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Antiguidades óptimas

UTOPIA ANIMAL

“Sem defesa, sem voz e sem protesto, os animais vão sumindo, um a um, abatidos, baleados , encurralados em becos sem saída, banidos até os limites dos campos habitáveis.
Antes que tudo se perca, é necessário acordar do pesadelo para que possamos continuar sonhando.
Trabalhar com o inconsciente, compreender a verdade profunda dos instintos e da alma, perceber a presença do divino dos olhos de um animal.
Essa talvez seja a última utopia pela qual ainda possa valer a pena dedicar uma vida de estudo e trabalho”.
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Sociólogo Roberto Gambini
Sexta-feira, 10 DE Junho DE 2011

Precisa dizer mais alguma coisa?

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publicado por LauraBM às 23:47
Sábado, 05 DE Junho DE 2010

Você é cachorreiro?

O primeiro sintoma surge cedo, naquele dia em que a criança interrompe a paz de um almoço no lar e faz os pais engasgarem com o insólito pedido:

- Quero um cachorro!

Pronto, começou o inferno dos pais e do mini-cachorreiro. É logo levado a uma magnífica loja de brinquedos, podendo escolher o que quiser, desde uma bicicleta até aquele carrinho cheio de luzes e sirenes.

- Quero um cachorro!

Ganha o carrinho e mais um monte de presentes, para ver se esquece do cachorro. Mas não tem jeito.

Ganha tartaruga, jabuti, periquito, canário e até um hamster, mas nada disso satisfaz a ânsia de cachorreiro que já nasce em sua alma numa intensidade que assusta toda a família.

Se der sorte, ganha seu primeiro cachorro. Se não, vai ter mesmo que esperar crescer.

Aí, enfim, livre das amarras familiares, começa a mergulhar fundo na criação. Vem a primeira fêmea, o sufoco do primeiro parto, o acompanhamento dos filhotes, o medo da parvo, da corona e, assustado, resolve:

- Não fico com nenhum!

A ninhada cresce, começa a reconhecer o dono, a abanar o rabinho e pronto! A decisão, antes inabalável, sofre o primeiro impacto. Daí a uns dias, a resolução já é outra:

- Não me desfaço das fêmeas; só saem os machos!

Começou sua longa jornada de cachorreiro através deste mundo-cão. Daí para frente, passa a vida trocando jornais, fazendo vigília ao lado das cadelas que estão para parir ou dando remédio aos filhotes mais fracos.

O cachorreiro vai se afastando do mundo dos homens e admite mesmo:

- Não gosto de gente...

Programa de cachorreiro é visitar ninhada dos outros, pegar cachorro no aeroporto, levar às exposições ou pendurar-se no telefone para conversar com seus amigos cachorreiros... sobre cachorros.

No começo, criar uma raça só já o satisfaz, mas logo dá aquela vontade de experimentar outra e lá vai ele pela vida afora, em meio a muitas raças e muitos cães.

As compras de um cachorreiro também são diferentes das compras de um ser humano comum: shampoos, cremes, óleos, gaiolas, enfeites... mas tudo para cachorro.

Se algum amigo viaja para o exterior e cai na asneira de perguntar: - Quer que traga alguma coisa para você?", recebe logo as mais estranhas encomendas: máquina de tosa, lâminas, escovas, pentes... e tudo para cachorro.

Casa de cachorreiro é toda engatilhada, cheia de grades aqui e ali, protegendo portas e janelas. A decoração muitas vezes fica prejudicada com a presença de gaiolas e caixas de transporte na sala e nos quartos.

Mas o cachorreiro não está nem aí e, como quem frequenta casa de cachorreiro é cachorreiro também, ninguém liga mesmo.

O carro do cachorreiro também não pode ser qualquer um. De preferência um utilitário com bastante espaço interno para caberem os cachorros e as tralhas todas nos dias de exposição. Banco de passageiros não é tão necessário, mas o espaço é indispensável.

