sexual dos anos 1960, Brigitte Bardot, celebra nesta quinta-feira o seu 72º aniversário, que coincide com os 20 anos de sua Fundação para a Protecção dos animais,
afirmando estar "satisfeita e muito orgulhosa" de sua luta pela causa dos animais.

Na sede de sua fundação, em Paris, onde cães e gatos são abandonados, Bardot, que deixou o cinema em 1973, recebe os visitantes apoiada em muletas. "Tenho uma artrose dupla nos quadris", explica.
A ex-actriz, que em Julho considerou mudar-se para a Suécia, país que segundo ela mais inclinado a respeitar os animais, não sonha mais em deixar a França, onde ela vive em sua célebre propriedade
de La Madrague, em Saint-Tropez.
A actriz, que foi símbolo sexual em sua juventude, tornou-se madrinha da luta pela defesa dos animais.
Brigitte, descoberta pelo director Roger Vadim em 1953 em "E Deus criou a mulher", Ícone do cinema francês dos anos 60, completará amanhã 72 anos.

E amanhã é também o aniversário da Fundação Brigitte Bardot, destinada à protecção dos animais,
que completará vinte anos.

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Terça-feira, 04 DE Janeiro DE 2005

Circos c/animais

Animal_associacao.jpg Seja da espécie que não visita circos com animais.
Seja da espécie que ajuda a ANIMAL a acabar com o uso de animais em circos.
Junte-se a nós nesta acção!
A ANIMAL acredita que todos os animais – com especial destaque para os animais selvagens – não pertencem aos circos.
Acredita que as características biológicas dos animais são absolutamente incompatíveis com a sua manutenção em jaulas exíguas, enferrujadas, sem higiene, onde são mantidos durante todo o tempo entre as actuações e os treinos, com alimentação e abeberamento insuficientes e irregulares.
Acredita que, além do mal que é manter animais neste ou em qualquer outro tipo de cativeiro, é ainda menos aceitável treiná-los através da força do chicote ou da paulada, do uso do aguilhão eléctrico ou da electrocussão para que, por exemplo, ursos andem de bicicleta, babuínos montem póneis, tigres ou leões saltem por entre arcos em chamas ou elefantes se sustentem em duas ou numa só pata.
Acredita que esta crueldade é um absurdo e que o circo ideal não tem nenhum animal.
E, por fim, a ANIMAL acredita que o uso de animais em circos deve acabar.
Se também acredita nisto, não visite circos com animais.
Mas não se fique por aí.
Junte-se a esta acção de protesto e ajude a ANIMAL a defender o fim da manutenção e uso de animais em circos.
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Animais no Circo: Acabar com o Sofrimento deles seria um Espectáculo, em www.Animal.org.pt  Seja parte da Mudança. Junte-se à ANIMAL!
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publicado por LauraBM às 00:09



RODAPÉ

FRASES PARA INTERIORIZAR:

1 - "Animais nos Circos: Acabar com o Sofrimento deles, isso sim, seria um «Espectáculo»".

2 – "O dinheiro te comprará um lindo cão, mas jamais comprará o abanar da sua cauda".

3 – "Animal não é brinquedo: Sente fome, sente frio, sente dor, amor e medo".

4 - "Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E, por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

(Edward Everett Hale (1823-1909), clérigo e escritor norte-americano.)

5 – "Um zoológico reduz a selva, a savana, enfim a natureza, a alguns metros quadrados de crueldade consentida e programada".

6 – "Atrocidades não deixam de ser atrocidades quando cometidas em laboratórios e chamadas de pesquisa médica".

George Bernard Shaw (Nobel 1925)

7 – "Se fôssemos capazes de imaginar o que se passa constantemente, nos laboratórios de vivissecção, não poderíamos dormir em paz e em nenhum dia estaríamos felizes e tranquilos".

Dr. Ralph Bircher

8 – "Quando o homem aprender a respeitar os animais e outros seres, ninguém precisará ensiná-lo a amar o seu semelhante".

Albert Schwweitzer (Nobel da Paz - 1952)

9 - Primeiro foi necessário civilizar o Homem em relação ao próprio Homem. Agora é necessário civilizar o Homem em relação à natureza e aos animais."

Vítor Hugo

10 - "A razão dos cães terem tantos amigos, é que movem suas caudas mais que suas línguas."
Autoria Desconhecida



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