Guerrilhas: Ninguém lucra, nem os ANIMAIS!

carinho_cao.jpgO problema é que o público e os apoiantes seja lá do que for, transformam tudo em temas radicais.

O tema «ANIMAIS» está a transformar-se numa outra guerra.

Não é que os animais não mereçam; já foram e são por demais desprezados e sacrificados, mas começa a ser problemático.

O ser humano tem uma sede de violência generalizada. É assim com a religião, futebol, política, etc. Tudo acaba em violência. É triste! E no fim, ganhe quem ganhar os votos para a sua causa, ela já foi marcada por confrontos evitáveis.

 

Como apoiante da Associação ANIMAL - http://www.animal.org.pt/ (com banner no meu blog), também através dela me chegam terríveis notícias. Dêem uma olhada e constatem o que vai por esse mundo fora.

Não podemos fugir dos problemas nem meter a cabeça na areia porque as atrocidades continuam.

Só através do conhecimento poderemos combater o mal; mas nem sempre o combate tem que ser violento, há muitas formas de combater.

Ex.:

- Ajudar na divulgação das entidades que tentam proteger os animais e visitar frequentemente as páginas de sites de auxílio.

- Sempre que possível, auxiliar e colaborar nas campanhas de quem pretende ajudá-los: seja monetariamente ou com dádivas variadas (comida, dinheiro, compra de objectos cuja venda reverte a favor dos animais e até a sua presença na campanha).

Não comprar produtos de beleza, ou outros, de firmas que efectuam experiências com animais.

- Não usar peles verdadeiras porque isso só faz com que o sacrifício escusado de inúmeras espécies continue. •

- Não publicitar nem dar guarida às crenças sobre o uso de partes de animais seja a que pretexto for (magia, crendice, etc.) •

- E, acima, de tudo, sempre que haja oportunidade, falar em defesa dos animais.

Convencer os outros que é crime abandoná-los e revelar os tremendos maus tratos de que são vítimas após o seu abandono. Eles não foram habituados a procurar comida e abrigo. Foram criados por nós e não saberão alimentar-se nem defender-se no meio hostil das ruas e estradas. •

Explicar que não adianta abandoná-los, tendo em vista a esperança de encontrarem novos donos que os estimem. Isso é puro auto-convencimento para libertar a consciência pesada.

O fim certo será morrerem atropelados, desidratados, esfomeados, doentes.

•

Se não pode ter um animal ou não sabe qual o tamanho atingido em adulto, e a sua casa é pequena, não adopte nem compre. O resultado será desastroso!  

Cuidado com as raças demasiado nervosas se gosta de calma e sossego. •

Evite comprar animais. Os canis e associações estão cheios deles a precisarem de amigos e novos donos. São grátis e, muitos de raças genuínas, vítimas de abandono. •

Por fim, torne-se sócio de uma entidade protectora. Quem sabe, perto de si tenha alguma? •

TODOS, ainda seremos POUCOS.

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7/2007

Laura B. Martins

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publicado por LauraBM às 16:11