Cônjuge de cachorreiro tem que ser cachorreiro também, ou a união pode sofrer sérios abalos e quando chega aquela hora fatídica, no meio de um bate-boca, em que o outro dá o ultimátum: "Ou os cachorros ou eu!", o cachorreiro certamente vai optar pelos cachorros.

Velhice de cachorreiro é cheia de preocupações.

- Vou morrer... e quem cuida dos meus cachorros?

Resolve, então, não criar mais nada e reza para que todos os seus cães partam antes dele, mas o coração não aguenta e, dali a pouco, arranja outro filhote para cuidar, estribado na promessa de alguém que garante ficar com o cachorrinho em caso de morte do cachorreiro.

E, como ser cachorreiro é ' padecer no Paraíso', acredito que o bom Deus, na sua infinita misericórdia e eterna sabedoria, já tenha providenciado um céu só para os cachorreiros onde eles, junto com todos os seus cães, seus amigos cachorreiros, juizes, veterinários, etc., possam, enfim, levar uma vida tranquila e cheia de paz.

Mas, como muita tranquilidade acaba ficando monótono, logo o cachorreiro fica espiando de longe o mundo dos homens, cheio de saudade, já pensando em voltar para cá e começar tudo de novo.

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12/02/2005

Texto: Marcia Villas-Bôas

http://www.segredodosdeuses.hpg.ig.com.br/

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publicado por LauraBM às 00:25
Quarta-feira, 10 DE Junho DE 2009

Flopy e Paquita com a dona

FlopyPaquitaJacke.JPGQuem trabalha fora do seu país, enfrenta situações bem difíceis, quer a nível dos homens quer dos animais.

As emoções e os sentimentos ficam, muitas vezes, para trás por ausência de escolha.

O caminho a seguir é aquele e não tem como alguém se negar.

 

Deixam-se os amigos, igualmente os de 4 patas ou penas, (quem sabe até um simples peixinho de aquário), e segue-se um destino padrasto numa vida madrasta.

Quando é possível tirar umas férias e regressar, apanham-se imagens como esta, duma amiga muito querida com os seus dois amores.

A foto não deixa ver as lágrimas de alegria na chegada e as de tristeza na partida.

Quem sabe se é melhor assim?

Quem sabe quando e se tornarão a ver-se?

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Laura

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publicado por LauraBM às 21:27
Terça-feira, 10 DE Junho DE 2008

Carinhos

chimpanze_tigres.JPG Na Flórida, um chimpanzé fêmea adoptou dois bebés tigres.

 

A chimpanzé levou a sério a vida de mãe, com direito a mamadeiras, carinho, passeios e muita brincadeira ao ar livre.

Vejam que gracinha!

Até nos perguntamos porque não são os humanos assim caridosos e sem problemas.

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Laura

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publicado por LauraBM às 15:55
Domingo, 10 DE Junho DE 2007

Hora de ouvir os elefantes

elefantecz.andar.gif"A tragédia do Tsunami trouxe uma lição. Perdida no meio do oceano de notícias, soube-se que no Yala National Park, Sri Lanka, bem no meio de uma regiões mais afectadas pela mega onda, nenhum animal foi encontrado morto! Repito: num parque onde havia 19 Km de praias, habitadas por centenas de elefantes, leopardos, pássaros, coelhos... ninguém morreu!

Verificou-se com espanto que antes da chegada do maremoto os animais, por alguma razão ainda não esclarecida, se deslocaram da praia e das áreas mais baixas, para a parte mais alta do parque. As águas chegaram a entrar 3 Km parque a dentro. Mas ali não havia ninguém. Ou melhor, nenhum bicho foi pego de calças curtas.
Surgiram alguns palpites. Na BBC e na National Geographic, cientistas afirmaram que  possivelmente o facto se deu porque os animais ouvem uma frequência de som produzida pelo terremoto, mais baixa do que as que os nossos ouvidos captam.
Segundo eles, os bichos também sentem vibrações no solo e do ar, as rally waves, estas, sim, também somos capazes de sentir em nosso próprio corpo. Ou melhor, seríamos. Nossa mente anda tão congestionada de informação, que apesar das rally waves chegarem até nossos corpos, essa informação é simplesmente eliminada da nossa consciência. Entenderam a tragédia?

Resumo: os bichos se salvaram porque estavam conectados. Nós, seres humanos, nos estrepamos porque estávamos também conectados, só que em outras ondas: rádio, TV, videogame, ou mesmo o sonzão do carro ou do botequim tocando no último um bate-estaca de ano novo.
Nesses meus poucos dias de férias, persegui como um louco a tecla mute do controle remoto. Tentando diminuir pelo menos o volume do mundo ao meu redor.
Valorizar o botão de desliga. Tá ligado?
Tá na hora da gente ouvir menos barulho e mais os elefantes."
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Marcelo Tas

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publicado por LauraBM às 00:09
Sábado, 10 DE Junho DE 2006

Maldade e insensibilidade - Verdade

cao_osso.jpgEstou arrasada com a cena que assisti momentos atrás!
Em frente à minha casa existe um terreno baldio onde habita um cachorro que lá foi deixado pelos vigias do terreno! Magro, triste e com fome!
Ao lado do terreno fica um aparthotel. Uma das gerentes adoptou o cão! Fizeram um abrigo para ele,  era alimentado e tinha o carinho da vizinhança!
Essa senhora deu a ele o nome de  Amarelo pois essa era a cor de seu pelo! Ele ficou gordo, bonito e manso!
Então, apareceu o construtor que comprou o terreno acompanhado de um carro da Suipa! Cordas e laçadores na mão do funcionário da Suipa, um sujeito que só de olhar dava medo! Mais animal que o animal!
O cão gania, latia e se recusava a deixar o lugar!
Dois vizinhos e eu fizemos todos os apelos possíveis! Que deixassem o cão na obra pois ele continuaria a ser bem tratado! Era um animal que apesar de manso seria um bom vigia ! Apelamos para tudo com o construtor! Faço muitas restrições a quem não gosta de bichos! E ele irredutível, insensível, deixou o cachorro ser arrastado, colocado numa gaiola e levado para Suipa, entidade que está passando a maior dificuldade apesar de lutarem e apelarem de todas as maneiras por ajuda nada têm conseguido.
Daqui a um mês estará lá o Amarelo magro, doente e sem carinho! Imagino como ficará essa senhora que cuidava dele quando amanhã chegar ao trabalho!
Nenhum de nós tinha condição de ficar com o animal Ficamos desesperados pois Amarelo já era um pouquinho nosso!
Amanhã vou pedir a um amigo, dono de uma marmoraria em Jacarepaguá, que deixe Amarelo ficar na sua firma! Tenho certeza que ele irá concordar! Apanharemos Amarelo na Suipa e o faremos feliz de novo! Deus queira!
Desculpem o desabafo!
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04/21/05
Marly Caldas

NOTA
Infelizmente, estas são as histórias de todos os dias, pois o ser humano parece ter prazer em maltratar os animais.

Eu também acho que é duma insensibilidade atroz, mas a verdade é que a rua não é lugar para cachorro, por melhor tratado que seja por uma vizinhança inteira.
Cachorro na rua apanha parasitas, não é vacinado e nem ele mesmo sente que tem um dono para amar. E eles precisam disso!
Cachorro na rua está sujeito a todas as torturas que queiram infligir-lhe, seja animal ou gente.
Quem quer adoptar cachorro, gato ou seja lá o que for, precisa levá-lo para casa e tratá-lo como deve ser.
A comida enche a barriga, mas o carinho enche o coração.
Se o cãozinho for levado para casa evitam-se muitos desaires.
Cachorro na rua faz mais cachorros de rua, coisa que ninguém deseja.

As pessoas querem ficar em paz com o seu coração e a sua consciência, sem sacrifícios.
Cachorro dá trabalho, despesa e preocupações. Ninguém pensa que as alegrias superam isso tudo.
O meu desgosto vai todo para o infeliz cãozinho Amarelo que não tem sorte. Espero que a sorte dele tenha mudado com a ida para essa tal marmoraria.
Quem diz que o adoptou e o deixa continuar na rua, está a enganar-se a si mesma e quer enganar os outros.
Tenho em casa uma cadela que estava nessas condições: vivia na rua, num bairro onde todos lhe davam comida e faziam festas. Mas o lugar dela não era na rua, como não é de nenhum animal nem pessoa.
Agora que já tem casa, não larga a sua cesta de dormir e, quando saímos com ela, assim que entra na nossa rua, vem logo a correr para casa, tal a necessidade de se sentir protegida.
Duma vez por todas, as pessoas têm que deixar de se enganar a si mesmas e enfrentar a realidade.
Os animais de estimação não são para estar na rua mas, protegidos, em casa.

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publicado por LauraBM às 00:21
Sexta-feira, 10 DE Junho DE 2005

Convivência

tigre_porquinhos.jpg Se eles são capazes de conviver.....

Porque é que nós não somos?

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Laura

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publicado por LauraBM às 20:34
Terça-feira, 03 DE Fevereiro DE 2004

Tributo a um cão - Tribunal

A todos que amam estas dedicadas criaturas que connosco ocupam um espaço neste planeta, nossos irmãos menores, e ainda muitos de nós não aprendemos a respeitar, deixo aqui esta belíssima e verídica mensagem.

 

 

 

Este tributo foi apresentado ao júri pelo ex-senador George G. Vest (então advogado) que representou o proprietário de um cão morto a tiros propositadamente pelo vizinho. O fato ocorreu há um século (1870), na cidade de Warrensburg, Missouri, nos Estados Unidos da América. O senador ganhou o caso e hoje existe uma estátua do cão na cidade e seu discurso está inscrito na entrada do Tribunal de Justiça, ainda existente na cidade.
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"...O mais altruísta dos amigos que o homem pode ter neste mundo egoísta, aquele que nunca o abandona e nunca mostra ingratidão ou deslealdade, é o cão".

Senhores jurados, o cão permanece com seu dono na prosperidade e na pobreza, na saúde e na doença.

Ele dormirá no chão frio onde os ventos invernais sopram e a neve se lança impetuosamente. Quando só ele estiver ao lado de seu dono, ele beijará a mão que não tem alimento a oferecer, ele lamberá as feridas e as dores que aparecem nos encontros com a violência do mundo.

Ele guarda o sono de seu pobre dono como se fosse um príncipe.

Quando todos os amigos o abandonarem, o cão permanecerá.

Quando a riqueza desaparece e a reputação se despedaça, ele é constante em seu amor como o Sol na sua jornada através do firmamento.

Se a fortuna arrasta o dono para o exílio, o desamparo e o desabrigo, o cão fiel pede o privilégio maior de acompanhá-lo para protegê-lo contra o perigo, para lutar contra seus inimigos.

E quando a última cena se apresenta, a morte o leva em seus braços e seu corpo é deixado na lápide fria, não importa que todos seus amigos sigam seu caminho: lá ao lado de sua sepultura se encontrará seu nobre cão, a cabeça entre as patas, os olhos tristes mas em atenta observação, fé e confiança mesmo à morte."
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Maio 19, 2003 Com carinho, Cora Maria
http://www.coramaria.com.br/caesanimaisobradivinadonossocriador.htm  

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publicado por LauraBM às 21:08

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*Quentes e bons

  • esses assassinos vao pagar nem que seja no inferno...
  • Parabéns pelo blog, também adoro animais estou con...
  • perfeita postagem... obrigada.
  • uaau! que postagem linda! aliás, todo o seu blog é...
  • mmmmm
  • Cara Roberta,Sinceramente, esse gesto é dum perfei...
  • A escola da minha filha deu como lembrança de dia ...
  • concordo completamente com o autor do post
  • Arnaldo, para chegar a esse estádio de compreensão...
  • Não custa. Pobres dos jacarés a constatarem sobre ...